SEITA, ONG e GRUPO que se dizem independentes
Como explicar que estudantes universitários se deixam
cooptar por esse tipo de seita? Há algo
de muito errado, assustador, sendo gerado no ventre da nossa sociedade. O medo
parece tomar conta das pessoas esclarecidas, aquelas que não querem nem ouvir
falar em ditadura, fascismo, comunismo ou radicalismos. Nesse cenário, para
onde estamos caminhando? Nas explicações quanto ao envolvimento partidário, Capilé e Torturra
saíram pela tangente, despejando vocabulário padrão petista e gerando
interpretações equivocadas. Não há nenhum doutor em Economia ou Finanças, na
face da Terra, que decifre a linguagem utilizada por eles para explicar o financiamento
da Seita e da ONG. Outra novidade é que eles se utilizam de moeda própria
(moeda paralela!) que ninguém sabe o que é ou como funciona. Para os simpatizantes, os dois representantes desses novos
movimentos, na entrevista, deram um show e uma aula de comunicação (!). Os
líderes fazem críticas
à grande mídia e declaram que o objetivo é se transformarem em grande rede que
abranja o país inteiro, entretanto esquecem-se de que assim agindo estariam
ocupando o mesmo espaço da grande mídia, ou seja, uma clara tentativa de
dominação jornalística no país. Decerto que isso é muito grave e preocupante,
na medida em que se valem da nossa ainda débil democracia para por em prática
métodos utilizados em países comunizados. É bem
verdade que a Mídia Ninja foi criada juntamente com o PSOL, em fins 2005, e tem
fortes laços políticos com a cúpula do partido, entretanto, não se pode
desprezar o envolvimento com a cúpula petista, o que induz a acreditar que
também faz parte dos projetos inconfessáveis do PT. Há registros de que a ONG
Coletivo Mídia Ninja recebe ajuda dos governos federal e municipal do PT, em
São Paulo. Por outro lado, Capilé afirma que não recebe financiamento do partido,
porque sua ONG seria autossustentável (!). Observa-se que essas organizações nasceram no vácuo de uma
geração que só conhece o PT, com a sua forma de governo e falta de ética para
tratar de qualquer assunto de interesse da sociedade. Jovens universitários, que
abrem mão de ambições individuais em troca de uma vida compartilhada, de uma
existência coletiva em que dividem quartos, roupas, espaço, e abdicam de tempo
livre em nome da construção de “algo novo”, ainda que sem receber remuneração
alguma, das duas, uma: ou são inocentes, despreparados politicamente, ou o
fazem pelo idealismo revolucionário impregnado nas salas de aulas e nos diretórios
acadêmicos das universidades do Brasil. O que causa muito temor é o fato de que
nas casas coletivas já está implantada e funcionando a ideologia marxista,
levando a consciência coletiva a ficar cada vez mais dependente de seus
algozes, os quais a conduzem à submissão radical, intelectual e psicológica. Não
é sem motivos que os relatos das pessoas que conseguiram escapar dessas seitas
são chocantes e abomináveis ao extremo. Além do mais, servem para alertar os
poderes constituídos da iminente possibilidade de um “Golpe Comunista 2014 no Brasil”.
Celso Pereira
Lara
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