sábado, 30 de janeiro de 2021

570-A firmeza do presidente

 É preciso ter um saco de Papai Noel para aguentar tanta crueldade que a esquerda inventa, diariamente. Ninguém é de ferro!

De tanto ver e ouvir acusações levianas, vindas de jornalistas e comentaristas políticos das emissoras de TV, rádio e internet, chega o momento em que não dá mais para suportar. São palavras carregadas de maldades, dirigidas ao presidente diuturnamente com o propósito de desqualificá-lo e desmerecer a gestão do governo federal. Tudo o que o presidente faz ou fala, é motivo para a esquerda distorcer o conteúdo e transformá-lo em pontos negativos, em forma de fake news. Artifício que não convence aos mais antenados, e sim àqueles que não acompanham as postagens dos bolsonaristas e as Lives diárias do presidente.

A esquerda não para de crescer, e os seus afetos já não escondem mais o amor que nutrem por ela, apesar de o Brasil estar nessa situação por causa dos governos socialistas. Agora, a esquerda conta com o apoio total do "MBL" e do "Vem Pra Rua", que deixaram de ser movimentos de rua, a favor do presidente, para se prestarem ao papel de opositores radicais ao governo federal. Preferiram ficar do lado da resistência, já que a facilidade ou possibilidade de se obter votos nas eleições é bem maior. Aquela liderança que havia no passado, existiu por causa da falsa pretensão quando se intitulavam de centro-direita, da mesma forma que o PSDB. Mesmo que o PSDB não queira se intitular de esquerda, o partido conviveu 20 anos com o PT, sugando as tetas do governo e na ambição de se perpetuarem no poder. Isso explica a aproximação dos dois movimentos de rua, ao atacar o presidente, visando um palanque acolhedor entre seus pares esquerdistas. Os interesses próprios se sobrepõem aos interesses que deveriam favorecer a nação e o povo brasileiro.

Bolsonaro fez xingamentos à imprensa durante um almoço em uma churrascaria de Brasília, em evento com a presença de dois ministros e de personalidades que apoiam o presidente: "... vão pra PQP, porra! Leite condensado é para enfiar no rabo da imprensa". Resposta dada às críticas sobre os gastos com leite condensado no Executivo. Se foi uma ofensa à mídia, se não havia necessidade de um presidente se manifestar dessa maneira, se foi falta de pudor ou qualquer coisa que classifiquem, isso é melhor deixar por conta de seus opositores que estão acostumados a levar pancadas e não tomam vergonha. Sabem que Bolsonaro não aceita ironias, chacotas ou acusações de malversação do dinheiro público. O mais ofendido nessa história toda é o próprio presidente, e que por isso não aceita ser tratado como saco de pancadas. Sabem que estão a mexer em casa de marimbondos, e as respostas vêm sendo dadas na proporção do enfrentamento. Portanto, não mexam com quem está quieto, deixem o presidente trabalhar!

O presidente da República foi eleito justamente para enfrentar o establishment e desfazer tudo que de pior existe na política brasileira. Essa foi a bandeira de sua eleição! Sabíamos que ele teria pela frente uma resistência inimaginável – fruto de 20 anos de desgovernos e aparelhamentos -, e que esse primeiro governo seria apenas para mostrar os verdadeiros patriotas que seguiriam a seu lado, fiéis aos valores cristãos, e também para tentar acertar a troca de ministros do STF e a presidência da Câmara. Uma vez acertados, o governo ganharia fôlego para prosseguir em seus projetos que se encontram engavetados por Rodrigo Maia, desde o início do governo. Maia deixará a presidência da Câmara no primeiro dia de fevereiro, e há grande possibilidade de se eleger o deputado Arthur Lira (PP-AL), apoiado pela liderança do governo. Essa é a melhor notícia até agora, e espera-se que as mudanças aconteçam no sentido de fazer o Brasil prosperar. Afinal, leite condensado ajuda a fortalecer a tropa e saciar a fome nos momentos de crise!

Celso Pereira Lara

sábado, 23 de janeiro de 2021

569-A resistência não prospera

Na política, ser honesto é ser inconveniente! E a intenção dos políticos é justamente afastar essa figura do meio deles.

Já são mais de 60 o número de pedidos de impeachment do presidente Bolsonaro, os quais estão dormindo na mesa do presidente da Câmara por falta de quórum e principalmente por falta de apoio popular, fundamental para desencadear o processo. Ou será que alguém acredita que, se houvesse um clima favorável, o Maia não teria dado prosseguimento? Lógico que sim! Então, dezenas de aproveitadores pedem impeachment apenas para causar a sensação de que o presidente é corrupto, ou suspeito da prática de crime, ou de conduta inadequada para o cargo, ou incompetente para gerir a pandemia no Brasil, mas na realidade não se tem a materialidade dos fatos.

As carreatas dos dias 23 e 24 de janeiro, que pediam “impeachment, já!”, “Fora, Bolsonaro!” e “Vacina, já!”, como sempre, não passam de pingados militantes, provando o fracasso do movimento que não tem “cheiro de povo”. Calcula-se que mais da metade dos manifestantes eram militantes de partidos políticos da esquerda radical, da UNE, do MTST, MBL, Vem Pra Rua e de outros movimentos sociais. Em Brasília, não chegou a 500 veículos; em São Paulo, um pouco mais, e nas outras capitais foi um fiasco, evidenciando o vexame da baixa participação popular e comprovando que a maioria do povo está a favor do Governo. No entendimento dos líderes do movimento, “o descaso com a Covid-19 e a crise econômica aumentam possibilidade de impeachment de Bolsonaro”.

Entretanto eles não levam em consideração que a crise econômica não foi causada pelo presidente. Foram bilhões de reais enviados pelo Governo federal a governadores e prefeitos, mas a consequência do caos deixado por eles é maldosamente debitada na conta do Bolsonaro. Fingem não entender e aproveitam para cobrar do presidente.

A pandemia veio para mostrar o quão as pessoas são mal intencionadas. Poucos dias após a entrega, surgiram denúncias de sumiço de 60 mil doses da vacina Coronavac no Amazonas. Criminosos não querem saber de salvar vidas – nunca se importaram com isso -, mas sim de se aproveitarem da situação. São oportunistas em essência!

Pessoas ligadas a políticos preferiram fazer uso desse prestígio para furar filas de vacinação. Um gesto típico de querer se dar bem, sem se preocupar com quem mais necessita da vacina. Uma atitude condenável do ponto de vista humanitário. Farinha pouca, meu pirão primeiro!

O governador Doria deixou a vergonha de lado e assumiu o protagonismo de competir com o presidente do Brasil, valendo-se de qualquer oportunidade para se promover e buscar reconhecimento. O oportunismo ficou claro quando foi exibido o vídeo em que Doria estava ao lado da enfermeira que tomava a primeira dose da Coronavac no Brasil, no mesmo instante em que a vacina estava sendo aprovada pela Anvisa! Além de garoto-propaganda da Coronavac, foi um marketing político, visando colher dividendos para a sua candidatura à Presidência, em 2022. Mas, cá pra nós, aumentar impostos no Estado de São Paulo, durante a pandemia, e aplicar lockdown parcial, que prejudica ainda mais as atividades comerciais, não estariam a revelar o fracasso de sua administração nessa crise? Agindo assim, Doria não seria eleito síndico de prédio nem aqui nem na China!

Na pandemia, não se admite o pânico causado pela manipulação da mídia, que sordidamente prefere esconder os números de doentes recuperados e revelar de forma hitchcockiana o aumento das mortes e dos novos casos da doença. Diariamente, vários noticiários deprimentes – seguidos de ataques maldosos a Bolsonaro – são vistos por aqueles que assistem a essas emissoras de TV. A impressão que dá é que, pelo estardalhaço das notícias, já morreu metade da população brasileira! E isso tudo com a intenção de jogar na conta do presidente. Todavia o próprio Bolsonaro vem desfazendo as fake news em sua live diária.

Celso Pereira Lara

        

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

568-Mini retrospectiva 2020

Não podemos dizer que 2020 não foi um ano bom, apesar do jogo sujo dos políticos e do STF, e da desgraça causada pela pandemia de Covid-19.

Só o fato de Lula e o PT estarem enterrados na lama, deixada pela corrupção que eles próprios criaram - e, por isso, Lula está fora da disputa política causada pelas condenações da Justiça -, já é uma grande conquista da população brasileira. Tentam a todo custo lançar candidatos aos pleitos federal, estadual e municipal, mas, ao final da apuração, o resultado é cada vez mais desastroso. Já foi o tempo em que as bandeiras vermelhas com a estrela, símbolo do PT, ocupavam espaços nos palanques e nas manifestações de rua. Atualmente, nem com 50 reais, pão com mortadela e refresco, se consegue contratar militantes para realizar uma pequena manifestação. Todos já sabemos: Lula e PT estão fora do cenário político.

Desde a posse do presidente patriota, foram muitas as traições por parte de ministros, secretários, deputados, senadores, prefeitos e governadores que se elegeram nas asas de Bolsonaro. Lógico que houve desligamentos sumários do governo, ao se confirmar a traição. Contudo, ainda há milhares de petistas e esquerdistas alojados nas prefeituras e estatais do Brasil, fruto do plano de aparelhamento das instituições, ocorrido nos governos do PT, para garantia de sua reeleição ou perpetuação no poder.

No congresso, os grandes projetos de governo ou foram bastante desidratados para aprovação ou permanecem engavetados. Tentam colocar em pauta, com a condição de toma-lá-dá-cá (criação de cargos ministeriais), mas nada acontece, conforme prometido em campanha pelo presidente da República. Foram dois anos nas mãos de Maia e Alcolumbre, que contavam com o apoio da maioria dos congressistas nas duas Casas legislativas. Não bastasse isso, temos as grandes mídias cobrando de Bolsonaro os projetos que estão congelados, culpando-o de não saber 'dialogar' ou 'negociar' com o Congresso. Todos fingem não entender, mas o objetivo é alfinetar o presidente, na tentativa de enfraquecer o governo!

A pandemia serviu para mostrar os verdadeiros apoiadores de Bolsonaro e os verdadeiros aproveitadores do dinheiro público! A verba federal, distribuída aos estados e municípios para o combate ao coronavírus, foi alvo de desvios, a olhos vistos, na compra sem licitação de respiradores para os hospitais, ou na suposta compra desses aparelhos. A festa com o dinheiro público se espalhou por todo o país, deixando de lado o principal, que é o combate à doença, para cuidar da fraudemia. Enquanto isso, o povo sofrendo as consequências dessa irresponsabilidade de alguns prefeitos e governadores. Isso prova que eles não foram eleitos ou reeleitos para cuidar da população, mas sim para continuar o processo de corrupção que se instalou em governos anteriores.

Os ataques massivos ao presidente, pelas redes sociais, jornais e TVs, foram a principal forma de tentar fazer com que ele não conseguisse governar. Eles não se conformavam com o resultado da eleição, que, no entender dos grandes jornalistas e comentaristas políticos à época, Bolsonaro nem chegaria ao segundo turno. A vergonha que a esquerda passou não tem tamanho! Daí, partiram para uma resistência escancarada, apelando pela contestação de qualquer palavra dita pelo presidente. Tudo era motivo para notícias fake. A rede Globo, pelos seus comandantes do Jornal Nacional, não se cansou de pedir desculpas pelos erros cometidos de propósito. Vergonha Nacional. Bolsonaro sempre teve razão!

Como não havia meios de derrubar o presidente, os ministros da Suprema Corte iniciaram um processo de caça às bruxas. Mandaram investigar os autores das notícias falsas, que até hoje não foi concluído pelo Congresso. O que se sabe é que Joice Hasselmann, que fazia parte da CPI das fake news, teve um áudio vazado, no qual ela mandava sua secretária produzir fakes contra Bolsonaro. Isso foi um descrédito imenso para a CPI. Não se contentando com isso, as perseguições sem provas continuaram contra famosos jornalistas apoiadores de Bolsonaro. Houve prisões arbitrárias, ao arrepio da lei. É assim que as coisas funcionam no STF. 

Contudo, aos poucos, as peças vão se encaixando e o cenário passa a ficar mais favorável à governabilidade.

O chileno Maia, presidente da Câmara dos Deputados, não pode concorrer à reeleição e, por isso, deixará o cargo em 31 de janeiro de 2021. Da mesma forma, Alcolumbre, presidente do Senado Federal. Como não poderia deixar de ser, ambos foram denunciados pela Lava Jato em Curitiba!

No STF, as mudanças de ministros já começaram, apesar de que, o perigo de uma bomba-surpresa acontecer na calada da noite, não pode ser descartado!

A pandemia se aproximando do fim.

Lula e o PT não representam nenhum perigo para o país!

Parlamentares do Centrão mostrando sinais de aproximação ao governo, visando a sua possível reeleição na sombra de Bolsonaro em 2022.  

Portanto, o próximo ano tem tudo para ser bem melhor.

Celso Pereira Lara

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

567-Saidinha perigosa

 O indulto de Natal não contribui em nada em relação ao cumprimento de pena, e o criminoso tem a seu dispor a facilidade de voltar a delinquir nesse curto período de liberdade. 

Aos criminosos, tudo. Aos familiares das vítimas, que se lasquem! Só serve para estragar o Natal da população do bem.

Todo ano temos notícias tristes causadas por essa premiação a criminosos condenados, e na outra ponta familiares das vítimas manifestando indignação. Apoiar-se no espírito maior de fraternidade que ocorre em dezembro para conceder benefícios aos julgados pela lei, ainda que não tenham sido por crimes hediondos, só serve para incentivar a criminalidade e hostilizar a sociedade do bem que muito implora por justiça e segurança pública.

Os direitos atribuídos por lei aos apenados ultrapassam os limites do bom senso jurídico, quando se sabe que, durante o julgamento, foram levadas em consideração várias formas de benefícios arbitrados pelo juiz, até chegar à decisão de condenação e prisão. Dessa forma, não faz sentido premiar o criminoso com mais benefícios previstos em lei, pois assim ele estaria sendo privilegiado duplamente. Conceder benefícios a assassinos é desprezar o direito de a sociedade viver em tranquilidade.

Cada vez mais o povo fica desacreditado da aplicabilidade das nossas leis, em relação à criminalidade. Não bastasse isso, temos presenciado soltura de condenado em segunda instância, por crime de corrupção, mesmo tendo sido esgotados todos os recursos possíveis. Alguns governadores e prefeitos aproveitam-se da pandemia para mostrar as suas garras, proibindo o povo de ir às praias e fazer aglomerações em locais públicos, inclusive em suas próprias residências para comemorar festas natalinas. Vivemos momentos difíceis que tolhem a nossa liberdade de ir e vir, inclusive a de expressão. O fato de usarmos máscaras para nos proteger da Covid-19, combinado com as criativas mordaças do dia-a-dia, nos levam a pensar para onde estamos sendo conduzidos. A cominação que nos assusta é a mesma que existe nos países socializados ou comunizados. Estamos presenciando um momento da democracia em que todos mandam, menos o presidente da República!

O cumprimento de pena não se restringe apenas ao castigo puro e simples. Ele vem carregado de benefícios previstos e não previstos em lei. Convivemos com a lei que pune e com a lei que despune. Enquanto isso, os delinquentes aproveitam-se para praticar qualquer tipo de crime, na certeza de que no final ele será agraciado pelas benesses que se encontram a seu dispor. 

A saidinha de Natal enfraquece as decisões judiciais e fortalece o sentimento de revolta da população, considerando que a cada ano as tragédias se tornam maiores. O povo brasileiro está sendo oprimido de todas as formas, até o momento em que acordar, de fato, e fazer valer o seu direito de livre manifestação nas ruas, como última forma oferecida pela democracia brasileira em frangalhos.

Celso Pereira Lara

domingo, 6 de setembro de 2020

566-Só depende do voto

 Que nas próximas eleições predomine a sabedoria dos eleitores!

Políticos comem pastéis junto ao povo, prometem coisas magníficas, mas depois de eleitos nada fazem! Já se foi o tempo em que eram chamados de legítimos representantes do povo. Vivem de falácias, de hipocrisia, enquanto os seus eleitores lhes dão mais um voto de confiança a cada eleição. O que existe é uma política nefasta, que prefere manter o povo na desgraça para poder vender esperanças. Triste realidade!

Vivemos num país em que os políticos criminosos recebem todo tipo de proteção, seja do próprio foro privilegiado, seja do abrigo de seus pares nas Comissões da Câmara ou do Senado, do travamento das investigações, da prescrição de processos e outras formas de evitar punições. Ou, então, quando são julgados e condenados à prisão, conseguem a soltura por meio de decisões arbitrárias da mais alta Corte. Um verdadeiro incentivo à roubalheira! E as constantes investidas para exterminar a Lava Jato são a prova de que a prevalência da impunidade tem um valor incalculável para os criminosos.

Lula, que prometeu combater os malfeitos, permitiu que desviassem recursos bilionários dos cofres públicos durante os seus mandatos. Recentemente, na Câmara, o PT, o PCdoB e o PSOL acabaram de mostrar sua verdadeira face, ao votarem contra um Projeto de Lei que dobra penas para crimes de corrupção durante a pandemia.

Nessa crise pandêmica, a corrupção se revelou descarada, garantida pela certeza da impunidade. Logo no início da quarentena, o grande medo que pairava no pensamento das pessoas, principalmente no dos comerciantes, era o fato de que, com a decretação de lockdown, os mais necessitados iriam invadir os comércios em busca de alimentos, por causa da fome e desemprego. Entretanto, o que vimos foi um fato inacreditável: alguns governadores e prefeitos aproveitaram-se da oportunidade para saquear, em torno de 60% da verba federal, por meio de compras superfaturadas ou supostas compras. A fraudemia foi mais importante do que o coronavírus!

Desvio de verbas é, acima de tudo, desvio de caráter, um mal que ainda carece de cura. O corrupto está sempre atento e, aonde tem movimentação de dinheiro, ele aguarda uma oportunidade para se manifestar. A sua cura não depende de uma vacina produzida em laboratório nem de um remédio de comprovação científica; o melhor combate à corrupção está na renovação dos políticos. Esse é o antídoto a ser aplicado, e depende, apenas, dos eleitores nos próximos pleitos, apesar de o voto impresso ter sido considerado inconstitucional.

A sensação de impunidade atribuída aos políticos tem reflexos em toda a sociedade, principalmente entre aqueles que praticam crimes de violência ou contrabando de armas e drogas. Para esses criminosos, quanto maior a corrupção e a desordem jurídica instalada no governo, melhor é a sua atuação na criminalidade. Não bastasse tudo isso, o direito dos marginais, agora, chegou a atingir o pico da curva do inacreditável, ao ser sacramentado por uma decisão da mais alta Corte de Justiça do país. E, com esse fato, os bandidos comemoram uma vitória jamais vista no submundo do crime. Uma decisão - saída de uma votação realizada de forma eletrônica no plenário virtual - que impõe restrições a operações policiais nas comunidades do Rio de Janeiro, tais como limite ao uso de helicópteros e proibição de bases operacionais. 

Dessa forma, a população carioca fica jogada à própria sorte, enquanto a bandidagem do tráfico de drogas e armas cresce livremente e tem o seu faturamento aumentado e garantido. Além de tudo, abre espaço para guerra entre facções. Todo o trabalho desenvolvido na segurança do Rio de Janeiro, que contou com a ajuda de militares do Exército, foi jogado no lixo por essa decisão motivada por uma ação apresentada pelo PSB, para limitar a atuação policial devido à crescente letalidade nas operações. Ou seja, os policiais estavam matando bandidos demais, então, era preciso conter as estatísticas!

Celso Pereira Lara

sábado, 22 de agosto de 2020

564-As traições não param

Vitória do governo na Câmara, derrota no Senado, e as traições na base de apoio parlamentar do governo continuam em alta.

A cada projeto a ser aprovado no Congresso, novas revelações acontecem. Deputados ou senadores que foram eleitos pela sigla do partido do presidente da República preferem votar a favor de interesses pessoais, esquecendo-se do povo que os elegeu. Isso vem ocorrendo desde a primeira votação no Parlamento, a partir do momento em que o novo governo assumiu o controle do país.

Esse fato, cuja intenção seria desmantelar o governo Bolsonaro, revela o interesse pela volta dos governos onde predominavam os malfeitos aos olhos da população. Com o atual governo impedindo as negociatas indecentes, podemos observar claramente o desespero de senadores e deputados no momento da votação de projetos que são favoráveis ao fortalecimento do governo.

Os parlamentares não levam em consideração o resultado de um projeto de governo que visa ao bem do povo e ao crescimento da nação. Isso é somenos importante! A prioridade, para eles, é mostrar que a oposição é mais forte e que o presidente depende deles para governar, ainda que isso venha custar a destruição do país.

As tentativas de desqualificar o ministro da Economia, Paulo Guedes, vêm acontecendo desde a sua posse, e nenhuma consegue desestimulá-lo de seus objetivos. Mesmo com a pandemia da Covid-19 – que impedia o funcionamento de muitos comércios e muitas indústrias –, Guedes soube conduzir o país com competência, mostrando sinais de recuperação econômica. Nessa crise, o ministro saiu fortalecido e reconhecido pelas comunidades internacionais, o que fez com que a oposição ficasse ainda mais desesperada.

O governo pretende congelar os salários do funcionalismo público até final de 2021, para evitar uma despesa de 130 bilhões – daí surgiu o veto do presidente –, mas os senadores não querem saber se a derrubada do veto prejudicaria a governabilidade. Os interesses dos políticos apontam na direção de sua própria reeleição, ao defender os reajustes salariais do funcionalismo público. Dane-se o país. 

Nesse momento de grande falência do comércio e aumento do desemprego, os funcionários concursados do governo – com salário e emprego garantidos – também deveriam dar a sua cota de contribuição, para que o país possa sair dessa crise agravada pela pandemia. Com o veto do presidente, a contribuição dos funcionários públicos já está sendo dada. Nesse sentido, é tempo de os políticos e os ministros do STF reconhecerem que os seus privilégios e benefícios financeiros vão muito além dos limites do bom senso ou da realidade brasileira. A cota de sacrifício tem que ser para todos, principalmente para essas duas classes superprivilegiadas que sugam as tetas do erário público.

O Presidente da República tem o direito de não concordar com o conteúdo de determinado projeto de lei aprovado pelas Casas Legislativas do Congresso Nacional. E, quando a matéria é considerada contrária ao interesse público, o presidente lança mão do veto, uma prerrogativa ou um instrumento político de que se pode valer.

A derrota do governo no Senado não foi suficiente para convencer os deputados. Na Câmara, então, o veto do presidente foi mantido. Vitória final do governo Bolsonaro.

O que se pôde extrair de bom dessas votações nas duas Casas é o fato de as traições não pararem de acontecer. São traições praticadas por parte daqueles que deveriam estar ao lado de Bolsonaro, defendendo suas ideias e seus projetos políticos, pois foram eleitos no bojo das campanhas pelo PSL. Os traidores se revelam a cada oportunidade de destruir o governo.

Celso Pereira Lara


domingo, 2 de agosto de 2020

563- A liberdade no Brasil é relativa

Há plena liberdade para uns e não há para outros. Basta ser da oposição ao governo para ser um privilegiado.

A liberdade de expressão do povo brasileiro é relativa porque vive ao sabor dos impulsos de momento dos que deveriam ser os verdadeiros guardiões da Constituição. É um direito constitucional de todo e qualquer indivíduo a liberdade de manifestar seu pensamento, sem censura, desde que não agrida ou ofenda outrem.

E será sempre relativa, pelo menos enquanto os atuais ministros, indicados para o Supremo, estiverem legislando e julgando em benefício próprio. Próprio porque tentam a todo custo se livrar do peso que recai sobre os seus ombros, por terem se envolvido em situações nada republicanas.

A liberdade de expressão, para os sinistros da Suprema Corte, é assegurada pelo artigo 5º da Constituição Federal. Sim, essa liberdade deveria ser assegurada pela Carta Magna se de fato os guardiões levassem a sério os princípios constitucionais. A permanência dos ministros no STF pressupõe a salvaguarda dos valores constitucionais contra as tentativas de defraudações.

Criam a falsa sensação de que o Brasil é um país onde a liberdade de manifestação e expressão fortalecem a democracia, e quando manifestantes pró-governo se instalam em Brasília, logo aparecem os noticiários na mídia para classificá-los de fascistas e outras denominações extremistas, mesmo considerando que essas manifestações são sempre pacíficas, com muitas bandeiras do Brasil, numa demonstração clara de patriotismo. Só está faltando uma decisão do Supremo que proíba qualquer tipo de aglomeração do povo no entorno do Congresso!

Temos um STF que defende veementemente a liberdade de imprensa, de expressão, e a própria democracia, quando se trata de atos praticados por pessoas da oposição em ofensa ao governo, entretanto, seus togados são os principais atores da censura ou da repressão àqueles que ousam fazer alguma crítica ao Supremo ou aos seus ministros, quando se trata de membros ou apoiadores do governo.

Vivenciamos as mais graves e tiranas ações persecutórias contra a liberdade de expressão, através das plataformas da internet. Extrapolando de suas competências, o ministro Alexandre de Moraes intimou o presidente do Facebook Brasil a cumprir ordem de bloqueio de doze perfis bolsonaristas na rede social, no Brasil e fora dele. A justificativa se baseia na necessidade de interromper discursos criminosos de ódio supostamente praticados pelos apoiadores do governo, que, recentemente, foram alvos de buscas e apreensão em operação da Polícia Federal.

Precisamos, mais do que nunca, manter nosso espírito intrépido, para combater de forma pacífica e determinada essas perseguições. Elegemos o presidente Bolsonaro nas urnas, não votamos em ministros do STF. Portanto, eles não podem ficar governando o país por meio de suas decisões esdrúxulas. Todos os togados foram nomeados por ex-presidentes investigados, que fazem oposição ao governo, e a eles devem favores impagáveis ou se prestam a submissão irrestrita. No fundo, trata-se de um alinhamento ideológico com a esquerda corrupta! 

Parece que o Brasil é o único país no mundo onde se persegue e manda prender apoiadores de um governo democrático. Se isso não for uma ditadura do judiciário, de qualquer forma, a democracia já deixou de existir. 

Celso Pereira Lara


sexta-feira, 26 de junho de 2020

562- Lula, PT e Conservadorismo

A cada obra realizada pelo atual governo significa jogar mais uma pá de cal sobre os cadáveres de Lula e PT.

Os presidentes petistas tiveram em suas mãos a oportunidade para fazer o Brasil crescer, todavia, preferiram viajar em visitas nada republicanas aos países comunistas, deixando o nosso entregue às moscas, durante 14 anos. Prometeram muito ao sofrido povo nordestino, mas não entregaram nada. De concreto, mesmo, somente o aparelhamento das instituições e os crimes de corrupção que o levaram a julgamentos e condenações de prisão.

A promessa das obras de transposição das águas do Rio São Francisco para a Região Nordeste do Brasil rendia, a cada eleição, milhões de votos aos candidatos petistas, pois tratava-se de uma necessidade básica da população do sertão nordestino. Aquele povo foi enganado maldosamente por Lula. Agora, o sonho foi realizado, pois o presidente Bolsonaro acaba de inaugurar a abertura de comportas desse projeto. Lula deve estar vermelho de ódio, bebendo ainda mais, por causa desse acontecimento tão cruel.

Os parlamentares petistas, quando não estão no governo, têm por hábito votar contra as propostas de interesse nacional. Eles sempre foram assim, e a poucos dias atrás a bancada do PT, no Senado, votou contra a proposta que regula o saneamento básico. Com a aprovação desse projeto, os candidatos petistas não têm mais o que prometer para arrancar milhões de votos dos eleitores nas próximas eleições. A cova do PT está ficando cada vez mais profunda.

Por outro lado, com a ascensão do Capitão Bolsonaro ao poder, o conservadorismo, que hibernava por várias décadas, veio à tona com força total. E a esquerda não imaginava que fosse aparecer uma polarização tão expressiva, a ponto de o STF assumir, sem a menor vergonha, o protagonismo dessa polarização. As perseguições aos conservadores são o foco da luta pela queda do presidente. As buscas, apreensões de computadores e câmeras e as prisões descabidas ajudam a comprovar que os apoiadores do presidente não precisam de ajuda financeira de empreiteiras ou de dinheiro vindo do narcotráfico. Jornalistas conservadores, de alta capacidade profissional e ilibada reputação, são presos a todo instante numa operação caça às bruxas. Nunca foi fácil ser conservador no Brasil, pois isso significa remar contra a corrente do mal diariamente e o tempo todo.

Vivemos momentos de grande apreensão no atual contexto político, em que prisões arbitrárias acontecem constantemente, e a cada dia uma notícia estapafúrdia revela que Maia, Alcolumbre e o Supremo juraram fidelidade até que a morte os separe. O desespero deles é de tal grandeza, que preferem praticar atos inconstitucionais ou antidemocráticos, mesmo sabendo que correm o risco de serem afastados do cargo a pedido do povo. Também as emissoras de rádio e TV participam, diariamente, de ataques ao Chefe da Nação. Não se pode eleger um presidente honesto e patriota! Para as emissoras, o governo do Presidente Bolsonaro tornou-se ameaça contra a liberdade de expressão. Elas sempre criam narrativas ou fake news.

Não se pode mais confiar em nenhum canal de TV instalado no Brasil. Para os conservadores, as emissoras de TV - a mídia em geral - prestam um desserviço à população, assim como as escolas e universidades públicas. Ainda bem que existem canais de comunicação nas redes sociais, os quais vêm crescendo em detrimento das emissoras ideologicamente esquerdistas. As verdadeiras notícias são encontradas nos canais de comunicação independentes que ocupam lugar de destaque na internet.

Por esses dias, tivemos o gritante caso de censura por parte da Band contra o jornalista Lacombe. O profissional foi afastado apenas por não compactuar com o discurso progressista imposto às redações da emissora. A matéria sobre o “comunismo chinês” foi o estopim para o afastamento de Lacombe. Corajoso, ele foi mexer logo no vespeiro! Conservadores não tem voz nem vez na TV brasileira. A Bandchinese deve trocar o apresentador bolsonarista por uma progressista, Marianna Godoy, ex-Globolixo, numa mudança radical no único programa que era assumidamente de direita da emissora. Sim, foi censura e ponto final. Ou você é de esquerda ou, então, tá fora! Para completar o caos social – em nome do projeto comunista do Foro de São Paulo -, só falta oficializar a censura nas redes sociais de internet, com a aprovação do PL2630/20, que tem votação marcada para o dia 30.

A preservação da ordem, justiça e liberdade são fundamentais para a manutenção da verdadeira democracia, assim como a preservação da família e religião são essenciais na manutenção das instituições sociais tradicionais. Esses são os valores defendidos pelo conservadorismo que o presidente tanto preza, e cujos seus defensores participam ativamente dessa batalha contra as ideologias diabólicas de esquerda. O conservadorismo tem tudo a ver com tradições e valores cristãos! 

      Celso Pereira Lara


sábado, 13 de junho de 2020

561-Tentativas vãs

Por mais que tentem, nada é capaz de enfraquecer o governo nem a postura do presidente!

Os maiores movimentos de rua, MBL e Vem Pra Rua - que nos governos Dilma se diziam contra a corrupção -, passaram a combater o atual presidente, nas redes sociais, sem que o Chefe da Nação tivesse algo que lhe possa atribuir como crime. O antifa Renan, do MBL, teve a petulância de gravar um pequeno vídeo para os seus seguidores, no qual fazia declarações de que estariam prontas diversas operações para derrubar o governo. E a primeira ação do MBL foi enviar a militante Cristiane, servidora do gabinete do vereador Holiday (membro do MBL), ao Palácio da Alvorada, com o objetivo exclusivo de proferir ataques ao presidente, na manhã do dia 10, durante a recepção da imprensa. A militante é atriz, mas não foi competente no desempenho de seu papel, pois Bolsonaro virou as costas para ela, e logo foi descoberta a trama. Ela e o MBL viraram motivo de chacotas nas redes sociais. Um fracasso logo na primeira tentativa! Por outro lado, o Vem Pra Rua não se cansa de postar em suas páginas provocações ao presidente. São movimentos de rua que enganaram o povo, durante anos, e agora estão mostrando o seu verdadeiro caráter, assim como Joice, Frota, Dória, Witzel e tantos outros traidores que tentam desestabilizar o governo.

A outra provocação do momento foi o fato de que Rodrigo Maia não está nem um pouco preocupado com o que pensam ou dizem a seu respeito. Mesmo diante desse turbilhão de denúncias contra a Joice – a rainha das fake news -, e em nome da democracia, Maia afrontosamente entrega a ela o comando da comunicação da Câmara, a responsável pela divulgação dos trabalhos dos parlamentares. E tudo caminha como nos velhos tempos dos governos petistas.

A resistência ao governo vem de todas as frentes de oposição, e ela vem crescendo porque conseguem arrastar aqueles que desconhecem os reais objetivos do presidente, e, por não terem conhecimento de tudo quanto vem sendo feito para o bem da nação, não são capazes de fazer um julgamento justo. Deixam-se levar pelas palavras dos inimigos, repetem os seus refrãos, engrossando a ala dos desesperados.

O aparelhamento das instituições ocorrido durante os governos petistas mostra muito bem para que foi criado! Basta ver que Lula cometeu crimes, foi julgado, condenado e preso, entretanto, cumpre pena em liberdade, graças ao seu indicado ministro do STF, numa decisão monocrática. E não há o menor interesse em levar a Plenário o julgamento da decisão do togado, pois Lula está solto e isso é muito mais importante. Na realidade, é bem melhor que permaneça dessa forma, porque se o julgamento for favorável à soltura de Lula, quase todos os processos contra ele poderão ser anulados.

É evidente que quando o STF, através de seus ministros, outorga para si o papel de controlador máximo dos poderes brasileiros, assume também, sem sequer ter recebido um voto do povo, o controle da nação e de seu governo. O Supremo pode tudo, em nome da independência dos poderes. Interferir em outro poder é ferir o estado democrático de direito, e isso a Suprema Corte não vai permitir. Todavia, ela acaba de cometer uma barbaridade ao atender a propostas infames do PDT, que pediu para definir os limites de atuação das Forças Armadas, quanto à interpretação do Art.142  e outros da Constituição. O ministro Fux atende, por decisão monocrática, ao pedido do partido integrante do Foro de São Paulo, e decide que as Forças Armadas não são poder moderador em eventual conflito entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.

Investidos de poderes supremos, posando de defensores da moralidade e da democracia, essa equipe de togados, movida por interesses nada republicanos, acaba de aplicar um golpe nas instituições e na Constituição, para se blindar de eventual ataque à sua soberania. Entende-se que ficou estabelecido que o Supremo passa a comandar as FFAAs, ditando o que elas podem ou não fazer. Esse golpe não agradou nada aos defensores das Forças Armadas, e as notas de repúdio passearam pelas redes sociais. Talvez tenha acirrado os ânimos dos militares a partir de então! O presidente eleito pelo povo não pode ficar refém de decisão nenhuma que venha de outros poderes. A Constituição do Brasil confere ao presidente da República o cargo de Chefe Supremo das Forças Armadas, e o STF não tem nada que se meter nisso.

Os parlamentares sabem das provocações e das artimanhas que eles mesmos aprontam para derrubar o governo, sabem também que já esticaram demais a corda, e por precaução recorrem aos seus amigos do STF, para que os ataques possam continuar cada vez mais fortes. Essa é a verdadeira intenção do PDT comunista.

O que resta bem claro nessa investida de limitar os poderes das Forças Armadas é que o Supremo está sinalizando que o julgamento da liminar que soltou Lula está na iminência de acontecer, e que sem dúvida os votos dos togados serão a favor da liberdade do petista.

       Celso Pereira Lara