quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
389-Não se deve condenar ninguém
É
muito fácil apontar, criticar, julgar ou condenar os outros.
Difícil,
mesmo, é olhar para o nosso interior!
Mesmo que uma pessoa
esteja errada ao apresentar suas ideias, o que pode ser rebatido por terceiros deve
ficar apenas no campo das ideias, não no campo da desconstrução do personagem.
Atacar a moral de uma pessoa é querer se mostrar um “ser superior”, acima do
bem e do mal, coisa que é impossível a qualquer ser humano.
Quantas vezes
cometemos injustiças ao criticar outras pessoas? Só o ato de julgar alguém já é
uma transgressão, algo condenável. Nós somos criaturas, hoje, inteligentes,
racionais, capazes de discernir. Se nós não pudermos discernir, não convém nem
nada!
Na leitura de um
texto, o que não presta, em parte ou no todo, deleta-se ou levanta-se a questão
com o objetivo de esclarecer ou complementar o assunto tratado, mas não há
necessidade de desqualificar ou mesmo condenar o autor pelo que ele pensa ou
menciona de forma supostamente errada. Ou seja, para recusar uma ideia ou
conceito não é preciso destruir uma pessoa, para provar que o seu é o mais
inteligente ou verdadeiro!
A educação e a ética
fazem parte da convivência na sociedade, e devem ser preservadas ad eternum. Caráter
e respeito não se diz que tem; mostra-se com atitudes. Há aqueles que preferem humilhar o
adversário, antes mesmo de apresentar os argumentos contrários. Esses são, em
essência, considerados arrogantes, pois não são gentis nem amáveis. Outros
preferem complementar para enriquecer o assunto. E há aqueles que preferem nem
dar palpites, mesmo discordando. Nesses dois últimos casos, prevalece a questão
da educação, da humildade e do respeito.
A humanidade é bastante criativa na ação de humilhar. É o que mais se observa no dia-a-dia. E quando se discute futebol, então, o circo pega fogo: humilhações pra todo lado!
As discussões sobre política também têm o seu lado perverso. Há os que defendem o seu partido (que não está nem aí para eles nem ninguém) como se estivesse conectado com a Fonte Divina.
A humanidade é bastante criativa na ação de humilhar. É o que mais se observa no dia-a-dia. E quando se discute futebol, então, o circo pega fogo: humilhações pra todo lado!
As discussões sobre política também têm o seu lado perverso. Há os que defendem o seu partido (que não está nem aí para eles nem ninguém) como se estivesse conectado com a Fonte Divina.
Os petistas são os
criadores e mestres desse tipo de ataque. Primeiro, ofendem o adversário, para depois
tentar argumentar. Essa é uma prática que vem crescendo entre eles, quando o
assunto é política. É como se quisesse vencer o opositor logo no primeiro
round, sem dar chance a uma defesa. Utilizar-se dessa técnica é pedir para
encerrar um assunto que ainda nem começou!
Segundo Freud,
"os homens não são criaturas gentis e amáveis, e sim dotados de uma
poderosa cota de agressividade". Se os homens são agressivos por natureza,
então, a educação, a cultura, o equilíbrio mental e a fé ajudam muito no
comportamento sadio e na convivência pacífica em uma sociedade.
Para que serve atacar
outrem, valendo-se de ofensas escritas, quando na realidade o assunto nem lhe
diz respeito? Ou será que o assunto não está escrito do jeito que ele gostaria
de ler?
Celso Pereira Lara
domingo, 2 de novembro de 2014
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
387-Vitória questionável
A
vitória apertada do PT na eleição para a Presidência da República não
representa a vontade do povo. A legitimidade da vitória de Dilma é
questionável.
Um governo marcado
por corrupções; que não cumpre o que promete; que se preocupa muito mais com os
países socialistas, como Venezuela e Cuba, ajudando-os com recursos bilionários
e sigilosos; que produz decretos bolivarianos para governar; que tem o Estado
aparelhado; que foi delatado pelo doleiro Youssef na operação Lava-Jato; que
foi eleito com as urnas eletrônicas sob suspeitas; com pedidos de impeachment
em andamento. Enfim, um governo eleito apenas pelos beneficiários do Bolsa
Família!
Temos que resistir,
novamente. O cenário parece se repetir. Não podemos concordar com o diálogo
proposto pela presidente, porque não concordamos com a forma com que os
governantes petistas conduziram este país nestes doze anos. Não podemos admitir
cumplicidade, se não aprovamos os métodos bolivarianos praticados aqui. Não
podemos fingir que está tudo bem, quando tudo vai de mal a pior. Não
acreditamos em mudança, pois o tempo foi suficiente e nada foi feito. A
governabilidade está inviável.
A aprovação nas urnas
não reflete as reais intenções de voto da população. Não representa
verdadeiramente a vontade popular. O que se viu foi uma expressiva votação praticada
pelos beneficiários do Bolsa Família, programa de transferência de renda muito
bem alimentado pelos governos do PT. A utilização da máquina pública foi o
ponto alto durante a campanha, e o resultado nas urnas não poderia ser
diferente.
O surgimento de
notícias sobre fraudes nas urnas, a partir do dia 26, não causa surpresa, pois
já havia acontecido caso semelhante no primeiro turno. As urnas eletrônicas
brasileiras colocam em xeque a credibilidade do resultado das eleições, isto
porque surgiram muitas denúncias de que o voto já havia sido registrado por
alguém, antes mesmo de o eleitor passar pelo mesário, assim como veio à tona o registro
de 30 votos para um título cujo eleitor ainda não havia votado. Também houve casos em que as urnas foram repassadas
aos mesários já contendo uma boa quantidade de votos registrados em favor de
Dilma. Com um histórico de polêmicas, a segurança nas urnas eletrônicas já foi
apontada por inúmeros especialistas como questionável. Graves denúncias de
ex-funcionário da fabricante das urnas eletrônicas brasileiras aumentam o
descrédito na vitória de Dilma. A desconfiança é o tema em todas as conversas
sobre política.
Por outro lado, o
candidato da oposição se viu prejudicado na campanha, quando os correios deixaram
de entregar milhares de correspondências solicitando votos para ele.
Uma auditoria completa
do processo eleitoral eletrônico é uma reivindicação de 50% dos eleitores
brasileiros, os quais estão inconformados com a série de notícias sobre fraudes
nas urnas, e por causa de haver uma diferença muito pequena na contagem dos
votos.
Por ser considerado
um resultado duvidoso, a transparência se faz necessária e ajuda a fortalecer a
confiabilidade nas eleições. Por isso, uma recontagem de votos, quando
solicitada por motivos justificados, merece respeito das instituições
democráticas, e o atendimento consolida o regime democrático.
Celso Pereira Lara
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
386-A valorização do voto
A
cotação do voto dispara a cada divulgação de resultado das pesquisas pelos
institutos especializados, principalmente por conta do DatafAlha
Apesar de ter
reflexos imediatos na Bolsa de Valores, na cotação do dólar e no Bolsa Família,
os resultados das pesquisas influenciam também na alta do preço do voto ou na
sua valorização. O temor é a principal causa.
Mais do que escolher
um candidato ou partido político, o que está em jogo mesmo é que tipo de Brasil
nós queremos. E que seja uma ótima escolha e para sempre! Estamos a três dias
do pleito mais decisivo da nossa história política. Mais decisivo porque as
circunstâncias não são as mesmas das eleições anteriores, quando a derrota ou a
vitória de um candidato pouco fazia diferença. Diferentemente, e muito
diferente mesmo, é a atual situação em que se encontra o país, onde muitos
brasileiros estão à beira de um ataque de nervos. E o próximo dia 26 representa
um puxar de descarga para levar para o inferno o entulho governamental que está
fétido há muito tempo.
O voto nas urnas
decide o que queremos fazer do Brasil: um país socialista nos moldes do
bolivarianismo da Venezuela ou de Cuba, ou pretendemos continuar a fazer parte
dos países em desenvolvimento, lembrando que chegamos a ocupar a sexta posição com
muito orgulho.
Atualmente, o Brasil representa
a sétima maior economia do mundo. Estamos diante de uma decisão da maior
importância, por isso os votos nunca foram tão valorizados, estando fora da
meta.
Lula, parecendo um alucinado
e faminto pela permanência no poder, sai vociferando estultices pelos palanques
da vida, em defesa da reeleição de sua estátua. Neste momento vale tudo:
palavrões, mentiras, ofensas, baixarias ao extremo. A ordem é atropelar o
adversário a qualquer custo, e fazer o diabo para justificar os fins. É a
campanha de nível mais baixo da história deste país, talvez do mundo.
Do programa de
governo de Dilma, ou do projeto petista, três pontos deverão ser implantados,
caso reeleita, e merecem destaque:
1) Lutar para mudar a
Constituição ao introduzir as intituladas consultas populares e plebiscitos,
enfiando os chamados "movimentos sociais" na estrutura do estado.
2) Lutar para mudar o
sistema jurídico, para os casos em que uma propriedade privada tiver sido
invadida, ela só poderá ser recuperada depois de ouvir os "movimentos
sociais".
3) Lutar pelo
controle popular dos meios de comunicação, para impedir as TVs, rádios e
jornais de se auto organizarem, da mesma maneira praticada na politica
argentina, com a atual presidente Cristina.
Somente esses três
pontos maquiavélicos do projeto de governo são suficientes para esclarecer as
reais intenções do petismo. A decisão, portanto, está em nossas mãos. Se de
fato preferirmos que o Brasil volte a crescer e ocupar a sexta maior economia
do mundo, com democracia plena (liberdade de imprensa ou expressão) e sem
aparelhamentos, então não devemos votar no PT nem fazer um protesto burro, anulando
o voto.
O caráter inercial da
reeleição de Dilma implicaria quatro anos de mais do mesmo, pois se não há
interesse em reconhecer os erros, muito menos em aprender com eles. O que se pode
concluir é que, caso reeleita, o próximo mandato seria totalmente desastroso
para o país e para os brasileiros. Definitivamente, eu não quero isso!
Celso Pereira Lara
domingo, 19 de outubro de 2014
385-A vitória será do Brasil
Um
país sufocado pelos grandes escândalos de corrupção, causados principalmente
pelo aparelhamento da máquina pública, e pela incapacidade dos governantes em
promover o crescimento econômico e o controle das contas públicas.
Ainda faltam sete
longos dias para este país comemorar a tão desejada libertação das garras do
poder petista. Foram três governos consecutivos, em que muitos membros do
partido abandonaram a militância, por discordarem da forma como estavam sendo
conduzidas as práticas políticas neste país. Desvirtuado dos propósitos
originais, o partido concentrou-se apenas em levar adiante os ideais marxistas
para garantir a permanência no poder. Essa foi uma das causas do
enfraquecimento do governo do PT. Não houve oxigenação na governança, e, em
função disso, as dificuldades começaram a surgir.
De longa data,
resiste a defesa do mote petista de transformar o Brasil num país dos sonhos,
onde poderia imperar o socialismo democrático, para a transformação de uma
sociedade mais justa. Um país sem desigualdades e um povo vivendo as maiores
felicidades. A maioria da população acreditou e espera até hoje morar nesse
país da fantasia petista. Pura ilusão tentar convencer os defensores dos ideais
democráticos, apresentando um silogismo hipotético. O socialismo é cruel,
assassino e inimigo da liberdade; a democracia é a maior forma de expressão da
liberdade entre todos os regimes de governo do mundo, e a sua soberania é
exercida pelo povo. Portanto, o socialismo democrático não pode servir de modelo
político no Brasil, pois são vertentes antagônicas em essência. E não se pode
negar que o PT, inicialmente, lutou pela liberdade de expressão, pela
democracia e contra a corrupção neste país. Se as suas reais intenções eram
outras, grande parte do povo até hoje não acredita. Ou finge não ver que foi
traído e não ouve o que os outros falam. Não aceita a realidade dos fatos e
prefere seguir petista até sabe-se lá quando!
Os casos surgidos,
ultimamente, que favorecem o governo podem ser considerados como avanços. Na
quinzena que antecedeu as eleições, os agentes dos Correios foram vistos
distribuindo cinco milhões de panfletos da candidata à reeleição pelas cidades
da Grande São Paulo e interior do Estado. Os Correios consideraram uma ação de
caráter excepcional, pois o material não estava identificado como parte de uma
postagem oficial, ou seja, sem a menor identificação do remetente. Isso só
ocorre no país de governo do PT.
Outro caso sugerindo
aparelhamento veio à tona recentemente, a dez dias da eleição do segundo turno.
Trata-se de proibição da publicação de um estudo técnico com dados sobre
miséria social no Brasil. Isso gerou enorme desconforto na diretoria colegiada
do Ipea, porque um diretor discordou do veto e gostaria que fosse feita a
publicação, independente de estar em período eleitoral. Por causa disso, ele
colocou o seu cargo à disposição do órgão, mas não por acaso o estudo revela o crescimento
da pobreza e da miséria no Brasil.
Assim como na
Petrobras, IBGE, Embrapa, Eletrobras, Correios e Ipea, outras instituições de
poder decisório na justiça também sofrem de influências do aparelhamento
perverso desse governo. Os tentáculos do petismo tomaram conta do Estado
nacional, para levar adiante o seu projeto totalitário ditado pelo Foro de São
Paulo.
Não só isso, mas
outros casos também geram indignação na sociedade. "irmão de Dilma é
funcionário fantasma do PT de Minas desde 2003, ganhando sem trabalhar". O
povo não sabia e essa revelação aconteceu no debate do segundo turno. Falta de
palavra e mentiras sobressaíram nessas eleições. "Dilma se recusa a
assinar carta com compromisso de combater a corrupção". Muito divulgado em
suas campanhas a afirmativa de que não dará trégua no combate à corrupção, mas
na hora de assinar esquiva-se. Estão fazendo o diabo, cumprindo uma promessa!
Sem contar o
descontrole em seus programas exibidos como vitrine, como no caso do Pronatec.
A CGU, em seu relatório, aponta descontrole dos gastos públicos porque os
alunos desistentes continuam sendo contabilizados, gerando remuneração às
instituições, já que "não existe processo de prestação de contas nem
análise e aprovação do cumprimento das vagas pactuadas com os ofertantes".
Da mesma forma, ocorre no Bolsa Família e afins. Um governo descontrolado.
Os fatos comprovam que
a era petista chegou ao fim, sucumbiu para desespero de Lula e seus fiéis seguidores.
Podemos dizer, sem medo de errar, que tudo o que foi bom para o PT foi ruim
para o país. Lembrando que roubar em nome da causa é uma justificativa inadmissível,
pelo menos numa democracia legítima.
Para alívio do povo
brasileiro, o PSDB, apesar dos pesares, ainda é um partido genuinamente de
oposição, e devemos atribuir uma grande importância a isso, para que ele não
venha a seguir os passos do PMDB. Tanto é verdade que, neste momento, votar num
candidato do PSDB, qualquer que seja ele - sem entrar no mérito das qualidades
do político Aécio - é uma obrigação do eleitor que deseja o melhor para o país
e pretende se livrar das amarras tirânicas do petismo.
Assim considerando,
votar em Aécio é depositar a confiança nesse candidato, para que consiga ser
eleito e trazer de volta a paz que a população deste país tanto sonha. É dar
poderes para que ele consiga acabar com o medo que aterroriza os brasileiros mais
atentos. Votar em Aécio é ter a esperança de rever o Brasil moralizado, e principalmente
significa a verdadeira expressão de repúdio à impunidade e à roubalheira que
tomou conta desse país durante os três governos petistas. Se Aécio for eleito
Presidente, a vitória será do Brasil com as suas cores originais na bandeira e
no centro o lema Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Viva o nosso Brasil
democrático!
Celso Pereira Lara
quinta-feira, 16 de outubro de 2014
384- A oportunidade de restaurar a democracia
Agora não dá
mais para inventar. As promessas de 2010 não foram cumpridas e prometer de novo
não convence a ninguém.
A
política do PT é comprovadamente uma doença degenerativa, pois está acabando
lentamente com as estruturas do país. O remédio para estancar esse mal está na
digitação e confirmação de dois algarismos na hora do voto. O Brasil não quer
mais essa sigla que há muito está ultrapassada como partido político, indecente
por natureza. O prazo já expirou, a estrela se apagou, a cor se desbotou e tudo
ficou nebuloso. É assim que o PT é visto pela maioria dos brasileiros no
presente momento. O que deixou de ser feito não foi por falta de tempo. Afinal,
doze anos é tempo bastante para a realização de muitas das promessas. O que
deixou de ser feito também não foi por falta de dinheiro. Afinal, alguns
bilhões foram enviados secretamente para países comunistas.
O Brasil já repassou 6 bilhões de dólares às ditaduras
comunistas de Cuba e Angola. O atual governo financiou estradas na Bolívia,
metrô na Venezuela, reforma em aeroporto de Cuba e perdoou uma dívida de quase
2 bilhões de reais de países africanos. Alguém tem dúvida que o Brasil vai
amargar esses calotes? A preocupação maior do governo petista foi com os
companheiros socialistas, esquecendo-se das necessidades mais importantes do
Brasil. O que será da ilha dos irmãos Castros, se não houver a reeleição
petista? Ainda bem que mensalmente eles recebem do Brasil quase 80% dos
pagamentos pelos serviços prestados ao Mais Médicos, o que não deixa de ser uma
excelente contribuição para eles e uma condenada escravidão aos médicos, um
grande legado do governo petista, que deve ser corrigido pelo próximo governo.
Afinal, Cuba vive da exploração e da exportação de médicos cubanos para os
países socialistas da América Latina. O Brasil é exceção.
Também não foi por falta de dinheiro porque as notícias de corrupção
estão aí mesmo para mostrar a enorme quantidade de recursos desviados dos
cofres públicos. Não há como discordar da incapacidade gerencial do governo, ao
longo desses doze anos. Foi um desastre monumental nunca antes visto na
história deste país! São imperdoáveis os "malfeitos" praticados por
membros da cúpula do PT durante os três governos seguidos. Agora, a candidata à
reeleição faz questão de divulgar em sua campanha, numa imagem onde Collor posa
sorridente ao seu lado, que o seu governo vai combater "sem trégua" a
corrupção. Dá pra entender?
Com o aumento do nível de preços dos produtos e serviços, com um
crescimento econômico chegando ao patamar zero, sem perspectivas de mudanças em
curto prazo, o governo do PT chega ao fim do mandato quase que pedindo pra
sair. Caso a presidente venha a ser reeleita, 2015 será um ano trágico para os
brasileiros e para o país. Ninguém escapa. No momento, a recomendação do
governo à população é substituir carne por ovo, num claro reconhecimento de que
os preços dos alimentos voltaram a subir sem controles, e que os mais
prejudicados são sempre os mais pobres. Afinal, não estaríamos muito longe de
nos tornarmos uma Venezuela, se considerarmos as aprovações de várias medidas
de caráter totalitário, próprias do socialismo bolivariano, além da invasão
silenciosa de militares no programa Mais Médicos. Exagero ou não, tudo que vem
acontecendo neste governo salta aos olhos dos mais atentos e a indignação e o
medo passam a fazer parte do cotidiano.
Entretanto, a maior parte do povo é desinformada, sem alcance para
compreender o que se passa no meio político, e alienada das verdadeiras
informações contidas nos blogs e revistas. Essa percepção é nítida quando se
ouve uma conversa sobre política na condução ou nas ruas. Os indicadores
econômicos e sociais apontam para um horizonte sombrio. As expectativas de
mudanças na política fazem com que os grandes investidores fiquem atentos às
eleições no Brasil. A confiança no novo presidente eleito é a principal causa
para que eles voltem a investir neste país.
O dia 26 de outubro será marcado pela única oportunidade capaz de
reverter o atual quadro. A cumplicidade está em jogo e o eleitor não poderá
dizer que não sabia. O PT vem tentando a todo custo tornar o Brasil um país
socialista, onde predomina a anarquia e a corrupção. Definitivamente, não é
isso que os brasileiros estão querendo. A democracia ainda é a melhor forma de
governo para um povo que deseja liberdade de expressão, sem as atuais
perseguições a jornalistas. É chegado o momento de decidir pelo destino do
país, votando no candidato que seja capaz de apresentar as mudanças necessárias
ao crescimento do país em todos os sentidos. E o que se espera é que voltemos a
comer carnes e ovos, um bom "bife a cavalo". Vale lembrar uma citação
encontrada na internet: "Aceitar as atrocidades do governo do PT só porque
ele tem alguns programas voltados aos pobres é como uma mulher aceitar apanhar
do marido porque ele coloca alguma comida na mesa".
O Brasil necessita de uma formatação e instalação de um sistema
operacional mais inteligente. O governo do PT quebrou todas as regras éticas e
morais, fundamentais para a sustentação dos pilares da democracia. Votar nulo
não isenta ninguém da cumplicidade com os atos insanos praticados pelo atual
governo.
No segundo turno dessas eleições, cumprindo um dever cívico,
comparecerei às urnas para mais uma vez registrar o meu voto. A necessidade de
mudanças impõe que eu confirme um número válido para presidente. Posso garantir
que, com o PT no governo, não dá mais!
Celso
Pereira Lara
sábado, 11 de outubro de 2014
383-Aceitar ou não, eis a questão!
Entre cair no canto da
sereia e confiar na raposa dentro do galinheiro não existe diferença. Melhor
seria se afastar dos dois.
O país está
totalmente cupinizado (ou pt-tizado), podre em suas estruturas. Nas estatais,
quanto mais mexe, mais corrupção aparece. No caso da Petrobras, os petistas
afirmam que não houve petrolão, assim como não houve mensalão, não houve
operação Lava-Jato, nem superfaturamento na Abreu e Lima. Nos Correios, cujo
presidente foi flagrado fazendo campanha pela reeleição da presidente, os
santinhos - quase cinco milhões de panfletos pedindo votos para Dilma - foram
distribuídos sem remetente e sem registro obrigatório da chancela ou estampa
digital, com filmagens dessa distribuição. O Ministério Público Federal,
atendendo a denúncias da oposição, concedeu um prazo de trinta dias para que a
presidenciável e o presidente dos Correios se explicassem. Ambos negaram
irregularidades! Para a presidente petista, a denúncia foi um "equívoco
monumental". Portanto, para ela, não houve improbidade administrativa.
Assim considerando, é normal utilizar-se da máquina pública para fazer campanha
do governo.
A certeza da impunidade
pelo TSE é um padrão dos políticos governistas. No entendimento dos petistas, o
caso dos Correios não passa de um factóide criado pela oposição para prejudicar
a campanha eleitoral da presidenciável. O surgimento de um factóide com todas
as provas ao alcance da população e da Justiça é uma rotina no atual governo.
Dilma diz que a oposição usa o caso Petrobras para dar golpe no país. Isso é
uma declaração muito genial, de sua lavra! A cada dia, ela não só surpreende a
todos como também a si própria. O governo acusa a oposição daquilo que vem
praticando há tempos, e a sua campanha está muito focada nos temas impunidade e
combate a corrupção. Pasmem!
Os avanços acabaram ficando
comprometidos. O governo petista concentrou seus esforços apenas nos programas
garantidores de poder. A politicagem praticada com os países comunistas foi a
única meta atingida deste governo, esquecendo-se de que os problemas internos
estavam crescendo a passos largos, e conduzindo o país ao caos econômico,
social e político. Os avanços ficaram por conta de programas assistencialistas
mal geridos, repletos de desvio de recursos públicos, hoje considerados
fracassados. A inflação, sem dúvida, foi uma grande conquista do governo Dilma.
Estamos falando do retorno.
Na atual campanha
eleitoral, a candidata Dilma não tem nada novo a apresentar ou prometer, assim
como não tem nada a comemorar de seus feitos. Os itens da lista de malfeitos
não param de crescer, e já passam dos cem. As novidades surgidas recentemente
são dignas de risadas, pois são cômicas e não passam de piadas para aqueles que
acompanham as notícias. A primeira delas, a presidente diz que o combate à
corrupção é prioridade em seu governo. Ela afirma que não há ninguém que não
seja corrupto. Dilma tem tolerância zero para com a corrupção! A outra, ela pediu mudanças na legislação para
permitir o fim da impunidade. São ou não piadas para provar que o povo, ou o
seu eleitorado, é realmente alienado, e que acredita cegamente em tais
promessas? Agora, em horário eleitoral de TV, do nada Dilma acusa o governo FHC
de haver aparelhado o Ministério Público, ofendendo toda uma categoria de
servidores concursados do Estado. Ela está totalmente perdida, despreparada, e desesperada
com a possível derrota do PT. Justo nesta campanha tais fatos acabam virando excelente
combustível para o opositor. O que o PT mais sabe fazer é criticar os governos,
daí ter surgido a sua ascensão ao poder.
Como o governo petista já está no seu terceiro mandato, quais argumentos
teriam seus governantes para condenar os anteriores, se eles próprios estão há
doze anos no poder? Por causa disso, a presidenciável não tem o que criticar,
para justificar o fracasso de seu governo. Ficou demonstrado que o país foi muito
mal administrado em todo esse período. E nesse caso não cabe imputar a culpa a
terceiros, até porque a base aliada estava lá para facilitar a governabilidade.
Isso tudo justifica o fracasso nas eleições.
Por outro lado,
Marina corre o risco de afundar de vez, a menos que ela corra para os braços aconchegantes
do PT. Todos sabem que em suas veias corre muito sangue petista, e que também ao
final das contas ela vai se aliar a Dilma. Isso é previsível e inevitável. Nem
a Rede nem Marina confirmaram apoio a Aécio. O grupo político de Marina
recomenda aos seus militantes o voto em branco, nulo ou no candidato do PSDB.
Portanto, seria uma posição pessoal e não de caráter partidário. Então, a Rede,
ainda não registrada, não está negociando suas posições com a candidatura
Aécio, e Marina deve agir conforme sua consciência. As exigências de Marina em
troca de apoio a Aécio são de lascar. Ela empurra para cima dele os principais
pontos do programa dela, forçando o PSDB a dar uma guinada bem mais para a esquerda,
onde todos se confundem: PT e REDE.
Marina encontrou
facilidade em apoiar Campos do PSB por causa das proximidades de seus programas
e da certeza de que poderia ocupar o posto de vice na chapa. Mas no caso de Aécio,
não existe essa proximidade de programa nem a possibilidade de vir a ocupar a
Vice-presidência. Na realidade, Marina está blefando com o tucano. Ela está
fazendo uma imposição inaceitável, visando sair-se bem diante do povo, e
colocando Aécio como egoísta ou mau negociador, o que poderia justificar uma
corrida de votos para Dilma. Entretanto, é lógico que o candidato tucano não
vai aceitar tal proposta, vai sair sem o apoio dela, e Marina novamente ficará
a ver navios. Mas, como ex-petista que ainda tem muito sangue do PT correndo em
suas veias, ela não vai deixar escapar a oportunidade de se aliar à candidata
Dilma. Até aí nenhuma novidade.
Para o PT e a REDE, o
problema maior está na possível vitória do tucano, mesmo sem o declarado apoio
de Marina. Isso significa o fortalecimento do PSDB, como sendo o partido que
representa a vontade popular, e que tem um programa de governo palpável. Deve-se
considerar, ainda, que a Presidência da República poderá ser ocupada por um
político que reúne as qualidades essenciais para o cargo, e com possibilidades
de restabelecer a credibilidade do Brasil no exterior, através das políticas
econômicas e sociais previstas em seu programa de governo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
382-Por um Brasil melhor
Deixar-se levar por
interesses próprios e mesquinhos, acreditando nas promessas de políticos, é
alimentar a fonte de corrupção instalada neste governo.
O
Brasil necessita de políticos que tenham intenções voltadas realmente para
modificar o status quo e resgatar a credibilidade junto ao povo e às
comunidades internacionais. O descrédito neles é geral e somente as urnas
poderão refletir esse sentimento. A cumplicidade está em jogo!
As
lembranças das manifestações de rua, de junho 2013, que trouxeram ares de
esperança ao povo brasileiro para que o Brasil voltasse aos trilhos da
prosperidade socioeconômica, permitem concluir que elas não foram suficientes
para ao menos intimidar os governantes desse trem louco, desgovernado e
resguardado pela maior base aliada do mundo. Houve muito estardalhaço para
pouco resultado. O governo fez-se de mouco, encastelou-se em sua arrogância e
levou adiante seus propósitos nada democráticos, enquanto a voz silenciosa
prevalece nas ruas. Então, comprovadamente, o gigante não adormeceu. Ele
morreu, foi cremado e suas cinzas lançadas no esgoto.
Dentre
as reivindicações surgidas dos protestos, uma foi a exigência de respeito à
democracia. Tudo inutilmente. Os escândalos de corrupção continuam aparecendo,
envolvendo a cúpula petista e do governo, sem que se veja alguma atitude séria da
governanta toda poderosa. Palavrórios não resolvem!
As
políticas de interesse do país e do povo sumiram de cartaz, perderam o rumo,
enfim, motivos não faltam. Em outras épocas, por muito menos, o povo cobrou
impeachment do presidente.
Com
a chegada das eleições, e sem que tenha havido outra manifestação do povo nas
ruas, das duas, uma faz sentido: ou o governo da presidente vem satisfazendo os
anseios de grande parte da população brasileira, conforme resultados crescentes
das pesquisas - e por isso merece ser reeleita -, ou, então, o povo prefere
demonstrar a sua insatisfação no silêncio das urnas. Talvez este seja o caminho
mais democrático, sem a interferência dos black blocs!
O
mais importante no dia 5 de outubro é que o resultado reflita realmente a
preferência dos eleitores pelos seus candidatos, já que todos têm a
oportunidade de votar de forma livre e consciente. O cuidado deve ser grande
com as indecentes promessas, tipo construir mais portos em Cuba, trem bala ou
transposição do São Francisco. E também muita atenção para não se deixar levar
pela emoção ou sentimentalismo externado por alguns candidatos. Ou mesmo pela
empolgação, não se deixando vender por uma dentadura!
O
que conta, nesse momento, não são os interesses próprios de um eleitor, mas a
possibilidade de realização das propostas anunciadas, levando em consideração o
que diz respeito ao crescimento do país de uma forma geral e aos benefícios que
poderão chegar ao povo brasileiro. Os avanços não podem ficar limitados apenas
aos bolsos dos corruptos.
Feliz a nação cujo povo sabe votar e se sente verdadeiramente
representado por políticos honestos!
Celso Pereira Lara
Assinar:
Postagens (Atom)


