sábado, 6 de junho de 2020

559- O governo se fortalece

A guerra contra o governo começa a ganhar novos contornos. Revelação de crimes cometidos por seus opositores e a fatídica derrota da emissora de TV.

Menos uma ferrenha opositora do atual governo. Deveria sumir do mapa político! A verdade há de prevalecer, ainda que os fatos demorem a chegar! A fila de traidores e corruptos é por demais extensa, todavia haveremos de assistir à queda de um por um até o final. Esse é um dos principais objetivos do governo de direita, e foi por isso que elegemos Bolsonaro.

Parece que a temporada de denúncias sobre corrupção ou crimes cometidos contra o presidente Bolsonaro já começou, e muito bem. Temos conhecimento de pagamento de respiradores que nunca existiram, de mega hospitais de campanha superfaturados e ainda vazios, a espera de pacientes da próxima pandemia ou quem sabe da Covid-20?

E quem diria que a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, convidada para falar mal do presidente Jair Bolsonaro na CPMI que investiga as fake news, ficaria envolvida até a alma com divulgações de notícias falsas? Logo ela que publicou em suas redes sociais que o presidente tem uma milícia virtual para intimidar críticos, opositores e dissidentes! E que havia no Planalto o gabinete do ódio liderado pelo Capitão!

Primeiro, foi o áudio vazado, em abril, pedindo a criação de perfis nas redes sociais para defende-la das milícias e dos robôs. Na gravação, ela cita especificamente o Twitter e o Instagram. E, agora, ex-funcionários de Joice revelam áudios e conversas em que ela manda criar perfis fakes para promover ataques virtuais contra bolsonaristas. Portanto, a Peppa acusa os outros daquilo que ela mesma faz. O gabinete do ódio é o seu gabinete na Câmara! Detalhe grave: utilizou dinheiro público para montar uma máquina de destruição de reputações.

Joice deveria ter o seu mandato cassado em votação unânime e sumária, mas como acreditar nesse fato, numa Câmara de deputados, cuja maioria está envolvida em corrupção ou tem predileção pela deputada opositora ao governo? É lógico que o circo será montado no Congresso, e a condenação dela será adiada o quanto puderem.  

Por esses dias, cientistas pedem desculpas por erro no combate ao coronavírus. Autores pedem retratação de estudo sobre cloroquina publicado na The Lancet e pesquisa é despublicada, ou seja, avisaram que não podem garantir a veracidade dos dados usados na pesquisa. O remédio de Bolsonaro, indicado por ele desde o início de março já começa a fazer efeito positivo naqueles que o condenavam, inclusive, a própria OMS começa a rever seus conceitos e se dobra à pesquisa da cloroquina, ao autorizar a retomada de testes com esse remédio. O que dizem os pseudocientistas políticos a esse respeito?

E nesse longo período, enquanto se aguarda a vacina da ciência, tão recomenda pela Globolixo, ministros demitidos e demais infectologistas e palpiteiros políticos, milhares de vidas poderiam ter sido poupadas de todo esse sofrimento que a própria emissora expõe diariamente com toda aquela exibição de gráficos estatísticos, montados para comover a população e tentar maior audiência. Incluem-se também os governadores e prefeitos, que se locupletaram de verbas bilionárias do governo federal, enquanto forçavam a população a ficar em casa. A torcida organizada, com finalidades voltadas para o caos nesse governo, não se conforma com a derrota imposta pela própria ciência, a qual lhe servia de fortaleza para disseminar o terror à população. São todos genocidas conscientes!

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 1 de junho de 2020

558- Antifa brasileiro


Juntos e misturados num só ideal revolucionário, os grupos Antifa e os ativistas Black Blocs exibem o seu potencial contra os manifestantes apoiadores do atual governo. A luta do mal contra o bem.

Durante os governos petistas, os Black Blocs foram às ruas para mostrar a sua capacidade de intimidação aos órgãos de segurança pública, às próprias instituições de justiça e ao povo brasileiro. Queriam, por meio de arruaças nas ruas, intimidar a todos e garantir que os governos de esquerda prosseguissem em seus projetos de destruição da economia, da educação, da segurança e da sociedade, e levassem adiante os crimes de corrupção e desvios de dinheiro público para quebrarem totalmente o país. Passada essa fase, com a eleição do governo de direita, os Black Blocs entraram em hibernação, pois acreditavam que a presença deles nas ruas poderia ser reprimida pelas forças do Exército.

Manifestantes de verde e amarelo que participam de atos pró-Bolsonaro são antidemocráticos e fascistas, ao passo que as milícias contratadas pela extrema esquerda, vestidas de preto, se intitulam pró-democráticos, e contam com o apoio da extrema imprensa. Se compararmos esses atos de vandalismo, que ameaçam frontalmente o estado democrático de direito, com as ditas fake news supostamente feitas pelos apoiadores de Bolsonaro, as quais deram origem a uma decisão estapafúrdia do ministro Celso de Mello, podemos concluir que a atitude do togado não passou de uma perseguição política. Queremos ver os ministros do STF mostrarem as suas garras, ao mandar investigar e prender os terroristas que perturbaram a ordem pública e agrediram manifestantes pacatos pró-governo, no domingo de 31 de maio, na Av. Paulista.

Dias anteriores à manifestação, o deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) havia convocado a Gaviões da Fiel para a “guerra” contra o governo do presidente da República, Jair Bolsonaro. Frota, em vários vídeos, tem se mostrado o maior adversário de Bolsonaro, com objetivo de afastá-lo do governo ou mesmo das eleições 2022. Inclusive, participa de pedidos de impeachment do presidente.

Membros de torcidas organizadas do Corinthians, lideranças da Gavião da Fiel e outras torcidas organizadas formaram a Antifa naquele domingo. Juntos, eles compõem um coletivo de extrema-esquerda, e, quando convocados, comparecem aos atos munidos de ferramentas letais a serem utilizadas em seus crimes. São um exército do mal, cujos membros vivem exclusivamente do confronto em público, a serviço de uma ideologia insana. Na realidade, eles possuem uma gama de ideologias próprias da esquerda, pois são socialistas, anarquistas e comunistas, que formam os radicais de esquerda.  O movimento Antifa não é uma organização formal, e eles operam de forma independente. Esses ativistas geralmente preparam protestos por meio de mídias sociais seguras, por e-mails ou mensagens criptografadas.

Prova contundente de que o movimento Antifa tem ligações com os partidos políticos da esquerda radical é o fato de que alguns deputados do PSOL estiveram presentes aos atos terroristas daquele dia. Foram fotografados, de máscaras pretas, os parlamentares Glauber Braga e Sâmia Bonfim, participando do falso movimento pró-democracia. Esses são os políticos defensores da democracia no Brasil, mas participam de atos violentos contra um governo eleito pelo povo! O que podemos esperar da Câmara em relação a atuação desses dois antifas do PSOL?

A manifestação, na Av. Paulista, pela abertura do comércio e pró-Bolsonaro, estava dentro da lei, com os devidos ofícios encaminhados as autoridades competentes. Portanto, foi uma manifestação legítima! Quanto à presença do movimento Antifa, foi um ato de provocações e rebeldia contra os bolsonaristas, o que culminou em confronto com a tropa de choque da PM. De um lado, arremessavam objetos; de outro, bombas de gás lacrimogênio. Mas, para a imprensa, a Polícia exagerou. E a OAB se faz de morta!

As torcidas organizadas do futebol passaram a fazer parte de alguns partidos políticos, viraram seus autênticos representantes nos protestos de rua, mas não são capazes de levantar as bandeiras com as siglas dos seus partidos durante as manifestações. Escondem-se de tudo e de todos, pois sabem que vivem na ilegalidade. Eles disseram que de agora em diante irão para as ruas fazer as mesmas provocações. São declarações intimidatórias às manifestações patrióticas, todavia, esperamos que as próximas sejam resguardadas também pelas tropas de choque do Exército!  

Celso Pereira Lara

quarta-feira, 27 de maio de 2020

557- #BolsonaroReeleito


A missão da Suprema Corte deixou de existir durante os governos petistas. Contudo, a missão passou a ser outra, desde que Bolsonaro foi eleito! E quanto à OAB, ninguém sabe para que serve.

Está aberta a temporada de inquéritos, feitos pelo STF, para investigar os que são defensores de Bolsonaro e os que atacam os ministros da Suprema Corte, inclusive, para investigar qualquer ato do presidente da nação, em busca de um possível deslize para enquadramento na lei. Uma perseguição explícita, ideológica, sem se importarem com os desvios de competência da mais alta instância do poder judiciário brasileiro. Não é para isso que o Supremo Tribunal Federal foi criado! As suas atribuições não devem ultrapassar os seus limites constitucionais e invadir as dos outros poderes.

À medida em que se aproxima novembro, mês em que o ministro Celso de Mello deixará o cargo no Supremo, maior é a sua volúpia em fragilizar o poder que existe em torno de Bolsonaro. A luta para derrubar o atual governo conta com o apoio da grande maioria de políticos de esquerda, da imprensa, da mídia e outros setores de formação de opinião. E, dessa forma, o togado do STF lança mão de todos os recursos possíveis para poder se afastar do Judiciário com êxito em sua empreitada nada democrática. Agora, passou a ser um questão de honra tentar desmontar o governo, sem se importar com a sua já carcomida biografia.      

A reunião ministerial do dia 22 de abril teve o seu sigilo quebrado pelo supremo ministro da hora, sem levar em consideração que se tratava de uma reunião privada, longe dos holofotes e das câmeras de TVs. Além disso, o perseguidor de Bolsonaro, baseado no que viu e ouviu do vídeo, aproveitou-se para cometer mais uma investida fora da lei contra o ministro da Educação, Abraham Weintraub, porque este havia sugerido mandar prender os ministros do STF.

Custe o que custar, o destemperado não sossegará! O ministro em sua perseguição insana não se conteve com o que estava no vídeo que ele mesmo quebrou o sigilo e mandou divulgar. Agora, ele quer assistir, na integralidade da gravação original, com o objetivo de encontrar um possível indício de irresponsabilidade por parte do presidente ou de algum de seus ministros. Isso porque o conteúdo do vídeo foi um grande sucesso diante da opinião pública, inclusive no exterior, e o suficiente para garantir a reeleição do presidente. O tiro no próprio pé não convenceu o togado!

A soltura de presos, pelo STF, durante a pandemia, faz sentido nesse momento em que a PF inicia a operação COVIDÃO. A abertura de espaços nas cadeias tem um propósito: a entrada do novo contingente de governadores presos pela PF. Até que enfim uma decisão tomada pelo STF faz sentido!

Enquanto não sai a vacina contra a Covid-19, o remédio mais eficaz para os contaminados pela corrupção é a Polícia Federal. E quem imaginaria que a prisão de governadores, envolvidos em superfaturamento de respiradores e outras maracutaias, seria a solução para o combate ao coronavírus? Um probleminha tão fácil de ser resolvido, sem a necessidade de contar com a ajuda da Ciência!

Os defensores de Bolsonaro estão cada vez mais convictos de que a defesa intransigente ao presidente se faz necessária, e o crescimento da adesão pela reeleição, por parte dos indecisos, é bem visível nas redes sociais. Não à toa que o mito escreveu em sua página nas redes: “Reitero minha lealdade e compromisso com os valores e ideais democráticos que me conduziram à Presidência da República. Sempre estarei ao seu lado e jamais desistirei de lutar pela liberdade e pela democracia."

Pelo andar da carruagem, Bolsonaro não terá concorrente nas eleições 2022. 

Celso Pereira Lara

sexta-feira, 8 de maio de 2020

556-A lição que fica

O prazo da quarentena sempre sendo prorrogado, indicando que o fim está longe de chegar, e as ações violentas de forças policiais, praticadas contra pessoas nas ruas, são um despropósito. A quem interessa o colapso na economia?

Foi preciso o vírus chinês ter chegado ao Brasil, no início deste ano, para constatarmos o quanto estava sucateado o sistema de saúde em todos os estados. O colapso na saúde já era anunciado lá atrás, nos governos irresponsáveis, assim como nas áreas de educação e segurança pública.  

Em meados de abril, o STF decidiu que estados e municípios pudessem adotar medidas sobre isolamento social e quarentena contra o coronavírus, tirando das mãos do presidente o protagonismo no combate ao vírus. Com isso, governadores e prefeitos sentem-se à vontade para decretar prisões nas areias de praias e nas praças públicas, “debaixo de vara”, sem se importarem que essas medidas sejam extremamente ditatoriais, ferindo a própria Constituição no que compete à liberdade de locomoção do cidadão.

Fato curioso, mas de importância incalculável, foi a atitude tomada por Bolsonaro, após reunião, em seu gabinete, com empresários e representantes de entidades ligadas à indústria, que expuseram o drama das demissões de empregados e falências de grandes empresas. Numa ligação telefônica para o Supremo, o presidente avisou que estava indo para lá, com o objetivo de falar com o ministro Toffoli, mas não avisou que estava acompanhado dos empresários. Bolsonaro, ministros e empresários atravessaram a pé a Praça dos Três Poderes, em Brasília, e se dirigiram ao STF. O encontro não estava previsto na agenda. Foi, portanto, uma reunião surpresa, a primeira na história do STF.

A iniciativa deu certo! O presidente do Supremo teve que engolir em seco e segurar a batata quente muito a contragosto. A surpresa causada a Toffoli foi o ponto crítico, assim como as decisões monocráticas dos ministros contra os planos do governo. Gostando ou não da atitude de Bolsonaro, o fato é que a finalidade foi atingida: foi levado ao conhecimento da Suprema Corte o iminente colapso na economia.

Para surpresa de todos, a reunião foi transmitida ao vivo, pelo Facebook, numa demonstração de transparência total defendida pelo Chefe da Nação. Melhor não poderia ter acontecido! Se causou constrangimento aos ministros do Tribunal, isso é somenos importante, pois Bolsonaro não pretende carregar sozinho o ônus da tragédia provocada pela pandemia de Covid-19.   

Toffoli disse ser preciso respeitar a ciência na tomada de decisões e defendeu a criação de um comitê para discutir medidas, de maneira conjunta, entre União, estados e municípios. Mas, afinal de contas, por que diabos o STF tirou das mãos de Bolsonaro o poder para determinar regras de isolamento, quarentena e restrição de transporte e trânsito em rodovias, ao transferir para os estados e municípios essa competência? Que resultado se pode esperar disso?

Pode-se dizer que a pandemia ainda não atingiu o pico, mas os efeitos maléficos causados na economia já atingiram o limite do suportável, desde o final de abril. Significa afirmar que o momento é propício para o ajustamento das medidas, com relaxamento para os dois lados, a fim de evitar um resultado trágico demais.

O recado ficou muito claro para aqueles que acreditam que o jogo ainda vai demorar alguns meses e pretendem colocar em prática o tão rejeitado lockdown. Bolsonaro falou para os ministros do STF que, se continuarem as medidas impostas pelos prefeitos e governadores, a economia entrará em colapso, sem meios de retorno. 

Nesse estado de calamidade pública, o objetivo é vencer o coronavírus ou elevar o governo à categoria de fracassado? O combate, por parte de alguns governadores e prefeitos, mesmo com aportes bilionários vindos do governo federal, não se limita à erradicação desse mal. A luta é política e o coronavírus é o pretexto!    
Celso Pereira Lara

sexta-feira, 3 de abril de 2020

555-Todos contra o presidente

Um deputado que lutava sozinho, por 28 anos, na Câmara, pela aprovação de seus projetos, e que não aceitava a propina tão comum no Congresso.

Talvez pelo fato de Bolsonaro ter sido honesto demais para o gosto dos demais políticos, a perseguição pela sua destruição seja a justificativa provável de seus inimigos. Foi eleito com a promessa de não aceitar ou fazer parte do balcão de negócios no Congresso, e isso continua sendo o maior impedimento para conseguir aprovação dos projetos de governo. Nada é aprovado na íntegra, conforme ele deseja. O Brasil não avança!

Observem que tudo conspira contra o presidente Bolsonaro!

Apegam-se a fatos inócuos para recorrerem à Justiça, numa tentativa de afastar o chefe da nação. São apelações rasas que chegam a beirar o ridículo. Coisas de alunos de escola primária. Vejamos alguns casos.

A situação anda tão crítica, que até o Presidente do Clube Militar emitiu uma dura nota de repúdio à decisão do ministro do STF, Marco Aurélio, por ter dado prosseguimento ao pedido de afastamento do presidente, feito por deputado petista, que entendia que o chefe da nação, em seu pronunciamento sobre a pandemia do coronavírus, colocou em risco a saúde dos brasileiros. Pasmem! “É patético criminalizar a coragem de um grande chefe de estado”, diz a nota.

E não para por aí, não! O PT estuda pedir impeachment de Bolsonaro, se ficar provado crime de responsabilidade. A luta continua! Lula e os petistas seguem firmes procurando pequeninos defeitos no governo, para se vangloriarem e tentarem voltar ao comando para Lula completar o serviço.

A revolta de Lula é porque o atual governo está destruindo tudo que eles construíram. Não é piada! Isso foi dito pelo chefe da quadrilha, que deveria estar cumprindo pena no presídio da PF, mas se encontra em liberdade pelo favor prestado por seu companheiro do STF.

Na realidade, são milhares de olhos atentos às atitudes do presidente, em busca de qualquer fato que gere polêmica e se reproduza na mídia. Vale até mentir, distorcer o que foi dito, para colocar o comandante da nação em apuros, e ser obrigado a vir a público para desmentir o acontecimento. Essa prática maldosa vem acontecendo quase que diariamente. Tentam desgastá-lo a todo custo. A rede Globolixo não para de passar vergonha a esse respeito, e já nem pedem mais desculpas. Virou rotina do Jornal Nacional.

Artistas e governadores provocam o presidente e seus eleitores. Revoltados com a perda da mamata da Lei Rouanet, artistas destilam seu ódio nas redes sociais, ofendendo o presidente e seus seguidores, chamando-os de imbecis e outros impropérios. O desespero tomou conta dos aproveitadores de recursos públicos. Trata-se de um movimento orquestrado em torno de uma investida para desestabilizar o governo. Também alguns governadores de SP, RJ, Pará e de outros estados seguem a linha de ataques diretos ao presidente, na tentativa de desqualificá-lo e abrir caminho para a eleição de um novo presidente. Chegam a ameaçar pessoas que tentam saír de casa nessa crise pandêmica, mas podem distribuir cesta básica ao povo aglomerado nas ruas, sem se importarem com a disseminação do coronavírus. É campanha eleitoral antecipada. A conspiração segue a todo vapor em diversos estados.

Contudo, Bolsonaro não se deixa abater e parte para o confronto, como é de sua índole. Ele não perde a oportunidade, por exemplo, de detonar João Dória, que acaba de se aliar ao PT, para destruir o governo. O governador de São Paulo se une a Lula para enfrentar a crise do coronavírus, porque Bolsonaro falou que o momento é de união. Dá pra acreditar nisso? Mas é verdade!

A conspiração contra o presidente tem o propósito de enfraquecer a democracia e principalmente desvalorizar a escolha legítima do povo que elegeu Bolsonaro nas eleições 2018. 

Repórteres tentam a todo custo arrancar de Bolsonaro respostas a perguntas maldosas, feitas justamente para provocar ou irritar o presidente. São perguntas de mesmo conteúdo, mas feitas de outra forma. Tipo pegadinha!  

Bolsonaro não está propondo o fim do confinamento, apenas um retorno gradual ao trabalho a fim de evitar uma tragédia maior, mas a Globolixo interpreta da maneira que ela quer e faz aquela notícia bem envenenada, jogando o presidente contra o ministro da saúde, e alerta que ele não está seguindo as orientações do Mandetta, da ONU e de autoridades científicas internacionais.  A exploração dessa notícia distorcida vem acontecendo diariamente. Da mesma forma foi quando o presidente citou em seu pronunciamento que o vírus chinês era uma gripezinha, referindo-se ao Dr. Drauzio Varella, verdadeiro autor dessa frase. Mas a oposição atribuiu a autoria a Bolsonaro. Perseguição cruel.

A notícia de que o Japão está subindo o tom contra a China, de forma que não se via há muito tempo, surpreende o mundo e deixa Bolsonaro fortalecido. Criticaram a OMS  e disseram que Taiwan se recuperou rapidamente do vírus chinês porque não atende às demandas da Organização, e recomendaram que a OMS deveria mudar seu nome para “Organização Chinesa de Saúde”. Palmas para o Japão!

No pronunciamento do dia 2, o presidente disse que precisará de "apoio da população" para tomar medidas mais drásticas para conseguir a abertura do comércio. "Um presidente pode muito, mas não pode tudo. Eu estou esperando o povo pedir mais. Eu só posso tomar certas decisões com o povo estando comigo". "Mas, na semana que vem, se não começar a volta gradativa ao emprego, eu vou ter que tomar uma decisão." Ele disse que tem a missão de salvar vidas, sem deixar para trás os empregos.

Celso Pereira Lara

sexta-feira, 20 de março de 2020

554-O vírus é chinês

Quem pariu Mateus que o embale!

Temos que repensar a forma de fazer manifestação de rua contra os inimigos do país. Já demonstramos no dia 15 o quanto apoiamos o nosso presidente, apesar do inconveniente vírus chinês. Todavia, percebemos que isso não basta para conter a crescente fúria daqueles que pretendem derrubar o governo a todo custo. É lógico que há um golpe em andamento por parte de políticos da esquerda, juntamente com a imprensa e a mídia em geral. Nota-se claramente uma orquestração para impedir que Bolsonaro consiga governar para o Brasil e para o povo. Seja pelas suas palavras, seja pelas atitudes tomadas ou pela forma de colocar a máscara protetora contra o coronavírus, tudo é motivo para comentários negativos, com a finalidade exclusiva de menosprezar ou denegrir a imagem do presidente. Utilizam-se de métodos e artifícios mesquinhos, próprios de pessoas desesperadas, agarradas a uma canalhice deslavada. Mesmo sendo desmascarados a todo instante, eles não se intimidam e partem para ataques cada vez mais vergonhosos, mentirosos em essência. Pedidos de impeachment contra o presidente são feitos a todo instante, como se isso tivesse alguma chance de prosperar. Vê-se que tudo conspira contra o governo verdadeiramente democrático e patriota.

Como se não bastasse, a crise provocada pela disseminação do coronavírus - pandemia do vírus chinês - veio para destruir o trabalho de quinze meses de governo na área econômica, o que serve como prato cheio para alimentar a fogueira dos descontentes. Os comentários são direcionados a atacar Bolsonaro, como se ele fosse o culpado pela crise, quando na realidade a verdadeira culpa é da China comunista, que escondeu do mundo, por duas semanas, a manifestação do vírus em seu território. Portanto, o vírus é chinês, sim. Chinese vírus.  

Eduardo Bolsonaro tem razão! Os chineses são os responsáveis pelo vírus, mas alguns políticos do centrão estão a favor da China e atacando o filho do presidente, porque ele teve a coragem de dizer que “A culpa é da China e liberdade seria a solução”. Sim, liberdade para o povo chinês que sofre com a ditadura da China comunista!

Mas a mídia prefere defender a ditadura da China, com o propósito de destruir um membro da família Bolsonaro. A mesma mídia que acusa o presidente de ser autoritário. A mesma mídia que não se cansa de pedir desculpas pelas reportagens mentirosas. Prevalece o mau-caratismo nas informações e os jornalistas são capazes de vender até a alma para se agarrarem ao emprego.   

No momento, o governo luta contra três perigosas pandemias: comunovírus, corruptovírus e coronavírus, todos causadores da falência humana, todos causadores de morte sem piedade. Uma luta desproporcional, mas não podemos perder as esperanças da vitória!

O povo não pode se calar diante de decisões espúrias emanadas do Congresso e é preciso ficar muito atento ao golpe em andamento. Ainda mais agora que as votações vão ocorrer de forma virtual, sem a presença física nas Casas Legislativas. Os movimentos que se dizem apartidários e defensores da democracia têm a obrigação de se juntar à população nas ruas, no Planalto e principalmente nas portas dos quartéis. Ou, então, adeus democracia!
  
Celso Pereira Lara

sexta-feira, 13 de março de 2020

553-O COVID-19

Fugir para onde?

Pensando bem, até quando vou ficar fugindo do novo tipo de infecção que surgiu na China no final de dezembro do ano passado e a velocidade de sua proliferação já ameaça a população mundial? De epidemia passou rapidamente a pandemia! Tenho que ficar lavando as mãos a todo instante, não posso cumprimentar ninguém por aperto de mãos, andar de ônibus, estar ao lado de quem espirra ou tosse, pegar em dinheiro, sair do Brasil nem pensar, nem ir a manifestações de protesto. Eu teria que viver somente dentro de minha casa, como se dentro de uma bolha?

Então, vou procurar um isolamento de verdade, cem por cento longe dos riscos de contrair o coronavírus. Vou, então, para outro planeta, decidi todo contente! Todo entusiasmado, consegui contratar pela internet uma nave espacial com destino ao planeta Marte. Olha que maravilha! No dia e hora marcados, lá estava eu a viajar para um lugar que não tenha a menor chance dessas doenças endêmicas que habitam nessa Terra.  

Chegando em Marte, eis que me deparo com alguns colegas aposentados, felizes por estarem desfrutando os prazeres da qualidade de vida na terceira idade, longe dos assaltos, do Congresso e do STF. É outro estágio da vida; é a vida que todos deveríamos ter na Terra.

Após uma rápida conversa com meus colegas, dirigi-me à praça para pegar um táxi, conforme orientação de um deles. Para minha surpresa, os táxis eram do tipo Tonk Tonk, nome dado à charrete de um só lugar para sentar, puxada por um chinês, muito usada na China. A praça, bonita e grande, estava tão repleta de pessoas que até parecia uma manifestação contra os políticos de lá. Só faltava essa! E num olhar mais atento, pude notar que uma parte era composta por chineses e a outra por italianos, todos alegres, rindo alto e contando piadas de ex-presidentes brasileiros. Pensando comigo mesmo: mas que diabos eu vim fazer aqui? Talvez tivesse ido a um planeta mais distante...

Nesse momento, um filme começou a rodar em minha cabeça. Lembro que a nave espacial, pelos escritos em sua fuselagem, era de fabricação chinesa, e que a tripulação de bordo era, lógico, composta só por chineses. Eu aqui, no meio da praça, entre um monte de italianos e chineses, que vieram me cumprimentar e dar boas-vindas. Alguns tossindo e outros espirrando em cima de mim, sem aquelas regrinhas básicas amplamente divulgadas nas redes de televisão pelos profissionais da saúde no Brasil.

Imediatamente peguei um Tonk Tonk e pedi para me conduzir até a nave espacial, que poderia me levar de volta para a Terra, e que afinal de contas é um planeta nem tão perigoso assim, apesar da pandemia. Ao chegar lá, a nave já havia saído e só voltaria de 30 em 30 dias. Não sei se o temível coronavírus teria piedade de mim durante todos esses dias de espera da nave! Só sei de uma coisa: o arrependimento tomou conta mim.

Comecei a me desesperar. Não é possível que isso seja verdade! Já eram 6h da manhã... acordei dentro da bolha... aqui na Terra.

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

552-O Carnaval da resistência

Até o Carnaval carioca foi aparelhado, passando a fazer parte da resistência ao governo!

O que deveria ser manifestação cultural, a festa do povo nas ruas, seguindo a tradição, acabou se transformando em manifestação de protestos político e religioso. O Sambódromo, por sua vez, virou um palanque político da oposição. As escolas de samba seguem o caminho da resistência ao governo, fortalecendo a militância esquerdista. Enredos em forma de protesto deram o tom dos desfiles. Só faltou a presença de Lula, para agitar a massa petista e completar o espetáculo circense!

Não bastasse uma emissora de TV, difusora de notícias duvidosas, e não bastassem os grandes jornais e revistas que atacam de forma velada o atual governo, eis que de maneira inédita na história carnavalesca assistimos às escolas de samba desfilando com todo o seu ódio na passarela do samba. Surpresa para todos os que esperavam presenciar a verdadeira manifestação cultural, como nos velhos tempos! Foi uma decepção em cadeia, pois onze das treze escolas do grupo especial tiveram que se submeter aos desígnios daqueles que estão sendo fortemente combatidos pelo ministro da Justiça e Segurança. Seja pela apreensão na entrada de drogas e armas no país, ou pelo comércio ilegal nas cidades. Seja pela transferência das maiores facções criminosas do país para presídios federais, desarticulando, assim, o narcotráfico de tal forma que o índice de violência caiu 22% em um ano, o que jamais se viu nos últimos tempos.   

Quem ousaria duvidar que os enredos dessas escolas não vieram da imposição do submundo da contravenção e do crime organizado, como contraventores do jogo de bicho e traficantes de drogas, considerando que as escolas são por eles financiadas desde a sua concepção? Rola dinheiro sujo a rodo, de acordo com o potencial do chefe do tráfico local.

Não é a primeira nem a segunda vez que os temas da política desfilaram na Passarela do Samba, no Rio de Janeiro. Há sempre uma escola bradando contra governos e personagens ligados a eles. Isso era natural, muito saudável, mas, da forma como aconteceu este ano, tudo leva a crer que foi uma conspiração política organizada contra o presidente Bolsonaro. Uma das causas foi a redução dos patrocínios para as escolas de samba do Rio.  A mamata acabou e o desespero é o que restou. Curioso é que nenhuma escola de samba fez enredo sobre os anos dourados da roubalheira do PT. O Carnaval no Brasil já não tem mais nada de movimento cultural; passou a ser uma festa da militância do crime, em que prevalece o poder do aparelhamento.

O desfile das escolas de samba no Carnaval carioca, com honrosas exceções, a partir de agora, vai ser dessa forma, seguindo as regras do poder das armas de fogo.  A turma da criminalidade está revoltada, e resolveu expressar toda a sua indignação no Carnaval do Sambódromo, desrespeitando o presidente da República e o Ministro da Justiça. Ofendem os chefes dos poderes constituídos sem o menor pudor, inclusive a Igreja Católica. A escola de samba ecoou a voz estrebuchante do crime organizado, ao apelar para enredos extremamente desrespeitosos. Ridiculariza Bolsonaro, Moro e Jesus Cristo, mas enaltece satanás.

Por outro lado, o presidente Bolsonaro foi curtir os dias de folga do Carnaval em São Paulo, para dirigir sua moto em Guarujá, passando em frente ao edifício do Tríplex que não é do Lula. Em todos os lugares que o presidente passa, a euforia toma conta do povo que o chama de mito. São centenas de cumprimentos e abraços carinhosos oferecidos a Bolsonaro e vice-versa. Isso prova que a sua popularidade continua crescendo, apesar da resistência esquerdista. 

A governabilidade continua travada, desde a posse do presidente. A resistência prometida está mais sólida do que a própria esquerda esperava. Congresso e STF mais unidos do que nunca, seguem juntos e misturados, colocando obstáculos em tudo quanto for de bom para o governo. Basta saber que líderes do Centrão e de outros grupos falaram que a reforma administrativa não será aprovada neste ano. Eles avaliam que a Casa deverá se debruçar sobre a reforma tributária e não terá fôlego para discutir duas propostas desse porte em período eleitoral. E que a reforma tributária deve começar a ser discutida em abril ou maio. Lógico que nenhuma nem outra reforma será concluída neste ano, pois ficarão por conta das campanhas eleitorais. Farinha pouca, meu pirão primeiro! É assim que as coisas funcionam na Casa Legislativa.

Como se não bastasse, o Congresso quer derrubar os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento impositivo e controlar R$ 30 bilhões no orçamento de 2020. Isso é um verdadeiro escárnio com o povo e uma afronta ao governo que tanto luta para conter os gastos. Irritado com essa situação, o General Heleno chutou o pau da barraca: “Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”. Heleno sugere a Bolsonaro pôr o povo na rua contra a “chantagem” do Congresso. Imediatamente os defensores de Bolsonaro entenderam o recado e já está marcada para o dia 15 de março uma megamanifestação de pauta única: " Apoio ao governo Bolsonaro". 

Celso Pereira Lara

domingo, 9 de fevereiro de 2020

551-Parasitas, nem todos

 Um funcionário público pode não se considerar um parasita, mas poderá ser apontado como tal pelo seu comportamento parasitário! É necessário que essa praga seja combatida e erradicada do serviço público!

Ao defender as reformas econômicas que alteram as regras do funcionalismo público, em evento na FGV, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou os servidores públicos a parasitas. Disse ainda que os parasitas continuam se aproveitando de um hospedeiro que já está morrendo, e que a reforma administrativa do momento não vai mexer nos direitos dos servidores atuais. Era só o que faltava!

Sempre foi assim. Quando os órgãos da administração pública percebem que está havendo déficit de funcionários para atender a demanda da sociedade, são abertos concursos com salários e vantagens atrativos, a fim de atrair especialistas do setor privado. Essa é uma das principais causas das altas remunerações.

Podemos dizer que funcionário parasita é aquele que chega tarde e sai cedo, que produz muito pouco ou quase nada, o que de certa forma sobrecarrega um colega do mesmo setor. Há diferentes tipos de parasita, mas todos são sugadores do erário público. Há os parasitas concursados, os eleitos pelo voto, os contratados, os indicados, os fantasmas etc, todos sugando as tetas do Estado. O parasita existe em todos os setores do funcionalismo público: uns mais, outros menos. A máquina pública está inchada, sem dúvida, por culpa da irresponsabilidade dos governos anteriores, e é necessário que haja uma reforma administrativa urgente, principalmente a política e a judiciária.

Lula, em 2016, também deixou-se extravasar, para fazer crítica genérica aos servidores públicos concursados: "Mas a profissão mais honesta é a do político. Porque todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua, encarar o povo, e pedir voto. O concursado não, se forma numa universidade, faz um concurso, e tá com emprego garantido pelo resto da vida. O político não, ele é chamado de ladrão, de tudo, mas ele tá lá, pedindo outra vez o seu emprego”. A comparação feita por Lula, na época, foi uma forçação de barra muito grande em defesa dos políticos e na intenção de buscar apoio dos eleitores. Uma jogada política capenga! O parasitismo também existe no Congresso, o que é mais grave. Por que os parlamentares, representantes do povo, trabalham apenas de terça a quinta-feira, e quantas vezes não se conseguiu quórum mínimo para deliberação em Plenário?

O ministro  está certo ao dizer que no serviço público tem parasitas. A afirmativa está correta, apenas é impossível apontar a quantidade! Todos sabemos dessa realidade, e ninguém melhor do que os servidores que convivem com eles para confirmar. Mas, o problema está na fala do ministro, que gerou uma reação em massa da categoria e dos políticos! Com isso, o ministro passa a enfrentar corporações perigosas e todo cuidado é pouco. Afinal, ele está mexendo em vespeiro! Talvez teria sido melhor se o ministro tivesse chamado de sanguessugas, pois não teria causado tanto furor, já que o Governo é, de fato, o hospedeiro.

Diante dessa celeuma, deputados pretendem convocar o ministro Paulo Guedes para que ele explique a declaração na qual comparou os servidores públicos a parasitas. É que eles classificaram o fato como sendo uma opinião extremamente preconceituosa, uma declaração muito ofensiva, que não contribui com o diálogo.

Enfim, a conta vai chegar, e é por causa desses parasitas que os funcionários públicos em geral vão pagar o pato. A indignação deve-se voltar contra esse pessoal que vem parasitando na administração pública por muitos anos, e que a partir dos governos petistas esse contingente se multiplicou. Foi o aparelhamento em ação. Agora, os que trabalham e honram o emprego e a função que exercem, poderão sofrer as consequências.

Celso Pereira Lara

sábado, 25 de janeiro de 2020

550-Defesa intransigente de Bolsonaro

Sim, não podemos ficar apenas observando o massacre a que vem sendo submetido o presidente da República, desde a sua posse!

O inconformismo da esquerda - por ter sido derrotada nas urnas, após longo período de malversação do dinheiro público -, não deixa o presidente governar para o Brasil nem para o povo. Fazem oposição a tudo quanto é proposta apresentada, engavetando ou retirando conteúdos importantes, porque não permitem o rápido desenvolvimento do país nas diversas áreas. Trata-se de uma barreira jamais vista na história política, que conta com o apoio do Congresso, na área econômica e social, e, principalmente, do STF na área de combate à criminalidade. Algo surreal, onde são tomadas decisões contrárias com frequência estarrecedora, sem se importarem com a Constituição, com a interferência entre os poderes ou com o respeito à democracia.

A esquerda ataca o presidente em todas as suas atitudes desde a sua posse. Declararam que formariam a maior resistência ao governo, e que não deixariam Bolsonaro governar. Isso ainda está bem claro! A oposição composta por Câmara, Senado, STF, imprensa, OAB, artistas e tantos outros, ataca diariamente um presidente - sobrevivente de uma facada desferida no estômago -, que luta com todas as suas forças para engrandecer o país e beneficiar a sua população. Um presidente acima de tudo honesto, e o seu passado político comprova que jamais se deixou envolver em esquemas de corrupção dentro ou fora do Congresso. Portanto, é inegável afirmar que Bolsonaro é um mito, e essa verdade não pode ser escondida. Contra a força não há resistência.

Quanto ao “nós contra eles”, - tão criticado pelos isentões ou falsos bolsonaristas -, entendo que deve continuar assim, para mostrar que os defensores do presidente estão atentos e não permitirão que o seu governo seja desmoralizado pela esquerda fracassada. Rebater as críticas dos esquerdistas é de grande necessidade, para que não prevaleça apenas a versão dada por eles. São muitas fake news circulando diariamente nas redes sociais da internet, e desfazê-las é um dever de todos que lutaram pela vitória de Bolsonaro. Afinal, o presidente está cumprindo tudo aquilo que foi prometido em campanha. Nada de mentiras ou corrupção!

Fiz campanha para o Capitão e estou muito satisfeito por ele ter sido eleito. Em 2022, novamente estarei em campo. Aplaudo de pé todas as suas decisões, pois concordo com todas elas. Sei que ele não é perfeito, mas o considero o melhor de todos os políticos do momento, e por isso tenho o dever de lutar pela sua permanência no poder. Durmo e acordo tranquilo, pois tenho a certeza de que o Brasil está em boas mãos. Não preciso ficar atento aos atos dele - isso eu deixo por conta da oposição -, pois tenho a convicção de que os erros praticados no passado jamais se repetirão, pelo contrário, estão sendo todos corrigidos.

Defendo convicto todas as atitudes do presidente, sem a menor ponderação ou preocupação, pois sei perfeitamente do seu caráter.  Com muita honra, me considero parte do gado que apoia o Capitão, o que me traz muita alegria em saber que estou apoiando aquele que salvou a pátria das garras do socialismo/comunismo entranhado nas instituições públicas municipais, estaduais e federais. Só isso já basta para classificar Bolsonaro como um mito!

Quanto aos esquerdopatas, só lhes resta o desespero por insistir numa ideologia que não deu certo em lugar nenhum.

Celso Pereira Lara