domingo, 15 de agosto de 2021

617- O jogo vai virar

O alívio já pode ser sentido pelos defensores de Bolsonaro, após ser anunciado por ele que o impeachment de dois ministros vai acontecer.

A ruptura institucional vem acontecendo no atual governo, com as decisões arbitrárias de ministros da Suprema Corte, coisa que nos governos petistas não acontecia, pois reinava a paz entre os poderes. Como era bom naquele tempo!

Para aqueles que dizem que o presidente é covarde, que já passou da hora de agir, e que ele não está cumprindo o que prometeu, é bom entender que Bolsonaro sempre tem razão e que as suas atitudes chegam no instante exato. Portanto, nem antes, nem depois.

O presidente é, acima de tudo, um grande estrategista, e suas decisões, depois de amadurecidas, são tomadas no momento oportuno, de tal forma que não deixa espaço para o inimigo avançar. É xeque-mate, mesmo! Em dois ministros ao mesmo tempo.

Nosso presidente sabe tomar atitude no momento certo! Previsto para sexta (20), será histórico ver Bolsonaro descendo a rampa do Palácio, juntamente com seus ministros, para irem ao Senado entregar a Rodrigo Pacheco o pedido de impeachment de Moraes e Barroso. É muita moral para um presidente da República. Nesse governo, tudo é inédito na história política do Brasil.

Vale mencionar que a pauta da manifestação do dia 7 de setembro - que pede ao Senado o afastamento de todos os ministros do STF  e a colocação da PEC do voto auditável em pauta -  deveria ganhar mais um reforço. Aliás, deveria ser a pauta principal: Exigir do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, o andamento imediato do pedido de impeachment dos ministros Moraes e Barroso, feito pelo presidente da República.

A participação dos caminhoneiros deverá ser maior em Brasília e São Paulo, e eles deram prazo de 72 horas para que a solicitação seja atendida, pois caso contrário, permanecerão sitiando a capital do país por prazo indeterminado, e em outros estados a paralisação também será total, provocando desabastecimento no comércio.

Rodrigo Pacheco jamais esperava passar por isso, pois sempre contou com a proteção da Suprema Corte. A decisão de evitar uma ruptura institucional da maior gravidade cabe a ele a partir de agora.

Dizem que vazou a lista dos nomes de futuras vítimas à prisão ilegal montada pelo Xandão, ministro Alexandre de Moraes. Será que, a partir de agora, ele ainda vai ter a coragem de mandar prender mais alguém?

Enquanto jornalistas e parlamentares bolsonaristas são presos, ilegalmente, por ministro do Supremo, pela acusação de fabricarem fake news ou afrontas aos ministros do STF, jornais esquerdistas publicam diariamente notícias falsas contra o presidente Bolsonaro.

Constantemente, jornalistas enraivecidos não param de passar vergonha. Entre tantas mentiras inventadas pela jornalista Eliane Catanhêde, em sua coluna na Folha de S. Paulo, no domingo, 15, para acusar o presidente Bolsonaro de “rei das fake News”, a principal foi dizer que ele insiste nas suas fake news ao ameaçar pedir o impeachment dos ministros Barroso e Moraes, do STF. E ela afirma que ninguém cai mais nessa esparrela! É mole?

Parece que ela não sabe que Bolsonaro é um presidente honrado e cumpridor de suas palavras, e que essa história de fake news não é do feitio dele. Isso é coisa de jornalistas de esquerda, principalmente das manchetes desse jornal, as quais o presidente tem o prazer de desmentir durante suas lives ou no cercadinho próximo ao Palácio do Planalto.

O jornalismo de esquerda no Brasil era movido a "bons incentivos" nos governos petistas para produzirem notícias enviesadas em favor do ex-presidente Lula. Atualmente, com a perda de tais incentivos, os jornalistas partem para uma guerra, cujas armas são fake news, com o objetivo de desmoralizar o governo e, acima de tudo, o presidente da República. Trata-se de uma guerra insana, que transcende os limites do bom senso!

Contudo, devemos crer que o jogo vai virar para o bem de todos e do Brasil.

Celso Pereira Lara 

sábado, 14 de agosto de 2021

616-A ditadura imposta pelo STF

 O poder que os ministros do STF exercem, extrapolou as quatro linhas da Constituição como se elas não existissem.

Mais uma vez o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, utiliza-se de sua ousadia para mandar prender aquele que julga ser um inimigo. Lança mão de sua suprema toga para afrontar, em nome da garantia da democracia, os seus rivais. Faz uso de seu complexo de Hitler para cometer os mais bárbaros crimes ao emitir decisões autoritárias.

A perseguição a todos que ele julga ser obstáculos em suas investidas contra o presidente da República tem a finalidade de abrir caminho para se chegar ao fim, sem se importar com os meios. A tática utilizada pelo Führer brasileiro vem sendo observada desde o início do atual governo.

Os defensores do presidente Bolsonaro estão expostos, sem medo de mostrar a cara, sem medo de defendê-lo, diariamente. E é assim que tem que ser, pois a luta é desigual, é contra o sistema que agoniza por causa da falta de corrupção. Diante disso, a perseguição aos bolsonaristas tem sido intensificada, dada a proximidade do ano eleitoral.

A CPI da Covid, que foi aberta pelo Senado, por determinação do ministro Barroso, do STF, para investigar os atos e omissões do presidente Bolsonaro, durante a pandemia, até o momento só fez com que seus inquisidores fiquem passando vergonha a cada dia. O nível que eles apresentam durante o interrogatório é dos mais baixos possíveis. Inclusive, há processos contra eles por calúnia e difamação. Essa CPI seria uma forma de a Suprema Corte tentar derrubar o governo, mas até agora não conseguiram nada, a não ser se desmoralizarem, diariamente, e levarem processos nas costas pelos seus investigados.

Na CPI da Covid, Renan Calheiros e outros senadores pedem quebra de sigilo da Jovem Pan, Terça Livre, Renova Mídia, Senso Incomum, Conexão Política, Jornal da Cidade Online, República de Curitiba e Brasil Paralelo. A justificativa é que esses sites e rádio disseminam informações falsas no âmbito da pandemia. A perseguição é exclusiva a sites bolsonaristas, por suposta disseminação de fake news.

A busca e apreensão de materiais no apartamento, e a prisão de Roberto Jefferson, ex-deputado federal e presidente do PTB, ocorrida na sexta-feira, 13, foi comemorada pela oposição e muito criticada pelos bolsonaristas. Aliado de Bolsonaro, ele foi preso preventivamente por determinação do todo poderoso ministro do STF, o Xandão - apelido dado pelo petebista -, por suspeita de envolvimento com uma milícia digital que ataca instituições democráticas e os ministros do Supremo.

Interessante notar que as prisões a bolsonaristas se dão motivadas pelos supostos envolvimentos com a milícia digital, fato que até agora nada ficou comprovado. Prendem a rodo aqueles que criticam as decisões do STF, as quais são claramente inconstitucionais. Dessa forma, praticam ilegalidades em cima de ilegalidades, sem o menor pudor.

Há tempos, o presidente Bolsonaro vem alertando, diariamente, em sua live e no cercadinho da área externa do Palácio, que a sua conduta se pauta dentro das quatro linhas da Constituição, e vem pedindo para que as demais autoridades tenham o mesmo comportamento, o que garantiria a harmonia entre os poderes. Isso é o que todos deveriam respeitar, sem a necessidade de o presidente ficar alertando. Todavia, ministros do STF, que deveriam dar o exemplo, são os primeiros a extrapolar os limites constitucionais, conforme temos assistido, seja nas prisões ilegais de jornalistas, parlamentares ou youtubers bolsonaristas.

Direitos e garantias fundamentais, devidamente previstas na Constituição, como a liberdade de expressão, são violados e punidos com prisões arbitrárias, justamente por aqueles que deveriam defendê-los. Fatos inaceitáveis numa democracia. São atos ditatoriais.

Detentores de poderes que julgam ilimitados, praticam todo tipo de barbaridade jurídica ou de interferência em outras instituições, como se não existisse a separação entre os poderes, devidamente prevista na Carta Magna. Os guardiões da Constituição pensam que ocupam o poder totalitário, onde tudo podem e ninguém se manifesta contra as suas decisões. Até mesmo o Senado Federal, a quem compete avaliar as arbitrariedades da Suprema Corte, mantem-se calado diante de tantas ilegalidades. Afinal, o STF ainda é auditável.

Bolsonaro tem se poupado ao máximo de criar conflito com a Suprema Corte, mas em virtude dos últimos acontecimentos de suma gravidade para a democracia, ele decidiu fazer um pedido de extrema importância à Casa Legislativa. Trata-se de um pedido de impeachment dos ministros Alexandre de Moraes e Roberto Barroso, da Suprema Corte. Dessa forma, Bolsonaro estará dando publicidade ao que possa existir de "laços de amizade" entre o STF e o Senado, caso o pedido fique engavetado.

A inação dos órgãos competentes é a principal causa dessa desordem institucional. Agora, cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, colocar o pedido de Bolsonaro para andar, antes que algo pior venha a acontecer.

Os intocáveis togados da Suprema Corte não são tão supremos quanto se julgam. A Constituição ainda existe, e por ela eles podem ser democraticamente condenados.

Por último, o STF abre novo inquérito contra Jair Bolsonaro por divulgação de dados sigilosos. Aquele relatório da Polícia federal, que comprova que o atual sistema de votação é fraudável, e que o TSE escondia isso da população. Seria um sigilo democrático?

Este é mais um triste capítulo da perseguição aos conservadores. Bolsonaro tem na militância digital o fator político de poder para confrontar o STF.

Pelo que se delineia, o chefe da Nação deve estar muito próximo de receber uma ordem de prisão, dada pelo Xandão. Em vista disso, é que foi feito o pedido de impeachment daqueles dois ministros do Supremo.

Com certeza, a manifestação do dia 7 de setembro ficará fortalecida de manifestantes, por causa da prisão arbitrária de Roberto Jefferson e pela abertura de novo inquérito contra o presidente da República.

        Celso Pereira Lara

terça-feira, 3 de agosto de 2021

615-Novo ciclo de ataques

A balbúrdia que se instalou no Poder Judiciário, incluindo o STF, por libertar um presidiário e tentar prender um presidente inocente, é algo nunca visto na história de qualquer país.

O povo tem memória curta, e por isso temos que insistir em revelar os desastres provocados pelos governos anteriores. Não podemos deixar cair no esquecimento que os governos petistas eram presididos por políticos incompetentes, corruptos e comunistas; que os votos dos políticos do Congresso eram comprados com dinheiro de empreiteiras para aprovar qualquer projeto do governo; que o Judiciário foi aparelhado para livrar os presidentes e seus companheiros de qualquer processo; que o STF teve sete ministros indicados por eles para livrá-los da cadeia; que Lula ainda tem o mesmo projeto ambicioso de poder, e é capaz de passar por cima de tudo para concretizá-lo.

Temos que lembrar que Lula governou o Brasil durante oito anos apenas para favorecer os governos ditatoriais. Foi mais de um trilhão de reais tirados dos cofres públicos para fazer obras em países comunistas, e para o nosso país só fizeram arenas esportivas para a Copa do Mundo. Destruíram a Petrobrás, os Correios e outras estatais.

Seria muita ingenuidade admitir que alguém votaria em Lula pensando que ele dessa vez faria tudo diferente e governaria para o povo. É preciso ser muito alienado na política, para depositar um voto de confiança nesse corrupto e comunista.

Com o novo ciclo que se inicia pós discurso-Bolsonaro, de 1º de agosto, os ataques nas redes sociais se intensificaram, visivelmente, como previsível. Anteriormente, era um festival de fake news contra o presidente, uma coisa típica de meninos de escola primária. No momento, as fake news se transformaram em ataques diretos e violentos, sem a menor vergonha de suas publicações em jornais, blogs e sites. Trata-se de uma guerra da esquerda contra a direita, de ladrões contra honestos, do mal contra o bem.

Essa guerra envolve jornalistas, políticos e ministros de diversos órgãos, os quais impiedosamente tentam enquadrar o presidente em algum tipo de crime que ele não cometeu. Empurram goela abaixo pedidos de investigação sobre fatos que o presidente está isento de culpa, para torná-lo inelegível. Tentam afastá-lo do Palácio do Planalto a qualquer custo. Algo assustador acontece nessa República!

O golpismo declarado pelo sistema tomou conta da política, enquanto o presidente Bolsonaro contra-ataca, brilhantemente, com a sua capacidade estratégica, tendo o povo ao seu lado como a maior arma de combate. Uma guerra desleal, onde o inimigo é muito querido pela população e por ele é capaz de lotar as ruas para mostrar que está ao seu lado até o fim. 

O interessante é quando um ministro do Supremo faz declarações públicas! O togado Luiz Fux disse: "O brasileiro não quer ver exacerbados os conflitos políticos; quer a democracia e as instituições em pleno funcionamento". Os supremos ministros sempre pronunciando as mesmas palavras, no entanto, são os primeiros a avacalhar a democracia, a quebrar a independência entre os poderes e a atropelar a Constituição. Portanto, nenhum togado tem moral para falar em nome da democracia e da separação entre os poderes.

As reações ao discurso de Bolsonaro são as mais diversas, mas uma que passou dos limites toleráveis da democracia. O TSE por votação unânime decidiu abrir duas investigações contra o Bolsonaro: uma no TSE por crime eleitoral, e outra no STF por atitude criminosa.

Ignorando o povo, o TSE avança cegamente para tentar punir o presidente da República, aplicando um cavalinho-de-pau na estrada do ordenamento jurídico, passando em alta velocidade pela PGR, a qual não conseguiu anotar a placa, muito menos o Congresso tomou conhecimento do fato. E, como sempre, a OAB faz-se de muda, como se não existisse nenhum atentado à democracia! A ânsia desesperadora para arrancar Bolsonaro do poder é que tem causado a balbúrdia jurídica.

Celso Pereira Lara

domingo, 1 de agosto de 2021

614-Povo exige voto auditável

"É inconstitucional privar o cidadão comum do controle do voto", diz ex-juiz do TRESC.

Se o atual sistema de votação não é auditável, então não se pode comprovar fraudes. Diante disso, o TSE mantém a afirmativa de que o sistema de urnas eletrônicas é confiável, é seguro!

O regime democrático, em sua plenitude, exige votação transparente, confiável, segura em todos os aspectos. E o voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso satisfaz plenamente à verdadeira democracia. Um fato que jamais deveria ser motivo de debates. A concordância deveria ser unânime. Então, por que tanta resistência?  

A tentativa de mudança do sistema de votação tem causado frisson na esquerda, principalmente no presidente do TSE, que foi capaz de se expor, por meio de vídeos, garantindo que elas são seguras ou confiáveis. E não há ninguém que o convença a mudar de ideia. Isso já basta para convencer a população de que a fraude sempre existiu no atual sistema de urnas.

Há pelo menos 20 anos as urnas eletrônicas vêm favorecendo candidatos de esquerda, e a luta pela manutenção dessas urnas revela que elas realmente elegem os candidatos que interessam ao sistema corrupto. Basta ver as eleições dos governos Lula e Dilma! Haddad só não foi eleito por causa da grande diferença de votos a favor de Bolsonaro. Não fossem as fraudes, Bolsonaro teria sido eleito no primeiro turno com um percentual incrível de votos. 

A manifestação de hoje, 1º de agosto, foi gigante em todos os aspectos, confirmando as expectativas da sociedade. Em todas as capitais  e muitas cidades, a população foi às ruas para mostrar que não aceita as urnas eletrônicas fraudáveis para 2022. Ninguém concorda em fazer papel de bobo, votando em um candidato e o voto indo para a conta de outro já devidamente programado. Chegou o momento de dar um basta ao sistema que se acostumou a eleger candidatos corruptos, em detrimento da população que contribui com sacrifício para o pagamento de seus impostos.

Milhões de patriotas inundaram as ruas desse país e deram um forte recado ao legislativo: o povo exige transparência nas eleições, através da contagem pública dos votos. O objetivo das manifestações foi legitimar a demanda de uma eleição transparente, o que sustentaria a democracia em nossa República. Não precisaria de tanta discordância pela aprovação da PEC do voto auditável, pois trata-se do óbvio: a realização de eleições com a possibilidade de se fazer uma auditoria nos resultados. O povo não admitirá retrocesso nem sabotagem no processo eleitoral e com certeza voltará às ruas até que essa demanda seja aprovada no Congresso. Ou será que a voz das ruas já não vale mais nada? Se a vontade popular deixou de existir, então, não há mais democracia!

Referindo-se à aprovação da PEC do voto auditável, o presidente Bolsonaro voltou a afirmar, na manifestação de hoje, em Brasília, que sem eleições limpas e democráticas não haverá eleição!

Dois dias antes, o presidente Bolsonaro fez um pronunciamento histórico, longo e contundente, mostrando as fraudes que aconteceram nas eleições anteriores, com a presença de peritos em informática e demonstrações de vídeos com relatos gravados no exato momento das fraudes. Os peritos confirmaram as possibilidades de alterar os resultados por meio de invasão no sistema eleitoral. 

O silêncio estarrecedor da mídia denuncia que o discurso de Bolsonaro foi irretocável em sua plenitude, e que as verdades ali expostas são fatos que não admitem argumentos. Foi um discurso contundente, porque atingiu diretamente os magistrados oposicionistas ao governo e, principalmente, a todos aqueles que se opõem à aprovação da PEC do voto impresso auditável. Ele apresentou os indícios de que as eleições passadas foram fraudadas. Apresentou, também, relatórios da Polícia Federal em que recomendam o voto impresso auditável, para que possam ser investigados em todas as suas etapas.

Contundente, porque ele conseguiu desmontar toda a farsa utilizada pelo ministro Barroso, presidente do TSE, que teve a petulância de apresentar defesa das urnas fraudáveis em três vídeos gravados em línguas estrangeiras, e ele foi mais longe ao se reunir com líderes de partidos de esquerda no Congresso para impedir o andamento da PEC.   

Arrasador, porque mostrou o seu inconformismo com a soltura de Lula, pelo STF, numa decisão totalmente autoritária, desconsiderando todos os julgamentos de juízes e desembargadores que condenaram à prisão o ex-presidente corrupto por natureza. A interferência entre poderes se fez presente, num desrespeito gritante!

Bombástico, porque abalou o poder legislativo com a revelação dos fatos ocorridos com as urnas fraudáveis nas eleições passadas, e porque fez outras declarações com muita firmeza, durante todo o discurso. Estremeceu a todos os opositores ao governo, mas em contrapartida deixou a população de alma lavada. Exatamente o que o povo gostaria de ouvir, e isso foi motivo para o comparecimento com mais disposição, contribuindo sobremaneira para o aumento significativo de manifestantes nas ruas.    

Um pronunciamento presidencial que acirra os ânimos da oposição e inaugura uma nova fase de ataques radicais. Agora, surgiu a crise pós discurso-Bolsonaro. Na comissão especial da Câmara, a possibilidade de a PEC não passar ficou maior, porque a oposição vai radicalizar suas atitudes contra Bolsonaro. A situação política acaba de se transformar num campo de batalha, numa luta do bem contra o mal, onde vale tudo para que o mal possa vencer. E nessa esteira, TSE e STF formam uma dupla antidemocrática e preparam ofensivas contra o presidente Bolsonaro.

Nunca, na história, se viu tanta perseguição a um presidente da República, que tem patriotismo nas veias e demonstra ser defensor da liberdade em todos os sentidos. A perseguição que vem sofrendo é porque ele é honesto e não permite que haja desvios de recursos públicos ou corrupção em seu governo. Essa é a principal causa de todo o sistema se voltar contra ele.   

A maneira pela qual os opositores depositam suas esperanças na volta do governo petista é baseada no conjunto de fatores nitidamente programados para vencer Bolsonaro nas eleições 2022: Libertação do Condenado + Pesquisas Mentirosas + Voto Eletrônico Não Auditável + TSE + STF. Um verdadeiro plano maquiavélico projetado para eleger na marra um presidente que é rejeitado e odiado pela maioria da população brasileira. E, se eleito, não adiantará recorrer à Justiça por causa das evidentes fraudes, porque todos sabemos que não há como auditar os votos e os recursos seriam arquivados.     

Apesar de o presidente Bolsonaro ter esclarecido à sociedade, por meio de sua live muito esperada por todos, que o atual processo de votação não permite auditagem dos resultados, e sobretudo ter apresentado as falhas que indicam possíveis fraudes, ainda assim é de se imaginar que as autoridades do legislativo não irão se convencer disso, e certamente continuarão a fazer o possível para derrubar a PEC tão desejada pelo povo ou mesmo provocar instabilidade entre os poderes. A manutenção do status quo é fundamental para eles, e, por ela, eles são capazes de tudo, até de fazer o diabo.

As retaliações contra Bolsonaro devem atingir um novo patamar, seguindo mais fortes e com possibilidades de se buscar um impeachment na marra, num jogo pesado e antidemocrático, passando por cima do pouco que ainda resta da Constituição. É o ódio do bem em ação! Os portais de direita, defensores do presidente, deverão ser perseguidos, cruelmente, sofrer devassas e prisões arbitrárias, na tentativa de afastá-los das mídias e redes sociais.    

Bolsonaro já deixou um novo recado: Se a PEC não for aprovada, ele vai precisar do povo na Av. Paulista, para que seja decidido que providência ele deve tomar. 

A garantia de normalidade no transcorrer das eleições 2022 fica por conta de decisão do presidente Bolsonaro.

       Celso Pereira Lara

613-Lula e as manifestações - JF

 


https://tribunademinas.com.br/opiniao/tribuna-livre/01-08-2021/lula-e-as-manifestacoes.html



https://tribunademinas.com.br/opiniao/tribuna-livre/01-08-2021/lula-e-as-manifestacoes.html



domingo, 25 de julho de 2021

612-Protestos do dia 24

Protestos violentos, com vandalismos ou terrorismos, mostram quem é a verdadeira esquerda, quando ela está ávida pelo poder. A participação dos antifas nas manifestações petistas segue cada vez maior e mais violenta.

A manifestação de protesto, do dia 24 de julho, incitada por Lula e fracassada como as outras nesses últimos dois anos, mostra que não há mais apoio do povo ao ex-presidente solto da cadeia, ilegalmente, pelos seus comparsas da mais alta Corte do Brasil. Isso só comprova que as pesquisas DataFolha estão fora da realidade! 

Por outro lado, o Paraná Pesquisa registra que mais de 70% dos brasileiros não querem nem que Lula seja candidato. Esta é a explicação para a baixíssima adesão popular aos eventos políticos convocados pelo corrupto petista. Sempre recebido com ovos e vaias por onde passa, Lula só é aceito como liderança por representantes da máfia política e sindical que explorou o Brasil junto com ele, por cabeças das facções do narcotráfico e analfabetos políticos doutrinados. O que representa menos de 10% da população.

O Centro de São Paulo, como sempre, virou palco de terrorismos, típicos de militantes orientados e pagos para quebrar patrimônios, queimar pneus e incendiar estátuas. E, para terminar os protestos com chave de ouro, manifestantes – antifas - entram em confronto com a Polícia Militar, jogando rojões e tudo o que estiver pela frente. Não podia ser diferente. 

Agora temos mais um incremento nos protestos de esquerda! Um grupo chamado 'Revolução Periférica' postou fotos e vídeo da estátua Borba Gato em chamas, no Instagram. Em uma das imagens é possível ver os pneus já pegando fogo com pessoas vestidas de preto e uma faixa com o nome do grupo e a frase: "A favela vai descer e não será Carnaval". Isso é um sinal de perigo à vista!

O aumento da violência nas manifestações petistas representa certamente o fracasso da esquerda, do PT e de Lula em sua possível candidatura à presidência. Embora seja essa a característica das manifestações de esquerda, a radicalização vem aumentando gradativamente a olhos vistos, à medida que as eleições se aproximam.  

O senador Randolfe Rodrigues havia pedido ajuda publicamente ao MST para destruir o país, enquanto o deputado federal Daniel Silveira continua preso por expor sua opinião. A prática utilizada por Randolfe é motivo para ser inquirido numa Comissão no Senado. É um atentado à Segurança Nacional. Ele convoca "exército de Stédile", o MST, para derrubar Bolsonaro. O senador participou de live com militantes do movimento esquerdista. Inconformado com as derrotas sofridas na CPI da Covid, o senador decidiu subir o tom e conspirar pela queda do governo Bolsonaro por outras vias. Em live nas redes sociais ele disse que é necessário “colocar fim no governo Jair Bolsonaro” e que isso seria “uma tarefa civilizatória para todos nós”. E acrescentou: "Bolsonaro é ladrão de vacina, é ladrão de dinheiro do povo. A constatação é a seguinte: enquanto os brasileiros morriam, enquanto nós estávamos com a maior média de mortes por dia, ainda no mês de março, o governo de Jair Bolsonaro não negava vacina por convicção ideológica, não era o negacionismo puro e simples, ele fazia isso por dinheiro". Uma apelação insana, querendo tomar o governo na marra. Será que os parlamentares da base vão se mexer e entrar com uma ação na PGR ou vão simplesmente pegar o vídeo, colocar marca d'água e publicar nas redes sociais? Estamos aguardando alguma providência contra o senador DPVAT.

Talvez o aumento da violência nesse último protesto, em São Paulo, contra o governo federal, tenha sido também causado pela incitação do senador comunista Randolfe! Isso não pode passar em branco, pois representa um precedente perigosíssimo que servirá de combustível nos próximos protestos da esquerda. Urge que as providências sejam tomadas rigorosamente, a fim de dar uma basta nesses senadores atrevidos!

Celso Pereira Lara

sábado, 17 de julho de 2021

611-Tentativas de golpe

Estão cada vez mais frequentes as manobras golpistas para inviabilizar a governabilidade do presidente da República. Os opositores vão continuar atacando até o dia das eleições 2022.

Vivemos momentos em que a informação necessita ser divulgada de forma a mais rápida possível. Os acontecimentos na política requerem que a sociedade esteja cada vez mais bem informada, tanto em tempo real, quanto na divulgação de textos e vídeos.

Os serviços de comunicação que os youtubers vêm prestando à população muito pouco são aproveitados, considerando que eles costumam perder muito tempo no enrolês básico até chegar de fato ao cerne da informação que deveria ser dada com urgência.

A maioria dos usuários de celulares smart prefere vídeos curtos, de até 5 minutos, para poupar a bateria. E, não sendo assim, eles deixam de assistir e receber os informes tão preciosos.

A assistir a um vídeo, percebe-se logo de início o jogo de palavras para ocupar espaço ou tempo de gravação, o que tem sido uma constante em sua maioria, e não é isso o que interessa à população. Daqui pra frente, exige-se cada vez mais velocidade na comunicação, fundamental para manter o povo bem informado. Essa prática é que incomoda os políticos da oposição, pois suas atitudes nefastas são reveladas imediatamente nas redes sociais da internet.

Um exemplo de produção de vídeos curtos e de comunicação sucinta é o caso do empresário Gustavo Gayer, que sem ser jornalista se propõe a fazer comentários e repassar com agilidade notícias de fatos graves que acontecem no dia-a-dia da política. São vídeos bem curtos, direto ao ponto, e por isso Gayer tem sido elogiado por seus milhares de seguidores em suas redes.

Contudo, os youtubers não conseguem mostrar o quanto o governo Bolsonaro vem fazendo pelo engrandecimento do Brasil. E, nesse caso, cabe a divulgação pela SECOM - link do convite: https://t.me/secomgovernodobrasil -, pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro - link do convite: https://t.me/depeduardobolsonaro - e pelo próprio presidente da República - link do convite: https://t.me/jairbolsonarobrasil, por meio do aplicativo de mensagens Telegram. Há também divulgação em outros aplicativos, como Twitter, Instagram e Facebook. É por meio desses aplicativos que a população deveria se informar do quanto Bolsonaro tem trabalhado pelo país e vem estabelecendo relações econômicas com outros países. 

No Senado, temos a CPI da Covid dando show de tentativas de golpe contra o governo, mas sempre frustradas, e o grupo do G7 passando vergonha. Agora, temos a Câmara dos deputados entrando em ação, com dois ataques frontais à democracia.

O primeiro ataque é o caso da inclusão na LDO do aumento exagerado no valor do fundão eleitoral. Tendo sido aprovado pelo Congresso, ainda há chances para desfazer o rombo causado ao orçamento para 2022. Cabe somente ao presidente Bolsonaro vetar o texto que trata do fundão, que foi turbinado justamente com a intenção de prejudicar a verba que seria destinada ao pagamento da contratação das urnas eletrônicas com voto auditável.

O segundo, é o caso da votação da PEC do voto auditável, que os parlamentares tentaram impor uma votação sem a presença do presidente. Como assim? Um verdadeiro golpe que foi exposto, mas não conseguiram concretizá-lo. A votação foi adiada talvez para o dia 5 de agosto.

Como se observa, a maldade está sempre presente na Câmara e no Senado. Ah, sabe aquele presidente comunista da OAB, entidade que costuma se fazer de morta? Pois é, o Pleno do Conselho Federal da OAB decidiu, por unanimidade, adiar o debate sobre a apresentação de pedido de impeachment do presidente. A sessão estava marcada para a próxima terça-feira (20/7). Um conselheiro opinou que, antes de tratar o tema, seria melhor aguardar os resultados da CPI da Covid e do inquérito que foi instaurado pelo STF para investigar Bolsonaro.

Desse jeito não dá para dormir em paz. Uma perseguição implacável de todos contra o presidente Bolsonaro!

A manifestação do dia 1º de agosto já está confirmada em todas as capitais do Brasil, e promete ser a maior, pelo menos em Brasília e São Paulo. A pauta vai ser pela aprovação da PEC  do voto impresso auditável.

Agora, está nas mãos do povo! Que seja mega em todas as cidades!

Celso Pereira Lara

quarta-feira, 14 de julho de 2021

610-Cuba, paraíso rejeitado

 O comunismo só existe enquanto houver ajuda financeira e econômica de seus pares. Sempre foi assim.

Cuba, a ilha caribenha outrora tão próspera, foi tomada na marra e foi instaurado o governo revolucionário, em 1959, liderado Fidel e Guevara. Adotando um modelo marxista-leninista de desenvolvimento, Fidel Castro converteu Cuba em uma ditadura do proletariado sob comando do Partido Comunista. E como não poderia deixar de ser, o comunismo sobrevive do controle estatal, acompanhado da supressão da liberdade de imprensa e de expressão, e da inibição da dissidência interna.

No início, parecia que tudo eram flores para o grande líder! A URSS deu apoio econômico e militar ao novo governo. Mas, logo, os americanos, em represália, adotaram medidas radicais de sanções. Cuba, então, passou a sofrer um embargo econômico por parte dos EUA, e tal medida ainda existe. Isso explica o ódio de Fidel pelos yankees ou imperialistas, ou mesmo pelo capitalismo americano.

Com o fim da URSS, em 1991, determinado pelo desgaste do sistema socialista que levou a crises econômicas e políticas, Cuba sentiu a perda de uma grande ajuda que sustentava a sua economia. E a partir daí, a miséria foi tomando conta da ilha. Importante observar que não havia grandes construções que mostravam a pujança da economia na época da ajuda.

Entretanto, como os presidentes petistas são muito bonzinhos com os países comunistas, o ex-presidente e ex-presidiário, Lula, conseguiu que o Grupo Odebrecht de Engenharia construísse um novo porto em Cuba - Porto Mariel -, por meio de aporte do BNDES no valor estimado de 1 bilhão de dólares. Dilma, que esteve na inauguração da primeira fase do porto, em 2014, foi também muito boazinha em suas declarações: "o investimento brasileiro é um símbolo da amizade duradoura entre os governos do Brasil e de Cuba, bem como um importante passo para a integração latino-americana". E no Brasil, apenas construíram estádios de futebol, onde a propina correu solta. Dilma se orgulha da inauguração das seis arenas da Copa das Confederações. Dezesseis anos de governos petistas somente para isso.        

Cuba viveu um dia histórico no domingo (11). Manifestações inéditas aconteceram em todo o país, com os cubanos protestando aos gritos de "liberdade" e "abaixo a ditadura". Na ilha, dirigida pelo partido comunista há várias décadas, as manifestações são proibidas, mas nesse domingo a crise atual levou as pessoas a superarem as interdições e o medo, como última forma de sobrevivência. A crise, a fome, a epidemia da Covid-19, e o desejo de liberdade são os fatores que, acumulados, levaram os cubanos às ruas de Cuba. “Basta de repressão e fome”, dizem os cubanos que prometem continuar manifestações inéditas contra o governo. O primeiro passo já foi dado com sucesso, com a presença de milhares de manifestantes.

E ainda há quem defenda o Comunismo! O que estamos vendo em Cuba é algo sem precedentes, é a luta do povo contra o sistema. Não se iludam que isso só esteja acontecendo em Cuba, pois deve estar acontecendo no mundo todo, em alguns lugares de forma menos expressiva porque o povo ainda está iludido com a falsa liberdade ou com um pouco de dinheiro a mais no bolso que os cubanos.

O regime comunista quer engolir o mundo, com sua tirania e o seu totalitarismo. Agora, através de Cuba podemos observar como esse regime é letal para a sociedade. Quando olhamos para a quantidade de pessoas desaparecidas nos últimos dias, entre jovens, jornalistas, blogueiros e cidadãos comuns percebemos que estamos em perigo constante. E não devemos subestimá-lo!

O PT de Lula mandando mensagem de apoio ao regime comunista de Cuba não é novidade. Se o Haddad tivesse ganhado as eleições em 2018, estaria mandando bilhões do nosso dinheiro para financiar a ditadura cubana, como Lula e Dilma fizeram. Isso é inegável. Atenção, Lula: o povo cubano está nas ruas em revolta contra o comunismo que você financiou por vários anos!

O ditador cubano Miguel Díaz em um discurso na televisão pediu aos revolucionários para ir às ruas. “Vamos defender a Revolução Cubana a qualquer preço”. O desespero tomou conta do regime opressor e Miguel não vai entregar o poder sem que haja muitas mortes em nome da revolução.

Apesar de reconhecer algumas dificuldades no país, Miguel acusou o inimigo de sempre, os Estados Unidos, de serem os instigadores das manifestações. Ainda bem que ele não disse que a culpa é do Bolsonaro!

Os Estados Unidos alertaram Cuba sobre o uso desproporcional da violência contra os manifestantes: “Reconhecemos o desejo legítimo da sociedade cubana por remédios, alimentos e liberdades fundamentais".

A ditadura socialista de Cuba parece estar chegando ao fim. A Venezuela deixou de ser a sua fonte e a queda de Lula foi a tragédia que eles não esperavam. Com a chegada do governo Bolsonaro - que representa a pá de cal na crise cubana -, não há a menor chance de uma pequena ajuda brasileira. O choro é livre!  

Celso Pereira Lara

domingo, 11 de julho de 2021

609-O STF em ajustes

 A coragem de tomar atitudes contra os togados do Supremo deveria ter partido do Senado, o qual tem o ofício de legislar e a quem compete o contraponto às decisões de caráter inconstitucional.

O STF, que deveria ser o guardião da Constituição - sendo sua responsabilidade institucional defender e preservar a Democracia, e garantir a concretização dos princípios da República e o respeito à Federação -, preferiu envolver-se em atividades político-partidárias, para salvar os seus companheiros investigados ou condenados por corrupção. E por isso é considerado o principal pilar que sustenta a corrupção no país!

A causa dessa balbúrdia jurídica que estamos vivenciando tem origem no aparelhamento das instituições feito maldosamente pelos governos petistas. As decisões inconstitucionais tomadas pela Suprema Corte revelam claramente o caráter político-ideológico de seus ministros. Praticam toda sorte de crimes em suas decisões monocráticas e atentam contra a Constituição por meio de julgamentos em Plenário, acordados amigavelmente, como se fossem os deuses do justiçamento brasileiro.

Dessa maneira, a sociedade vem assistindo de forma indignada a tudo quanto de ruim vem acontecendo nos julgamentos feitos pelos togados do mal. Não foi para isso que o Supremo Tribunal Federal do Brasil foi criado. Foi para defender a sociedade das decisões de outras instâncias, quando estas ferem as leis previstas na Constituição. Trabalham para a salvaguarda do direito constitucional.

E quando os ministros do STF preferem ficar a serviço de políticos corruptos, sem que nenhum poder de governo possa interferir, é sinal de que o estado democrático de direito já foi para o ralo, e a democracia fica de braços abertos para receber o domínio dos comunistas. Essa é a situação do país, no momento!

O Brasil encontra-se a um passo da dominação esquerdista, onde seus atores agem descaradamente contra o presidente Bolsonaro. Exemplos não faltam: A CPI da Covid, emissoras de TV, imprensa, jornalistas, parlamentares e a Suprema Corte. Tudo isso forma um bloco que caminha com ataques diários ao Chefe da Nação. Tentam a todo custo provocar um impeachment sem embasamento legal. E por que eles ainda não conseguiram derrubar o governo pelas vias democráticas? 

A manifestação do próximo dia 18 será pela destituição de todos os togados. Mais uma vez o povo vai às ruas para mostrar a insatisfação com ministros do STF.

Um fio de esperança apareceu no dia 10, sábado, quando o corajoso advogado Dr. Paulo Faria entrou com representação criminal na PGR contra o ministro do STF, Alexandre de Moraes. Na petição, o advogado denuncia o cometimento de crime de tortura ao deputado federal Daniel Silveira, além de tantos outros crimes devidamente elencados e de extrema gravidade.

Foi preciso a coragem de um homem que trabalha com as leis, para tentar colocar um freio na destemperança dos homens que trabalham numa Suprema Corte. Um caso inédito, de valor incalculável em benefício da Nação. Digno de registro histórico!

O povo espera que a Procuradoria Geral da República analise a representação criminal e emita um parecer favorável à condenação do ministro Alexandre de Moraes.

A Suprema Corte deverá ser colocada em seu devido lugar, para que seus ministros cuidem somente das causas que ferem a Constituição. Só isso basta!

É o suficiente para que o país possa seguir os caminhos de uma grande Nação, livre de perseguições antidemocráticas.

       Celso Pereira Lara

sexta-feira, 9 de julho de 2021

608-Momento crítico-II

 Cada vez mais o estresse político se faz presente. São afrontas que surgem de vários lados, como se não existisse independência entre os poderes.

A CPI da Covid ousou enviar uma pequena carta ao presidente da República, para ele confirmar o teor das declarações prestadas pelo deputado Luís Miranda e o seu irmão, a fim de saber se eles estavam mentindo ou falando a verdade, e também para responder se o líder na Câmara é um homem honesto. Esse pedido foi mais um ponto da falta de senso dos líderes da CPI, que chega a ultrapassar a barreira do ridículo! Lógico que qualquer que fosse a pergunta endereçada a Bolsonaro, não mereceria resposta, pois os senadores dessa Comissão não têm a menor moral para se dirigirem ao Chefe da Nação, quanto mais dessa forma. E por isso o tempo passou e ficaram sem resposta por escrito. Mas Bolsonaro soube muito bem deixar um recado para eles: "Eu não vou responder nada para esses caras. Não vou responder nada para esse tipo de gente, em hipótese alguma, que não estão preocupados com a verdade e sim em desgastar o governo. "Hoje, o Omar, o Renan e o "saltitante" fizeram uma festa lá embaixo, na Presidência, entregaram documento para eu responder pergunta à CPI. Sabe qual é minha resposta, pessoal? Caguei. Caguei para CPI. Não vou responder nada", disse Bolsonaro em live.

Os ataques feitos às Forças Armadas, pelo presidente da CPI da Covid, Omar Aziz, não foram bem recebidos, por isso o Ministério da Defesa emitiu Nota a respeito, enfatizando que houve desrespeito ao generalizar esquemas de corrupção, ao acusar de forma leviana uma instituição que goza de elevada credibilidade junto à sociedade. A Nota finaliza afirmando que não aceitarão qualquer ataque leviano.

O senador Omar não se conteve, e junto com outros senadores foram até o presidente do Senado para reclamar da Nota. Mas Pacheco conseguiu acalmar os ânimos dos aloprados.

E, por causa disso, o Comandante da Aeronáutica também sobe o tom e manda recado para Omar Aziz: “Cada instituição do país tem a obrigação de se preocupar com a democracia e o respeito às instituições. E nós, instituição militar, não abriremos mão disso”, afirmou. “Nós não enviaremos 50 notas para ele. É apenas essa.”

O presidente Bolsonaro não abre mão do voto impresso auditável. É a vontade do povo que está em jogo, para garantia da transparência nas eleições 2022. Sabemos que o atual sistema eletrônico de votação tem tudo para eleger Lula, tanto é que a oposição está contra a PEC do voto auditável.

Em sua live, Bolsonaro foi categórico: "Ou fazemos eleições limpas no Brasil ou não temos eleições". A postura tem que ser firme contra o golpe em curso, que envolve desde o STF até a imprensa, passando por institutos de pesquisas, emissoras de TV e Congresso. Por que eles temem tanto dar transparência ao sistema eleitoral? 

O presidente continua dentro de seu quadrado, apenas alertando aos outros poderes que a sua decisão é irrevogável. 

Para fazer frente a essa onda de ataques vindos de todos os lados, o presidente resolveu aumentar a carga de sua artilharia. Partiu pra cima do ministro do STF, Barroso, ao saber que ele tenta desqualificar a PEC do voto impresso auditável, chamando-o de idiota, e lamentando ter que falar isso para uma autoridade da Suprema Corte. Possivelmente, Barroso estaria fazendo isso a pedido de "Daniel".

O índice de rejeição a Bolsonaro é o maior desde início do mandato: 51% das pessoas consideram o Governo ruim ou péssimo, e essa marca só foi superada por Fernando Collor em 1992, segundo pesquisas do DataFolha do dia 8. Pelo jeito, até o dia das eleições 2022, o presidente deve chegar a 90% de rejeição pelas pessoas que são entrevistadas nessas pesquisas!

A criatividade da rede Globo, então, passa a ser algo tão sinistro que seus autores nem se dão conta de que todos os telespectadores já perceberam o jogo sujo que ela apresenta diariamente. Ela divulga resultados de pesquisas feitas com o propósito de mostrar que a população está insatisfeita com o presidente. São perguntas simples, tipo você acha o presidente um ditador? Bolsonaro agrada mais os ricos do que os pobres? E por aí vai... Haja!   

Bolsonaro continua sendo recebido pelo público cada vez mais aguerrido e aos gritos de mito em suas visitas aos estados. Desta vez aconteceu em Porto Alegre-RS, hoje (9). A euforia da multidão pela sua presença é de desmentir qualquer pesquisa de opinião que apresente queda nos índices de popularidade do presidente. Portanto, não há o menor sintoma de queda, pelo contrário, percebe-se que o povo enxerga Bolsonaro como o maior líder do mundo, e por ele vai fazer de tudo para reelegê-lo.

Celso Pereira Lara