segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

552-O Carnaval da resistência

Até o Carnaval carioca foi aparelhado, passando a fazer parte da resistência ao governo!

O que deveria ser manifestação cultural, a festa do povo nas ruas, seguindo a tradição, acabou se transformando em manifestação de protestos político e religioso. O Sambódromo, por sua vez, virou um palanque político da oposição. As escolas de samba seguem o caminho da resistência ao governo, fortalecendo a militância esquerdista. Enredos em forma de protesto deram o tom dos desfiles. Só faltou a presença de Lula, para agitar a massa petista e completar o espetáculo circense!

Não bastasse uma emissora de TV, difusora de notícias duvidosas, e não bastassem os grandes jornais e revistas que atacam de forma velada o atual governo, eis que de maneira inédita na história carnavalesca assistimos às escolas de samba desfilando com todo o seu ódio na passarela do samba. Surpresa para todos os que esperavam presenciar a verdadeira manifestação cultural, como nos velhos tempos! Foi uma decepção em cadeia, pois onze das treze escolas do grupo especial tiveram que se submeter aos desígnios daqueles que estão sendo fortemente combatidos pelo ministro da Justiça e Segurança. Seja pela apreensão na entrada de drogas e armas no país, ou pelo comércio ilegal nas cidades. Seja pela transferência das maiores facções criminosas do país para presídios federais, desarticulando, assim, o narcotráfico de tal forma que o índice de violência caiu 22% em um ano, o que jamais se viu nos últimos tempos.   

Quem ousaria duvidar que os enredos dessas escolas não vieram da imposição do submundo da contravenção e do crime organizado, como contraventores do jogo de bicho e traficantes de drogas, considerando que as escolas são por eles financiadas desde a sua concepção? Rola dinheiro sujo a rodo, de acordo com o potencial do chefe do tráfico local.

Não é a primeira nem a segunda vez que os temas da política desfilaram na Passarela do Samba, no Rio de Janeiro. Há sempre uma escola bradando contra governos e personagens ligados a eles. Isso era natural, muito saudável, mas, da forma como aconteceu este ano, tudo leva a crer que foi uma conspiração política organizada contra o presidente Bolsonaro. Uma das causas foi a redução dos patrocínios para as escolas de samba do Rio.  A mamata acabou e o desespero é o que restou. Curioso é que nenhuma escola de samba fez enredo sobre os anos dourados da roubalheira do PT. O Carnaval no Brasil já não tem mais nada de movimento cultural; passou a ser uma festa da militância do crime, em que prevalece o poder do aparelhamento.

O desfile das escolas de samba no Carnaval carioca, com honrosas exceções, a partir de agora, vai ser dessa forma, seguindo as regras do poder das armas de fogo.  A turma da criminalidade está revoltada, e resolveu expressar toda a sua indignação no Carnaval do Sambódromo, desrespeitando o presidente da República e o Ministro da Justiça. Ofendem os chefes dos poderes constituídos sem o menor pudor, inclusive a Igreja Católica. A escola de samba ecoou a voz estrebuchante do crime organizado, ao apelar para enredos extremamente desrespeitosos. Ridiculariza Bolsonaro, Moro e Jesus Cristo, mas enaltece satanás.

Por outro lado, o presidente Bolsonaro foi curtir os dias de folga do Carnaval em São Paulo, para dirigir sua moto em Guarujá, passando em frente ao edifício do Tríplex que não é do Lula. Em todos os lugares que o presidente passa, a euforia toma conta do povo que o chama de mito. São centenas de cumprimentos e abraços carinhosos oferecidos a Bolsonaro e vice-versa. Isso prova que a sua popularidade continua crescendo, apesar da resistência esquerdista. 

A governabilidade continua travada, desde a posse do presidente. A resistência prometida está mais sólida do que a própria esquerda esperava. Congresso e STF mais unidos do que nunca, seguem juntos e misturados, colocando obstáculos em tudo quanto for de bom para o governo. Basta saber que líderes do Centrão e de outros grupos falaram que a reforma administrativa não será aprovada neste ano. Eles avaliam que a Casa deverá se debruçar sobre a reforma tributária e não terá fôlego para discutir duas propostas desse porte em período eleitoral. E que a reforma tributária deve começar a ser discutida em abril ou maio. Lógico que nenhuma nem outra reforma será concluída neste ano, pois ficarão por conta das campanhas eleitorais. Farinha pouca, meu pirão primeiro! É assim que as coisas funcionam na Casa Legislativa.

Como se não bastasse, o Congresso quer derrubar os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento impositivo e controlar R$ 30 bilhões no orçamento de 2020. Isso é um verdadeiro escárnio com o povo e uma afronta ao governo que tanto luta para conter os gastos. Irritado com essa situação, o General Heleno chutou o pau da barraca: “Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”. Heleno sugere a Bolsonaro pôr o povo na rua contra a “chantagem” do Congresso. Imediatamente os defensores de Bolsonaro entenderam o recado e já está marcada para o dia 15 de março uma megamanifestação de pauta única: " Apoio ao governo Bolsonaro". 

Celso Pereira Lara

domingo, 9 de fevereiro de 2020

551-Parasitas, nem todos

 Um funcionário público pode não se considerar um parasita, mas poderá ser apontado como tal pelo seu comportamento parasitário! É necessário que essa praga seja combatida e erradicada do serviço público!

Ao defender as reformas econômicas que alteram as regras do funcionalismo público, em evento na FGV, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou os servidores públicos a parasitas. Disse ainda que os parasitas continuam se aproveitando de um hospedeiro que já está morrendo, e que a reforma administrativa do momento não vai mexer nos direitos dos servidores atuais. Era só o que faltava!

Sempre foi assim. Quando os órgãos da administração pública percebem que está havendo déficit de funcionários para atender a demanda da sociedade, são abertos concursos com salários e vantagens atrativos, a fim de atrair especialistas do setor privado. Essa é uma das principais causas das altas remunerações.

Podemos dizer que funcionário parasita é aquele que chega tarde e sai cedo, que produz muito pouco ou quase nada, o que de certa forma sobrecarrega um colega do mesmo setor. Há diferentes tipos de parasita, mas todos são sugadores do erário público. Há os parasitas concursados, os eleitos pelo voto, os contratados, os indicados, os fantasmas etc, todos sugando as tetas do Estado. O parasita existe em todos os setores do funcionalismo público: uns mais, outros menos. A máquina pública está inchada, sem dúvida, por culpa da irresponsabilidade dos governos anteriores, e é necessário que haja uma reforma administrativa urgente, principalmente a política e a judiciária.

Lula, em 2016, também deixou-se extravasar, para fazer crítica genérica aos servidores públicos concursados: "Mas a profissão mais honesta é a do político. Porque todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua, encarar o povo, e pedir voto. O concursado não, se forma numa universidade, faz um concurso, e tá com emprego garantido pelo resto da vida. O político não, ele é chamado de ladrão, de tudo, mas ele tá lá, pedindo outra vez o seu emprego”. A comparação feita por Lula, na época, foi uma forçação de barra muito grande em defesa dos políticos e na intenção de buscar apoio dos eleitores. Uma jogada política capenga! O parasitismo também existe no Congresso, o que é mais grave. Por que os parlamentares, representantes do povo, trabalham apenas de terça a quinta-feira, e quantas vezes não se conseguiu quórum mínimo para deliberação em Plenário?

O ministro  está certo ao dizer que no serviço público tem parasitas. A afirmativa está correta, apenas é impossível apontar a quantidade! Todos sabemos dessa realidade, e ninguém melhor do que os servidores que convivem com eles para confirmar. Mas, o problema está na fala do ministro, que gerou uma reação em massa da categoria e dos políticos! Com isso, o ministro passa a enfrentar corporações perigosas e todo cuidado é pouco. Afinal, ele está mexendo em vespeiro! Talvez teria sido melhor se o ministro tivesse chamado de sanguessugas, pois não teria causado tanto furor, já que o Governo é, de fato, o hospedeiro.

Diante dessa celeuma, deputados pretendem convocar o ministro Paulo Guedes para que ele explique a declaração na qual comparou os servidores públicos a parasitas. É que eles classificaram o fato como sendo uma opinião extremamente preconceituosa, uma declaração muito ofensiva, que não contribui com o diálogo.

Enfim, a conta vai chegar, e é por causa desses parasitas que os funcionários públicos em geral vão pagar o pato. A indignação deve-se voltar contra esse pessoal que vem parasitando na administração pública por muitos anos, e que a partir dos governos petistas esse contingente se multiplicou. Foi o aparelhamento em ação. Agora, os que trabalham e honram o emprego e a função que exercem, poderão sofrer as consequências.

Celso Pereira Lara

sábado, 25 de janeiro de 2020

550-Defesa intransigente de Bolsonaro

Sim, não podemos ficar apenas observando o massacre a que vem sendo submetido o presidente da República, desde a sua posse!

O inconformismo da esquerda - por ter sido derrotada nas urnas, após longo período de malversação do dinheiro público -, não deixa o presidente governar para o Brasil nem para o povo. Fazem oposição a tudo quanto é proposta apresentada, engavetando ou retirando conteúdos importantes, porque não permitem o rápido desenvolvimento do país nas diversas áreas. Trata-se de uma barreira jamais vista na história política, que conta com o apoio do Congresso, na área econômica e social, e, principalmente, do STF na área de combate à criminalidade. Algo surreal, onde são tomadas decisões contrárias com frequência estarrecedora, sem se importarem com a Constituição, com a interferência entre os poderes ou com o respeito à democracia.

A esquerda ataca o presidente em todas as suas atitudes desde a sua posse. Declararam que formariam a maior resistência ao governo, e que não deixariam Bolsonaro governar. Isso ainda está bem claro! A oposição composta por Câmara, Senado, STF, imprensa, OAB, artistas e tantos outros, ataca diariamente um presidente - sobrevivente de uma facada desferida no estômago -, que luta com todas as suas forças para engrandecer o país e beneficiar a sua população. Um presidente acima de tudo honesto, e o seu passado político comprova que jamais se deixou envolver em esquemas de corrupção dentro ou fora do Congresso. Portanto, é inegável afirmar que Bolsonaro é um mito, e essa verdade não pode ser escondida. Contra a força não há resistência.

Quanto ao “nós contra eles”, - tão criticado pelos isentões ou falsos bolsonaristas -, entendo que deve continuar assim, para mostrar que os defensores do presidente estão atentos e não permitirão que o seu governo seja desmoralizado pela esquerda fracassada. Rebater as críticas dos esquerdistas é de grande necessidade, para que não prevaleça apenas a versão dada por eles. São muitas fake news circulando diariamente nas redes sociais da internet, e desfazê-las é um dever de todos que lutaram pela vitória de Bolsonaro. Afinal, o presidente está cumprindo tudo aquilo que foi prometido em campanha. Nada de mentiras ou corrupção!

Fiz campanha para o Capitão e estou muito satisfeito por ele ter sido eleito. Em 2022, novamente estarei em campo. Aplaudo de pé todas as suas decisões, pois concordo com todas elas. Sei que ele não é perfeito, mas o considero o melhor de todos os políticos do momento, e por isso tenho o dever de lutar pela sua permanência no poder. Durmo e acordo tranquilo, pois tenho a certeza de que o Brasil está em boas mãos. Não preciso ficar atento aos atos dele - isso eu deixo por conta da oposição -, pois tenho a convicção de que os erros praticados no passado jamais se repetirão, pelo contrário, estão sendo todos corrigidos.

Defendo convicto todas as atitudes do presidente, sem a menor ponderação ou preocupação, pois sei perfeitamente do seu caráter.  Com muita honra, me considero parte do gado que apoia o Capitão, o que me traz muita alegria em saber que estou apoiando aquele que salvou a pátria das garras do socialismo/comunismo entranhado nas instituições públicas municipais, estaduais e federais. Só isso já basta para classificar Bolsonaro como um mito!

Quanto aos esquerdopatas, só lhes resta o desespero por insistir numa ideologia que não deu certo em lugar nenhum.

Celso Pereira Lara


domingo, 29 de dezembro de 2019

549-Se eu fosse um petista...

Eu jamais teria a coragem de escrever ou falar algo contra o atual governo. Eu não teria moral para isso!
         
           Eu teria vergonha de falar mal do presidente Bolsonaro, sem ter sequer um argumento que o condenasse.
      
      Todos sabemos que o presidente tem uma vida política ilibada. Foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira, sem nenhum envolvimento com a corrupção que tomou conta do Congresso, das estatais e das empreiteiras, todos dominados pelo tão querido ex-presidente Lula.

Eu teria vergonha de ofender os bolsominions, que defendem um presidente patriota, verdadeiramente humilde e defensor do povo brasileiro. E que, por ser tão honesto, pretendem matá-lo!

É preciso ser muito condescendente para defender aquele que te traiu e deixou o Brasil depenado. A narrativa de que Lula é inocente e perseguido político não se sustenta! São nove processos que pesam contra o ex-presidente com farta documentação comprobatória, que certamente o levarão para a cadeia, novamente. Somente os ministros do STF, indicados pelo PT, são capazes de tirá-lo da prisão.

Se Lula foi eleito com a promessa de acabar com a corrupção, e durante os 16 anos de governos petistas só fez malfeitos e malfeitos, permitindo que todos os seus companheiros se locupletassem com os recursos dos cofres públicos, não há por que não reconhecer em Bolsonaro o verdadeiro combatente da corrupção. Ou, então, eu me recolheria à minha insignificância e viveria no anonimato!

Lembram das promessas de transposição das águas do Rio São Francisco e muitas outras que enganaram os nordestinos?

Só em saber que o governo comemora um ano sem corrupção, e cumprindo as suas promessas de campanha, já é o suficiente para reconhecer que o atual presidente é um mito!

Calma, ainda faltam três anos de progresso para o país, e a vergonha dos opositores vai aumentar cada vez mais...  

Celso Pereira Lara


segunda-feira, 18 de novembro de 2019

548-Ministros da Suprema Corte

Alguns sequer foram juízes, mas mesmo assim foram indicados por ex-presidentes da República, sabe-se lá com quais intenções.

Lula foi solto em 8 de novembro – na marra – pelo STF, e completar o serviço é questão de poucos meses!

As manifestações do dia 17 de novembro tiveram a pauta única "impeachment de Gilmar Mendes". Ocorreram no domingo em muitas capitais e, no DF, na porta do STF. O recado foi dado à nação e ao ministro togado, que havia zombado dos manifestantes, chamando-os de robôs.

Contudo, Gilmar Mendes, que foi indicado por FHC, nem se importou com a ida de milhões de robôs às ruas, os quais pediam o seu impedimento como ministro da Suprema Corte. Nada representaram para ele, assim como para os políticos do Congresso as manifestações anteriores. Seguem com as suas maldades sem qualquer obstáculo pela frente! Gilmar não só não se importou com os protestos, como também provoca a todos os poderes ao declarar que pretende julgar Moro até o final do ano, no caso das conversas hackeadas ilegalmente. O objetivo é claro: anular o processo do tríplex no Guarujá, o qual condenou Lula e o levou à prisão.

O ministro togado, que nunca foi juiz, é insaciável, e enquanto não fizer o serviço completo, não faz sentido permanecer no Supremo! Numa outra etapa, ele pretende colocar em julgamento a lei da Ficha Limpa, que, se julgada inconstitucional, tornaria Lula elegível e candidato à presidência em 2022.

Parece que não estamos acreditando que esses fatos ocorrem com tanta clareza, mesmo diante dos nossos olhos. Vivemos hipnotizados por longos anos, sem que nos tenhamos dado conta disso. É tempo de acordar, de fazer as mudanças acontecerem. Ficarmos insistindo nas manifestações de rua, apenas pedindo a saída desse ou daquele malfeitor do governo, a tendência é deixar o país em piores condições entre os poderes.

O ministro Toffoli, que foi indicado por Lula, do alto de sua soberba, teve a capacidade de negar pedido da PGR para revogar solicitação de relatórios fiscais à Receita e ao COAF, contendo movimentações financeiras de 600 mil pessoas. Ele negou que a medida tenha sido "desproporcional e invasiva", e que o pedido foi feito no intuito de melhor instruir este recurso para julgamento no plenário”. Assim agindo, Toffoli assumiu o protagonismo da ditadura do STF. Nega o pedido de Aras e ainda faz diversos questionamentos a ele e nova solicitação à Receita. Toffoli nunca fez trabalho de investigação e muito menos foi juiz em sua vida. Como presidente do Supremo, ele teve o voto decisivo para soltura de Lula. Um verdadeiro absurdo o que vem ocorrendo nessa República!

Enquanto não houver uma manifestação exclusiva para clamar por intervenção das FFAAs no STF, ficaremos reféns das maldades criadas pela Suprema Corte.  A situação do país já chegou ao extremo, e se não estivermos preparados e decididos a ir pras ruas pedir socorro, adeus Brasil.

Só depende do povo. Veja o exemplo na Bolívia!

Celso Pereira Lara

Obs.: Após publicação deste texto, foi noticiado que Toffoli revogou a decisão que exigia apresentação de dados sigilosos de 600 mil pessoas.


domingo, 20 de outubro de 2019

547-À beira do caos

 Um país controlado por inimigos da República – eleitos pelo povo que se deixou enganar através de seu voto –, que atuam no Congresso, em conluio, impedindo o avanço dos planos do Executivo. Assim está o Brasil.

A oposição está com os seus canhões apontados e não se cansa de disparar suas maldades contra os alvos chaves do governo, com o objetivo de destruir a governabilidade de um presidente eleito democraticamente nas urnas. O inconformismo causado pela derrota não permite que os opositores fiquem acomodados até as próximas eleições. Para eles, resistir é o fundamental, e a resistência se encontra em todos os poderes da República! 

O que os parlamentares têm feito ultimamente é um verdadeiro acinte ao povo brasileiro de bem, ao utilizarem-se de artifícios asquerosos contra as pautas do governo, importantes para o país, como a reforma da Previdência e o Projeto Anticrime. Por outro lado, o PL Abuso de Autoridade – projeto cabuloso, apresentado no Senado por Renan Calheiros –, é nitidamente uma vingança contra a Operação Lava Jato! Numa tentativa de se defenderem, deputados aprovaram o texto de forma sorrateira, pois tinham a certeza de que as investigações chegariam também até eles.

E quando se pensa que as pedras de tropeço existem apenas do lado da oposição, eis que se constata que não é bem assim. Bastou o presidente Bolsonaro cobrar transparência em relação às contas do partido - que se abrisse a caixa-preta -, para que tudo se transformasse numa verdadeira Torre de Babel. As traições ao governo, dentro do próprio partido de sustentação, vieram à tona, e seus líderes ficaram nus. Quem diria, até a líder do governo no Congresso foi afastada do cargo por causa disso?

Mas, por que toda essa gritaria dentro da legenda do governo, se todos sabiam que o presidente Bolsonaro foi eleito com a bandeira do combate à corrupção, da defesa da transparência, de acabar com a velha política do “toma lá dá cá” e o Fundo Partidário? 

Não obstante todo esse confronto entre os parlamentares da própria legenda, retaliações não faltaram àqueles que se colocaram a favor da ala bolsonarista. A troca de farpas foi inevitável, e ainda vai render muito. O episódio serviu para alimentar ainda mais a balbúrdia que predomina na política dessa República. Haja resistência!

Por outro lado, a insegurança jurídica atormenta a todos os cidadãos de bem. Ministros togados julgam ao sabor de interpretações casuísticas, quando na verdade suas atribuições jamais poderiam se sobrepor ao império da lei.  Há uma quebra da ordem jurídica jamais vista neste país, praticam um totalitarismo na democracia que eles próprios afirmam defender, enfim, é muito assustador ver tudo isso acontecendo simultaneamente nos poderes legislativo e judiciário, com objetivos claros de rebaixar a governabilidade do presidente. Ainda há quem diga que temos instituições maduras, funcionando plenamente. Funcionando para quem?

Estão corroendo os pilares da democracia, e a paciência do povo já está atingindo o limite do suportável. E o pior é que as pressões das manifestações de rua e das redes sociais da internet já não surtem mais os efeitos desejados, tanto é que os opositores ao governo continuam agindo deliberadamente.

Resta saber até quando o governo ficará refém da maldade daqueles que presidem os poderes, se os golpes aplicados em nome da resistência estão cada vez mais ofensivos à democracia?  

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

546-Pedir socorro é legítimo

Um país controlado por inimigos da República – eleitos pelo povo que se deixou enganar através de seu voto –, que atuam no Congresso, em conluio, impedindo o avanço dos planos do Executivo. Assim está o Brasil.

A oposição está com os seus canhões apontados e a disparar suas maldades contra os alvos chaves do governo, com o objetivo de destruir a governabilidade de um presidente eleito democraticamente nas urnas. O inconformismo pela derrota não permite que os opositores fiquem acomodados até as próximas eleições. Para eles, resistir é o fundamental, e a resistência se encontra em todos os poderes da República! 

O que os parlamentares têm feito ultimamente é um verdadeiro acinte ao povo brasileiro de bem, ao utilizarem-se de artifícios asquerosos contra as pautas do governo importantes para o país, como a reforma da Previdência e o Projeto Anticrime. Por outro lado, o PL Abuso de Autoridade – projeto cabuloso, apresentado no Senado por Renan Calheiros –, é nitidamente uma vingança contra a Operação Lava Jato! Fazendo-se de vítimas de perseguição política, deputados aprovaram o texto de forma sorrateira, pois tinham a certeza de que as investigações chegariam também até eles.

A insegurança jurídica atormenta a todos. Ministros togados julgam ao sabor de interpretações casuísticas, quando na verdade suas atribuições jamais poderiam se sobrepor ao império da lei.  Há uma quebra constitucional irreversível, praticam um totalitarismo na democracia que eles próprios afirmam defender, enfim, um golpe de estado consolidado! É muito assustador ver tudo isso acontecendo simultaneamente nos poderes legislativo e judiciário, com objetivos claros de rebaixar a governabilidade do presidente. Parece uma conspiração! Ainda há quem diga que temos instituições maduras, plenamente funcionando. Funcionando para quem? Estão corroendo os pilares da democracia, e a paciência do povo já está atingindo o limite do suportável. Até quando o governo ficará refém da maldade daqueles que presidem os poderes, se os golpes aplicados em nome da resistência estão cada vez mais ofensivos à democracia?  

Grande parte da população brasileira absorveu os efeitos pedagógicos daqueles que costumam dizer que ficam arrepiados só em pensar no tempo dos governos militares. Quanto mais quando se ouve alguém dizer que a intervenção militar se faz necessária na atual conjuntura. Tortura nunca mais, diriam eles convictos e raivosos, denunciados pela expressão facial e pelo tom das palavras! Golpistas e fascistas seriam gritados, certamente.

O regime militar pode ter sido tenebroso, sombrio para algumas centenas de militantes na política, diretórios acadêmicos, sindicatos e outras agremiações de domínio político-partidário, assim como os próprios parlamentares suspeitos de atuação em movimentos subversivos. Talvez tivessem sido vítimas de suas intenções nada democráticas, diferentemente do restante do povo brasileiro que seguia a vida normal, trabalhando e produzindo para o país, como se o regime “ditatorial” não existisse, apenas a ordem e o progresso. Essa é a grande diferença!

Na atual conjuntura, o Senado não ousaria impedir que o Supremo continue extrapolando de seus limites de maneira autoritária, e, dessa forma, a responsabilidade recairia sobre as Forças Armadas, que, dentre outras atribuições, destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. Lembrando que, em 1968, o presidente Costa e Silva cassou três ministros do STF por concederem habeas corpus a criminosos comunistas.

As pressões das manifestações de rua e das redes já não surtem mais os efeitos desejados, tanto é que os opositores ao governo continuam agindo deliberadamente. Alguns se fazem de cegos e surdos; outros ousam debochar. Então, chegará o dia em que a população indignada, de tanto sofrer humilhação, vai clamar por socorro às forças federais, para restabelecer o verdadeiro estado democrático de direito.    

Celso Pereira Lara

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

545-O STF está nu e Lula não pode ser solto!

 Os perigosos focos de incêndio não estão na Floresta Amazônica – apesar de um alarde estrondoso por todo o mundo –, mas sim no Congresso e no STF, onde eles necessitam ser combatidos com urgência, antes que o país pegue fogo, de fato.

Dos ministros togados, três foram indicados por Lula e quatro por Dilma, e é inegável que eles estejam lá no Supremo somente para defender os ex-presidentes, de uma forma ou de outra, direta ou indiretamente, conforme temos visto. Por isso, ficamos a assistir decisões estapafúrdias nunca antes proferidas, com o firme propósito de destruir a Operação Lava Jato! Tudo aquilo que é proferido hoje, amanhã não tem mais sentido. É assim que esses ministros decidem! Além de tudo, interferem em outros poderes como se eles não existissem! 

Ficarmos apenas reclamando desses desmandos não adianta! Para acabar com essa balbúrdia que o Congresso e o STF vêm causando nos últimos tempos, só depende de uma atitude radical do povo. Enquanto a população ficar acreditando que as manifestações de rua e redes sociais são capazes de solucionar os problemas do Brasil, a situação só vai piorando. Estamos observando isso desde a posse do presidente Bolsonaro. A oposição radicaliza em suas atitudes e o povo logo se mobiliza para ir às ruas em grandes manifestações com cartazes de diversos tipos: Fora isso, Fora aquilo, Fora aquiloutro. Entretanto, logo no dia seguinte, o Congresso e o STF continuam a cometer atos desmoralizantes à democracia e ao povo. Dessa forma, até quando ficaremos mergulhados nesse joguinho de faz de conta com os verdadeiros inimigos da Pátria?

O Gen. Mourão já reafirmou que "caso o STF não cumpra seu papel de combater a corrupção e a impunidade, o Exército deverá agir. Em havendo caos, só tem alguém que pode impedir isso: são as Forças Armadas". O recado está dado, e devemos dar nosso total apoio!

Não dá mais para acreditar que as coisas vão mudar a partir da próxima manifestação, por mais que ela esteja com milhões de manifestantes. Vai ficar tudo com a mesma condição de pressão e temperatura! Não é a quantidade que vai impressionar os inimigos do povo; é o conteúdo da reivindicação! Enquanto não radicalizarmos e clamarmos por intervenção militar, ficaremos nadando em alto mar na tempestade!

Caso não se consiga da primeira vez, precisamos fazer disso um objetivo a ser alcançado, uma meta a ser perseguida! Somente insistindo, através de um movimento coeso e crescente, com propósitos de buscar socorro das Forças Armadas, é que realmente estaremos no rumo certo das manifestações.

Sinceramente, não há outra maneira de dar um basta a tudo isso!

Intervenção, já!

         Celso Pereira Lara



sábado, 17 de agosto de 2019

544- Pedir socorro é um ato legítimo

Um país controlado por criminosos eleitos pelo povo, que atuam no Congresso acobertado pelo judiciário, sedentos pelo poder dessa República para acabar com o que ainda resta. Essa é a situação em que se encontra o Brasil.

A oposição está com a sua bateria em plena carga, com os seus canhões apontados e a disparar diariamente contra os alvos chaves do governo, com o objetivo de destruir a governabilidade de um presidente eleito democraticamente nas urnas. O inconformismo pela derrota não permite que eles fiquem acomodados até as próximas eleições. Resistir é a principal arma utilizada para lutar contra a direita instalada no poder, e a resistência se encontra em todas as instâncias do governo. São os falsos poderes da República atuando com revanchismo!

O que os parlamentares têm feito ultimamente é um verdadeiro acinte ao povo brasileiro de bem. Utilizam-se dos mais sórdidos artifícios de caráter prejudicial, seja ao protelar ou desidratar projetos de governo importantes para o país, como a reforma da Previdência e o Projeto Anticrime. Por outro lado, o Projeto de Lei de Abuso de Autoridade, criado pelo Senado, é nitidamente uma vingança contra a Operação Lava Jato! Fazendo-se de vítimas de perseguição política, deputados aprovaram o texto de forma sorrateira, pois tinham a certeza de que as investigações chegariam até eles. A todo instante se observa que os criminosos estão ficando cada vez mais blindados. Sabedores de que as investigações poderão chegar até eles, tentam de todas as maneiras aniquilar a maior ação de investigação sobre corrupção e crime organizado, conduzida até hoje no Brasil pela Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República. Os ataques à Lava Jato são frequentes e cruéis, desde a sua criação!

Fala-se muito em harmonia e independência dos três poderes, exaltam muito o respeito à democracia, limites de competência, princípios constitucionais etc., entretanto, exorbitam dos seus próprios limites, com suas decisões autoritárias, como se fossem soberanos da nação. Tudo em nome da manutenção dos governos anteriores, onde a corrupção e lavagem de dinheiro predominavam. Atualmente, os verdadeiros inimigos são aqueles que combatem os crimes: a Lava Jato, a Receita Federal, a Polícia Federal, Procuradores da República e tantos outros. Esses são os verdadeiros perseguidos na nova República. O país da inversão dos valores, onde os criminosos querem prender os juízes.

A balbúrdia que os ministros do STF vêm causando ao país é algo surreal. Tomam decisões arbitrárias, estapafúrdias, agindo como se fossem verdadeiros déspotas, ao contrariar decisões de outros poderes da República, principalmente as da Lava Jato, causando insegurança jurídica. O Supremo pratica um governo paralelo, e a soltura de Lula é uma possibilidade que poderá ocorrer a qualquer instante, numa canetada autoritária do ministro Toffoli, para o qual já está em fase de conclusão um pedido de impeachment.

Falam muito em defender a democracia, mas eles são os primeiros a praticar atos antidemocráticos. É assustador ver tudo isso acontecendo simultaneamente nas esferas política e judiciária, com objetivos claros de rebaixar a governabilidade do presidente. As verdades ditas por Bolsonaro incomodam muito mais do que as mentiras ditas pela esquerda, e elas provocam pânico naqueles que fazem parte da resistência ao governo. O presidente Bolsonaro é militar, político e estrategista, ele sabe muito bem dos ataques que vem sofrendo. Ainda há quem diga que temos instituições maduras, plenamente funcionando. Funcionando para quem? Estão corroendo os pilares da democracia, e a paciência do povo já atingiu o limite do suportável. Para que esperar mais um pouco, se os golpes aplicados ao governo, em nome da resistência, estão cada vez maiores e mais sofisticados?  

Grande parte do povo brasileiro absorveu os efeitos pedagógicos daqueles que costumam dizer que ficam arrepiados só em pensar no tempo dos governos militares. Quanto mais quando se ouve alguém dizer que a intervenção militar se faz necessária na atual conjuntura. Tortura nunca mais, diriam eles convictos e raivosos, denunciados pela expressão facial e pelo tom das palavras! Golpistas e fascistas seriam gritados, certamente.

O regime militar pode ter sido tenebroso, sombrio para algumas centenas de militantes na política, diretórios acadêmicos, sindicatos e outras agremiações de domínio político-partidário, assim como os próprios parlamentares suspeitos de atuação em movimentos subversivos. Talvez tivessem sido vítimas de suas intenções nada democráticas, diferentemente do restante do povo brasileiro que seguia a vida normal, trabalhando e produzindo para o país, como se o regime “ditatorial” não existisse, apenas a ordem e o progresso. Essa é a grande diferença!

Talvez a oposição não acredite, mas tudo caminha para uma intervenção militar. Câmara, Senado e STF, em acordão ou complô, estão conspirando abertamente, sem o menor pudor, contra a Lava Jato e o governo Bolsonaro! Por causa disso, vários recados já foram dados ao Supremo pelos generais do Exército. Mais uma vez, a manifestação do dia 25 será a favor da Lava Jato e Dallagnol, e contra o STF. Temos que aproveitar o 25 de agosto - Dia do Soldado - para clamar por intervenção, pois essa é a melhor oportunidade! O Senado não tem moral suficiente para impedir que o Supremo continue extrapolando de seus limites, agindo de maneira autoritária, e, dessa forma, a responsabilidade passa a ser das Forças Armadas. As atribuições delas destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. Por isso, teríamos que provocá-las com a presença de multidões nas ruas e porta de quartéis.  Lembrando que o STF já foi cassado em 1968, em favor da Segurança Nacional. O presidente Costa e Silva cassou três ministros do STF por concederem habeas corpus a criminosos comunistas. Clamar por socorro aos militares federais é um direito do povo.

Na próxima manifestação de rua, se não for para pedir intervenção militar, eu pretendo ficar em casa!

       Celso Pereira Lara

quarta-feira, 7 de agosto de 2019