sábado, 20 de fevereiro de 2021

573-Ditadura aprovada na Câmara

De onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo. Ficou criado um precedente gravíssimo. Traição à Pátria!

Não posso deixar de dar o meu pitaco nesse acontecimento histórico que se passou na Câmara dos deputados, dia 19 de fevereiro de 2021. Histórico porque foi uma barbaridade praticada contra a democracia. Histórico porque 364 parlamentares preferiram sacrificar o deputado federal Daniel Silveira (PSL) – defensor de Bolsonaro – para se juntarem aos ministros tiranos do STF. Os deputados preferiram ficar submissos a onze carrascos, e a partir de agora, o país está sob o jugo de déspotas da Suprema Corte!

Os argumentos apresentados pelos parlamentares de esquerda, a favor da prisão, foram os mais rasos que se possam imaginar, numa demonstração de que o mais importante era condenar Daniel, sem se preocupar com os verdadeiros inimigos do Brasil: os onze ministros da Corte. 

Daniel foi preso por ter cometido crimes de ameaças verbais, segundo interpretação do STF e de seus aliados de esquerda. Pronunciamentos feitos por políticos e jornalistas de esquerda, denegrindo a imagem de ministros e do próprio Supremo, não são tratados como crime; ameaças veladas contra o presidente da República não são tratadas como crime inafiançável; a liberdade de expressão só vale para aqueles que defendem a esquerda. A sua condenação se deve, principalmente, ao fato de ser apoiador daquele que foi eleito pelo povo para governar o Brasil.

E o Senado vai continuar calado? A OAB não existe desde sempre!

O ministro Alexandre Moraes decide pela prisão de um deputado federal, que, por meio de um vídeo, ofendeu a "honra" dele e dos demais ministros da Suprema Corte. A partir daí, a discussão girava apenas em torno da figura do deputado, cujos antecedentes não agradavam a ninguém. Daniel Silveira foi totalmente desnudado! E os antecedentes de alguns ministros do STF não são também reprováveis, inclusive essa decisão de prisão?

O que todos (parlamentares, jornalistas e juristas) deveriam estar discutindo naquele momento era a inconstitucionalidade praticada por Moraes. Isso sim deveria ser o centro das discussões, inclusive, no Senado, a quem compete julgar os atos do STF.

O foco foi totalmente desviado! A OAB fica o tempo todo com a cabeça enfiada no chão!

Antes da votação na Câmara, o Senado teria que se manifestar a respeito da decisão autoritária e inconstitucional do ministro. Isso abre um gravíssimo precedente que levará à quebra do equilíbrio entre os poderes, e consequentemente à destruição do estado democrático de direito. Ou será que já não temos mais interesse pela democracia?

 A revelação de um traidor

Com ótima aprovação e muita popularidade nas redes sociais, Sérgio Meneguelli, que já foi elogiado por Bolsonaro, não tentou se reeleger à prefeito de Colatina-ES. Preferiu sair com méritos, em novembro de 2020. Contudo, ele demonstra inocência política, ao opinar sobre a prisão do deputado Daniel, condenando a atitude e as palavras que estavam gravadas em vídeo. Talvez por falta de conhecimento da realidade que se passa no poder jurídico atual. Quem sabe? Fato é que Meneguelli deixou a máscara cair, preferindo ficar junto de ministros que estão destruindo o estado democrático de direito. Tornou-se apenas mais um traidor.

 Um gesto de solidariedade

Parabéns, deputada Carla Zambelli, por ter lembrado do sofrimento, pelo qual a mãe do deputado federal, Daniel Silveira, deve ter passado no momento da votação na Câmara. Foi uma barbaridade praticada por políticos insanos!

 A República deixou de existir

Foi a cena mais deprimente a que assistimos no Congresso, após o fatiamento do impeachment da ex-presidenta Dilma, em que foi praticado por um ministro do STF, Ricardo Lewandowski, um ato inconstitucional nas barbas de todos e ficou por isso mesmo. A partir daí, tudo ficou mais fácil para os abutres do STF. Tantas barbaridades foram praticadas ao arrepio da lei.

Agora, vimos a prisão totalmente ilegal, inconstitucional, de um deputado, cuja votação na Câmara confirma a decisão arbitrária, monocrática, do ministro Alexandre de Moraes, a qual foi confirmada, em Plenária, pelos onze togados da Corte. O mesmo ministro que mandou prender o jornalista investigativo Oswaldo Eustáquio, da mesma forma, arbitrária e ilegalmente. Não existe mais a Constituição do Brasil, muito menos a democracia!

São esses 364 parlamentares canalhas que lutam para derrubar o Governo Bolsonaro.

Celso Pereira Lara




domingo, 14 de fevereiro de 2021

572- Atos repugnantes

Quando se pensa que a corrupção brasileira foi aniquilada pela Lava Jato, eis que ela ressurge das trevas em plena pandemia da Covid-19, contribuindo para elevar o número de mortes de pessoas infectadas pelo vírus. 

      Os escândalos do Mensalão, do Petrolão e de outros envolvendo desvios de bilhões de reais dos cofres públicos, pareciam ter deixado a lição de que o crime não compensa, após a condenação de seus mentores e de participantes desses esquemas. Que haveria uma mudança de mentalidade. Entretanto, sabemos que a oportunidade é que faz o corrupto aparecer, ainda mais quando se trata de grande quantidade de dinheiro que deveria ser destinado a combater o coronavírus.

As denúncias de sumiço de 60 mil doses da vacina Coronavac, no Amazonas, dão a exata dimensão do quão os criminosos são capazes para executar o seu intento. O momento exige um esforço de todos para conter a pandemia, mas para eles o melhor é tratar de seus próprios interesses, numa atitude que chega a causar mal-estar nos cidadãos de bem.

O desvio de verbas milionárias que seriam para o combate ao coronavírus, envolvendo falsas compras de respiradores ou compras superfaturadas, bem demonstra o instinto asqueroso de alguns governadores e prefeitos, sedentos pelo poder e com o objetivo de levar para a sua casa o dinheiro do povo. Não foi para isso que esses políticos foram eleitos, e nas próximas eleições eles serão lembrados e não perdoados por seus eleitores. O que fizeram foi um verdadeiro festival de roubalheiras. Um "Covidão" na pandemia!

Nem o auxílio emergencial - benefício financeiro concedido pelo Governo federal aos trabalhadores informais para o enfrentamento da crise - conseguiu escapar das fraudes milionárias praticadas por organizações criminosas em diversos estados.

No baú das crueldades praticadas contra a população encontram-se as mais sofisticadas formas de aplicar o golpe. Um exemplo é a venda de imunizantes falsificados contra a Covid-19 pela internet. Trata-se de mais um componente da maldade que, na prática, afeta a vida dos compradores que buscam soluções imediatas para a sua sobrevivência ao coronavírus. A comercialização de vacinas falsificadas revela o quanto o brasileiro ainda tem que aprender para viver numa sociedade responsável, seguindo os princípios da irmandade. Essa prática ilegal exige um combate rigoroso e punição de seus autores. O imunizante é gratuito e distribuído nos postos do SUS. Vacina pirata, não!

Outro exemplo é um fato surreal, em que as seringas sem o imunizante foram aplicadas em idosos, o que revela o quanto de maldade existe na mente de alguns profissionais que trabalham para salvar vidas. Espetam o braço da idosa, que está ávida pela vacina, fingem apertar o êmbolo, retiram a agulha do braço e colocam um pedaço de algodão no local da perfuração. É o fim da picada! Há casos em que a técnica de enfermagem pede: "A senhora olha pra lá", antes de fingir aplicar a vacina. Quanta prática maquiavélica! Tudo isso gravado em vídeo, pasmem! Possivelmente, os frascos cheios seriam levados para os familiares dos técnicos ou, então, vendidos de alguma forma. Seringa vazia, não!

Não bastassem os casos chocantes citados, temos ainda os que usam de seu prestígio para furar filas na vacinação, mesmo sem ter vínculo laboral com a unidade de saúde. O jeitinho brasileiro está sempre vivo em qualquer situação. Os espertinhos são aproveitadores de uma situação de caos coletivo, causada pela trágica pandemia, que visam benefícios individuais ilegítimos. É uma classe de gente insensível ao sofrimento das pessoas que em desespero buscam proteção na vacina.

Não fossem esses atos extremamente repugnantes, condenados pela sociedade, com certeza milhares de vidas poderiam ter sido poupadas.

Celso Pereira Lara

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

sábado, 30 de janeiro de 2021

570-A firmeza do presidente

 É preciso ter um saco de Papai Noel para aguentar tanta crueldade que a esquerda inventa, diariamente. Ninguém é de ferro!

De tanto ver e ouvir acusações levianas, vindas de jornalistas e comentaristas políticos das emissoras de TV, rádio e internet, chega o momento em que não dá mais para suportar. São palavras carregadas de maldades, dirigidas ao presidente diuturnamente com o propósito de desqualificá-lo e desmerecer a gestão do governo federal. Tudo o que o presidente faz ou fala, é motivo para a esquerda distorcer o conteúdo e transformá-lo em pontos negativos, em forma de fake news. Artifício que não convence aos mais antenados, e sim àqueles que não acompanham as postagens dos bolsonaristas e as Lives diárias do presidente.

A esquerda não para de crescer, e os seus afetos já não escondem mais o amor que nutrem por ela, apesar de o Brasil estar nessa situação por causa dos governos socialistas. Agora, a esquerda conta com o apoio total do "MBL" e do "Vem Pra Rua", que deixaram de ser movimentos de rua, a favor do presidente, para se prestarem ao papel de opositores radicais ao governo federal. Preferiram ficar do lado da resistência, já que a facilidade ou possibilidade de se obter votos nas eleições é bem maior. Aquela liderança que havia no passado, existiu por causa da falsa pretensão quando se intitulavam de centro-direita, da mesma forma que o PSDB. Mesmo que o PSDB não queira se intitular de esquerda, o partido conviveu 20 anos com o PT, sugando as tetas do governo e na ambição de se perpetuarem no poder. Isso explica a aproximação dos dois movimentos de rua, ao atacar o presidente, visando um palanque acolhedor entre seus pares esquerdistas. Os interesses próprios se sobrepõem aos interesses que deveriam favorecer a nação e o povo brasileiro.

Bolsonaro fez xingamentos à imprensa durante um almoço em uma churrascaria de Brasília, em evento com a presença de dois ministros e de personalidades que apoiam o presidente: "... vão pra PQP, porra! Leite condensado é para enfiar no rabo da imprensa". Resposta dada às críticas sobre os gastos com leite condensado no Executivo. Se foi uma ofensa à mídia, se não havia necessidade de um presidente se manifestar dessa maneira, se foi falta de pudor ou qualquer coisa que classifiquem, isso é melhor deixar por conta de seus opositores que estão acostumados a levar pancadas e não tomam vergonha. Sabem que Bolsonaro não aceita ironias, chacotas ou acusações de malversação do dinheiro público. O mais ofendido nessa história toda é o próprio presidente, e que por isso não aceita ser tratado como saco de pancadas. Sabem que estão a mexer em casa de marimbondos, e as respostas vêm sendo dadas na proporção do enfrentamento. Portanto, não mexam com quem está quieto, deixem o presidente trabalhar!

O presidente da República foi eleito justamente para enfrentar o establishment e desfazer tudo que de pior existe na política brasileira. Essa foi a bandeira de sua eleição! Sabíamos que ele teria pela frente uma resistência inimaginável – fruto de 20 anos de desgovernos e aparelhamentos -, e que esse primeiro governo seria apenas para mostrar os verdadeiros patriotas que seguiriam a seu lado, fiéis aos valores cristãos, e também para tentar acertar a troca de ministros do STF e a presidência da Câmara. Uma vez acertados, o governo ganharia fôlego para prosseguir em seus projetos que se encontram engavetados por Rodrigo Maia, desde o início do governo. Maia deixará a presidência da Câmara no primeiro dia de fevereiro, e há grande possibilidade de se eleger o deputado Arthur Lira (PP-AL), apoiado pela liderança do governo. Essa é a melhor notícia até agora, e espera-se que as mudanças aconteçam no sentido de fazer o Brasil prosperar. Afinal, leite condensado ajuda a fortalecer a tropa e saciar a fome nos momentos de crise!

Celso Pereira Lara

sábado, 23 de janeiro de 2021

569-A resistência não prospera

Na política, ser honesto é ser inconveniente! E a intenção dos políticos é justamente afastar essa figura do meio deles.

Já são mais de 60 o número de pedidos de impeachment do presidente Bolsonaro, os quais estão dormindo na mesa do presidente da Câmara por falta de quórum e principalmente por falta de apoio popular, fundamental para desencadear o processo. Ou será que alguém acredita que, se houvesse um clima favorável, o Maia não teria dado prosseguimento? Lógico que sim! Então, dezenas de aproveitadores pedem impeachment apenas para causar a sensação de que o presidente é corrupto, ou suspeito da prática de crime, ou de conduta inadequada para o cargo, ou incompetente para gerir a pandemia no Brasil, mas na realidade não se tem a materialidade dos fatos.

As carreatas dos dias 23 e 24 de janeiro, que pediam “impeachment, já!”, “Fora, Bolsonaro!” e “Vacina, já!”, como sempre, não passam de pingados militantes, provando o fracasso do movimento que não tem “cheiro de povo”. Calcula-se que mais da metade dos manifestantes eram militantes de partidos políticos da esquerda radical, da UNE, do MTST, MBL, Vem Pra Rua e de outros movimentos sociais. Em Brasília, não chegou a 500 veículos; em São Paulo, um pouco mais, e nas outras capitais foi um fiasco, evidenciando o vexame da baixa participação popular e comprovando que a maioria do povo está a favor do Governo. No entendimento dos líderes do movimento, “o descaso com a Covid-19 e a crise econômica aumentam possibilidade de impeachment de Bolsonaro”.

Entretanto eles não levam em consideração que a crise econômica não foi causada pelo presidente. Foram bilhões de reais enviados pelo Governo federal a governadores e prefeitos, mas a consequência do caos deixado por eles é maldosamente debitada na conta do Bolsonaro. Fingem não entender e aproveitam para cobrar do presidente.

A pandemia veio para mostrar o quão as pessoas são mal intencionadas. Poucos dias após a entrega, surgiram denúncias de sumiço de 60 mil doses da vacina Coronavac no Amazonas. Criminosos não querem saber de salvar vidas – nunca se importaram com isso -, mas sim de se aproveitarem da situação. São oportunistas em essência!

Pessoas ligadas a políticos preferiram fazer uso desse prestígio para furar filas de vacinação. Um gesto típico de querer se dar bem, sem se preocupar com quem mais necessita da vacina. Uma atitude condenável do ponto de vista humanitário. Farinha pouca, meu pirão primeiro!

O governador Doria deixou a vergonha de lado e assumiu o protagonismo de competir com o presidente do Brasil, valendo-se de qualquer oportunidade para se promover e buscar reconhecimento. O oportunismo ficou claro quando foi exibido o vídeo em que Doria estava ao lado da enfermeira que tomava a primeira dose da Coronavac no Brasil, no mesmo instante em que a vacina estava sendo aprovada pela Anvisa! Além de garoto-propaganda da Coronavac, foi um marketing político, visando colher dividendos para a sua candidatura à Presidência, em 2022. Mas, cá pra nós, aumentar impostos no Estado de São Paulo, durante a pandemia, e aplicar lockdown parcial, que prejudica ainda mais as atividades comerciais, não estariam a revelar o fracasso de sua administração nessa crise? Agindo assim, Doria não seria eleito síndico de prédio nem aqui nem na China!

Na pandemia, não se admite o pânico causado pela manipulação da mídia, que sordidamente prefere esconder os números de doentes recuperados e revelar de forma hitchcockiana o aumento das mortes e dos novos casos da doença. Diariamente, vários noticiários deprimentes – seguidos de ataques maldosos a Bolsonaro – são vistos por aqueles que assistem a essas emissoras de TV. A impressão que dá é que, pelo estardalhaço das notícias, já morreu metade da população brasileira! E isso tudo com a intenção de jogar na conta do presidente. Todavia o próprio Bolsonaro vem desfazendo as fake news em sua live diária.

Celso Pereira Lara

        

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

568-Mini retrospectiva 2020

Não podemos dizer que 2020 não foi um ano bom, apesar do jogo sujo dos políticos e do STF, e da desgraça causada pela pandemia de Covid-19.

Só o fato de Lula e o PT estarem enterrados na lama, deixada pela corrupção que eles próprios criaram - e, por isso, Lula está fora da disputa política causada pelas condenações da Justiça -, já é uma grande conquista da população brasileira. Tentam a todo custo lançar candidatos aos pleitos federal, estadual e municipal, mas, ao final da apuração, o resultado é cada vez mais desastroso. Já foi o tempo em que as bandeiras vermelhas com a estrela, símbolo do PT, ocupavam espaços nos palanques e nas manifestações de rua. Atualmente, nem com 50 reais, pão com mortadela e refresco, se consegue contratar militantes para realizar uma pequena manifestação. Todos já sabemos: Lula e PT estão fora do cenário político.

Desde a posse do presidente patriota, foram muitas as traições por parte de ministros, secretários, deputados, senadores, prefeitos e governadores que se elegeram nas asas de Bolsonaro. Lógico que houve desligamentos sumários do governo, ao se confirmar a traição. Contudo, ainda há milhares de petistas e esquerdistas alojados nas prefeituras e estatais do Brasil, fruto do plano de aparelhamento das instituições, ocorrido nos governos do PT, para garantia de sua reeleição ou perpetuação no poder.

No congresso, os grandes projetos de governo ou foram bastante desidratados para aprovação ou permanecem engavetados. Tentam colocar em pauta, com a condição de toma-lá-dá-cá (criação de cargos ministeriais), mas nada acontece, conforme prometido em campanha pelo presidente da República. Foram dois anos nas mãos de Maia e Alcolumbre, que contavam com o apoio da maioria dos congressistas nas duas Casas legislativas. Não bastasse isso, temos as grandes mídias cobrando de Bolsonaro os projetos que estão congelados, culpando-o de não saber 'dialogar' ou 'negociar' com o Congresso. Todos fingem não entender, mas o objetivo é alfinetar o presidente, na tentativa de enfraquecer o governo!

A pandemia serviu para mostrar os verdadeiros apoiadores de Bolsonaro e os verdadeiros aproveitadores do dinheiro público! A verba federal, distribuída aos estados e municípios para o combate ao coronavírus, foi alvo de desvios, a olhos vistos, na compra sem licitação de respiradores para os hospitais, ou na suposta compra desses aparelhos. A festa com o dinheiro público se espalhou por todo o país, deixando de lado o principal, que é o combate à doença, para cuidar da fraudemia. Enquanto isso, o povo sofrendo as consequências dessa irresponsabilidade de alguns prefeitos e governadores. Isso prova que eles não foram eleitos ou reeleitos para cuidar da população, mas sim para continuar o processo de corrupção que se instalou em governos anteriores.

Os ataques massivos ao presidente, pelas redes sociais, jornais e TVs, foram a principal forma de tentar fazer com que ele não conseguisse governar. Eles não se conformavam com o resultado da eleição, que, no entender dos grandes jornalistas e comentaristas políticos à época, Bolsonaro nem chegaria ao segundo turno. A vergonha que a esquerda passou não tem tamanho! Daí, partiram para uma resistência escancarada, apelando pela contestação de qualquer palavra dita pelo presidente. Tudo era motivo para notícias fake. A rede Globo, pelos seus comandantes do Jornal Nacional, não se cansou de pedir desculpas pelos erros cometidos de propósito. Vergonha Nacional. Bolsonaro sempre teve razão!

Como não havia meios de derrubar o presidente, os ministros da Suprema Corte iniciaram um processo de caça às bruxas. Mandaram investigar os autores das notícias falsas, que até hoje não foi concluído pelo Congresso. O que se sabe é que Joice Hasselmann, que fazia parte da CPI das fake news, teve um áudio vazado, no qual ela mandava sua secretária produzir fakes contra Bolsonaro. Isso foi um descrédito imenso para a CPI. Não se contentando com isso, as perseguições sem provas continuaram contra famosos jornalistas apoiadores de Bolsonaro. Houve prisões arbitrárias, ao arrepio da lei. É assim que as coisas funcionam no STF. 

Contudo, aos poucos, as peças vão se encaixando e o cenário passa a ficar mais favorável à governabilidade.

O chileno Maia, presidente da Câmara dos Deputados, não pode concorrer à reeleição e, por isso, deixará o cargo em 31 de janeiro de 2021. Da mesma forma, Alcolumbre, presidente do Senado Federal. Como não poderia deixar de ser, ambos foram denunciados pela Lava Jato em Curitiba!

No STF, as mudanças de ministros já começaram, apesar de que, o perigo de uma bomba-surpresa acontecer na calada da noite, não pode ser descartado!

A pandemia se aproximando do fim.

Lula e o PT não representam nenhum perigo para o país!

Parlamentares do Centrão mostrando sinais de aproximação ao governo, visando a sua possível reeleição na sombra de Bolsonaro em 2022.  

Portanto, o próximo ano tem tudo para ser bem melhor.

Celso Pereira Lara

quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

567-Saidinha perigosa

 O indulto de Natal não contribui em nada em relação ao cumprimento de pena, e o criminoso tem a seu dispor a facilidade de voltar a delinquir nesse curto período de liberdade. 

Aos criminosos, tudo. Aos familiares das vítimas, que se lasquem! Só serve para estragar o Natal da população do bem.

Todo ano temos notícias tristes causadas por essa premiação a criminosos condenados, e na outra ponta familiares das vítimas manifestando indignação. Apoiar-se no espírito maior de fraternidade que ocorre em dezembro para conceder benefícios aos julgados pela lei, ainda que não tenham sido por crimes hediondos, só serve para incentivar a criminalidade e hostilizar a sociedade do bem que muito implora por justiça e segurança pública.

Os direitos atribuídos por lei aos apenados ultrapassam os limites do bom senso jurídico, quando se sabe que, durante o julgamento, foram levadas em consideração várias formas de benefícios arbitrados pelo juiz, até chegar à decisão de condenação e prisão. Dessa forma, não faz sentido premiar o criminoso com mais benefícios previstos em lei, pois assim ele estaria sendo privilegiado duplamente. Conceder benefícios a assassinos é desprezar o direito de a sociedade viver em tranquilidade.

Cada vez mais o povo fica desacreditado da aplicabilidade das nossas leis, em relação à criminalidade. Não bastasse isso, temos presenciado soltura de condenado em segunda instância, por crime de corrupção, mesmo tendo sido esgotados todos os recursos possíveis. Alguns governadores e prefeitos aproveitam-se da pandemia para mostrar as suas garras, proibindo o povo de ir às praias e fazer aglomerações em locais públicos, inclusive em suas próprias residências para comemorar festas natalinas. Vivemos momentos difíceis que tolhem a nossa liberdade de ir e vir, inclusive a de expressão. O fato de usarmos máscaras para nos proteger da Covid-19, combinado com as criativas mordaças do dia-a-dia, nos levam a pensar para onde estamos sendo conduzidos. A cominação que nos assusta é a mesma que existe nos países socializados ou comunizados. Estamos presenciando um momento da democracia em que todos mandam, menos o presidente da República!

O cumprimento de pena não se restringe apenas ao castigo puro e simples. Ele vem carregado de benefícios previstos e não previstos em lei. Convivemos com a lei que pune e com a lei que despune. Enquanto isso, os delinquentes aproveitam-se para praticar qualquer tipo de crime, na certeza de que no final ele será agraciado pelas benesses que se encontram a seu dispor. 

A saidinha de Natal enfraquece as decisões judiciais e fortalece o sentimento de revolta da população, considerando que a cada ano as tragédias se tornam maiores. O povo brasileiro está sendo oprimido de todas as formas, até o momento em que acordar, de fato, e fazer valer o seu direito de livre manifestação nas ruas, como última forma oferecida pela democracia brasileira em frangalhos.

Celso Pereira Lara

domingo, 6 de setembro de 2020

566-Só depende do voto

 Que nas próximas eleições predomine a sabedoria dos eleitores!

Políticos comem pastéis junto ao povo, prometem coisas magníficas, mas depois de eleitos nada fazem! Já se foi o tempo em que eram chamados de legítimos representantes do povo. Vivem de falácias, de hipocrisia, enquanto os seus eleitores lhes dão mais um voto de confiança a cada eleição. O que existe é uma política nefasta, que prefere manter o povo na desgraça para poder vender esperanças. Triste realidade!

Vivemos num país em que os políticos criminosos recebem todo tipo de proteção, seja do próprio foro privilegiado, seja do abrigo de seus pares nas Comissões da Câmara ou do Senado, do travamento das investigações, da prescrição de processos e outras formas de evitar punições. Ou, então, quando são julgados e condenados à prisão, conseguem a soltura por meio de decisões arbitrárias da mais alta Corte. Um verdadeiro incentivo à roubalheira! E as constantes investidas para exterminar a Lava Jato são a prova de que a prevalência da impunidade tem um valor incalculável para os criminosos.

Lula, que prometeu combater os malfeitos, permitiu que desviassem recursos bilionários dos cofres públicos durante os seus mandatos. Recentemente, na Câmara, o PT, o PCdoB e o PSOL acabaram de mostrar sua verdadeira face, ao votarem contra um Projeto de Lei que dobra penas para crimes de corrupção durante a pandemia.

Nessa crise pandêmica, a corrupção se revelou descarada, garantida pela certeza da impunidade. Logo no início da quarentena, o grande medo que pairava no pensamento das pessoas, principalmente no dos comerciantes, era o fato de que, com a decretação de lockdown, os mais necessitados iriam invadir os comércios em busca de alimentos, por causa da fome e desemprego. Entretanto, o que vimos foi um fato inacreditável: alguns governadores e prefeitos aproveitaram-se da oportunidade para saquear, em torno de 60% da verba federal, por meio de compras superfaturadas ou supostas compras. A fraudemia foi mais importante do que o coronavírus!

Desvio de verbas é, acima de tudo, desvio de caráter, um mal que ainda carece de cura. O corrupto está sempre atento e, aonde tem movimentação de dinheiro, ele aguarda uma oportunidade para se manifestar. A sua cura não depende de uma vacina produzida em laboratório nem de um remédio de comprovação científica; o melhor combate à corrupção está na renovação dos políticos. Esse é o antídoto a ser aplicado, e depende, apenas, dos eleitores nos próximos pleitos, apesar de o voto impresso ter sido considerado inconstitucional.

A sensação de impunidade atribuída aos políticos tem reflexos em toda a sociedade, principalmente entre aqueles que praticam crimes de violência ou contrabando de armas e drogas. Para esses criminosos, quanto maior a corrupção e a desordem jurídica instalada no governo, melhor é a sua atuação na criminalidade. Não bastasse tudo isso, o direito dos marginais, agora, chegou a atingir o pico da curva do inacreditável, ao ser sacramentado por uma decisão da mais alta Corte de Justiça do país. E, com esse fato, os bandidos comemoram uma vitória jamais vista no submundo do crime. Uma decisão - saída de uma votação realizada de forma eletrônica no plenário virtual - que impõe restrições a operações policiais nas comunidades do Rio de Janeiro, tais como limite ao uso de helicópteros e proibição de bases operacionais. 

Dessa forma, a população carioca fica jogada à própria sorte, enquanto a bandidagem do tráfico de drogas e armas cresce livremente e tem o seu faturamento aumentado e garantido. Além de tudo, abre espaço para guerra entre facções. Todo o trabalho desenvolvido na segurança do Rio de Janeiro, que contou com a ajuda de militares do Exército, foi jogado no lixo por essa decisão motivada por uma ação apresentada pelo PSB, para limitar a atuação policial devido à crescente letalidade nas operações. Ou seja, os policiais estavam matando bandidos demais, então, era preciso conter as estatísticas!

Celso Pereira Lara

sábado, 22 de agosto de 2020

564-As traições não param

Vitória do governo na Câmara, derrota no Senado, e as traições na base de apoio parlamentar do governo continuam em alta.

A cada projeto a ser aprovado no Congresso, novas revelações acontecem. Deputados ou senadores que foram eleitos pela sigla do partido do presidente da República preferem votar a favor de interesses pessoais, esquecendo-se do povo que os elegeu. Isso vem ocorrendo desde a primeira votação no Parlamento, a partir do momento em que o novo governo assumiu o controle do país.

Esse fato, cuja intenção seria desmantelar o governo Bolsonaro, revela o interesse pela volta dos governos onde predominavam os malfeitos aos olhos da população. Com o atual governo impedindo as negociatas indecentes, podemos observar claramente o desespero de senadores e deputados no momento da votação de projetos que são favoráveis ao fortalecimento do governo.

Os parlamentares não levam em consideração o resultado de um projeto de governo que visa ao bem do povo e ao crescimento da nação. Isso é somenos importante! A prioridade, para eles, é mostrar que a oposição é mais forte e que o presidente depende deles para governar, ainda que isso venha custar a destruição do país.

As tentativas de desqualificar o ministro da Economia, Paulo Guedes, vêm acontecendo desde a sua posse, e nenhuma consegue desestimulá-lo de seus objetivos. Mesmo com a pandemia da Covid-19 – que impedia o funcionamento de muitos comércios e muitas indústrias –, Guedes soube conduzir o país com competência, mostrando sinais de recuperação econômica. Nessa crise, o ministro saiu fortalecido e reconhecido pelas comunidades internacionais, o que fez com que a oposição ficasse ainda mais desesperada.

O governo pretende congelar os salários do funcionalismo público até final de 2021, para evitar uma despesa de 130 bilhões – daí surgiu o veto do presidente –, mas os senadores não querem saber se a derrubada do veto prejudicaria a governabilidade. Os interesses dos políticos apontam na direção de sua própria reeleição, ao defender os reajustes salariais do funcionalismo público. Dane-se o país. 

Nesse momento de grande falência do comércio e aumento do desemprego, os funcionários concursados do governo – com salário e emprego garantidos – também deveriam dar a sua cota de contribuição, para que o país possa sair dessa crise agravada pela pandemia. Com o veto do presidente, a contribuição dos funcionários públicos já está sendo dada. Nesse sentido, é tempo de os políticos e os ministros do STF reconhecerem que os seus privilégios e benefícios financeiros vão muito além dos limites do bom senso ou da realidade brasileira. A cota de sacrifício tem que ser para todos, principalmente para essas duas classes superprivilegiadas que sugam as tetas do erário público.

O Presidente da República tem o direito de não concordar com o conteúdo de determinado projeto de lei aprovado pelas Casas Legislativas do Congresso Nacional. E, quando a matéria é considerada contrária ao interesse público, o presidente lança mão do veto, uma prerrogativa ou um instrumento político de que se pode valer.

A derrota do governo no Senado não foi suficiente para convencer os deputados. Na Câmara, então, o veto do presidente foi mantido. Vitória final do governo Bolsonaro.

O que se pôde extrair de bom dessas votações nas duas Casas é o fato de as traições não pararem de acontecer. São traições praticadas por parte daqueles que deveriam estar ao lado de Bolsonaro, defendendo suas ideias e seus projetos políticos, pois foram eleitos no bojo das campanhas pelo PSL. Os traidores se revelam a cada oportunidade de destruir o governo.

Celso Pereira Lara