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terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
sábado, 2 de fevereiro de 2019
532- O lado perverso da política!
É sabido que o enfrentamento de determinadas situações
requer muitas vezes experiência de casos, conhecimento acadêmico, inteligência
aguçada, ousadia e principalmente espírito de equipe, quando se pretende que o resultado
a ser alcançado fique bem próximo do satisfatório. Ousadia somente não é o
bastante! E, nesse caso, decisões políticas isoladas, geralmente, levam o país
ao fracasso!
No ambiente político, por exemplo, o enfrentamento de
qualquer questão deveria se dar no campo das ideias, de forma honesta, com
argumentos convincentes, sem mentiras ou vitimização, sem ameaças ou
xingamentos, considerando que os políticos ocupam altos cargos do poder público
e são tratados como “Vossa Excelência”. Entretanto, o que temos observado, com
certa frequência, durante os debates no Congresso, é uma troca de insultos na
tentativa de desqualificar o adversário. Trata-se de querer impor seus
argumentos a qualquer custo.
Os políticos já não se importam mais com as chacotas que
postam contra eles nas redes sociais, por causa de suas próprias declarações ou
atitudes condenáveis. É o império da sem-vergonhice dominando a política!
Produção de textos difamatórios infestam as redes da web. Mas o pior na
política é quando você constata que alguns se aproveitam até das tragédias para
fazer palanque de oposição e capitalizar em cima delas. Um oportunismo
deslavado, um casuísmo condenável, um desrespeito a todos, vitimados ou não, o
que torna a tragédia ainda maior. Houve quem dissesse que foi uma tragédia
merecida!
Na mesma linha – e não bastassem os seus dois mandatos
desastrosos –, Dilma ressurge com os seus comentários insuperáveis: "Uma
barragem se rompeu e dela escorreu a lama do obscurantismo, da intolerância e
do fascismo: o resultado é o desastre que o país vive hoje". A
ex-presidente esquece que foi no governo do PT de Minas Gerais que aconteceu o
rebaixamento do nível de risco da barragem de Brumadinho para facilitar o
licenciamento ambiental da Vale por mais dez anos. Dilma também esquece ou não sabe que não
foi lama o que escorreu da barragem; foi lixo tóxico altamente prejudicial à
saúde das pessoas que foram vítimas dessa irresponsabilidade! É muito natural que
os petistas acusem os outros dos malfeitos que eles mesmos fizeram. Tentam
capitalizar com as suas próprias tragédias! Essa é a triste constatação de que
chegaram ao mais baixo nível político, com uma atitude própria daqueles que não
se conformam com a derrota. É a prevalência do ódio partidário quando todos torcem contra.
No Senado, a votação polêmica termina com surpresas! Mas,
afinal, por que Renan Calheiros tem tanto poder assim?
Um início de mês vergonhoso para o nosso País. Na sessão
para eleger o presidente, o Senado mais parecia uma Torre de Babel do que uma
Casa Legislativa! Kátia Abreu (PDT) paralisa a sessão: levou a pasta da Mesa do Senado e a escondeu! Apesar dos discursos raivosos e ofensivos,
conseguiram chegar por votação a um bom acordo (50 a 2): eleição com voto
aberto! Uma alegria que durou poucas horas, pois na madrugada de sábado, ainda
de pijamas, o ministro do STF, Dias Toffoli, atendendo a pedido do
Solidariedade e MDB, aliados de Renan, decidiu anular decisão do plenário do
Senado pelo voto aberto e determinou que a votação fosse secreta. Tudo conspira
a favor do cangaceiro alagoano!
Durante a primeira votação houve até fraude eleitoral, e o
pior é que decidiram triturar as provas do crime, pasmem! Renan, já percebendo
que iria ser derrotado, resolveu retirar a sua candidatura. Com isso, a vitória
foi da democracia, da Lava Jato, dos projetos do governo federal e do Brasil. A
derrota de Renan é também a derrota do PT e de Toffoli. O senador David
Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito presidente do Senado!
Celso Pereira Lara
segunda-feira, 10 de dezembro de 2018
531-A grande virada!
O presidente eleito promete resgatar a
normalidade no país. Uma missão espinhosa!
Ainda
não houve uma comemoração tão especial quanto a que deverá ocorrer neste final
de ano, principalmente porque ela carrega um estoque de esperanças de que o
Brasil tanto necessita para se tornar um país mais desenvolvido e mais
democrático, onde acima de tudo prevaleça o respeito à Constituição Federal e a
defesa das instituições.
É
tempo de deixar para trás o período tenebroso que o país vivenciou sob o
comando de presidentes irresponsáveis. Também é tempo de apostar nas melhores
condições de vida, na geração de empregos e oportunidades para todos os
brasileiros que foram vítimas de políticas desastradas dos últimos governos. Os
desafios serão muitos e o trabalho será árduo para o novo governante que foi eleito
justamente com o propósito de desfazer todos os malfeitos deixados como
herança. Não mais deverá acontecer a inércia governamental.
É
momento de externar as esperanças que ainda carregamos em nossos corações e
acreditar na realização dos nossos sonhos de ver o Brasil no caminho do
progresso, livre das manifestações violentas e depredatórias contra patrimônio
público ou privado, motivadas apenas por interesse político-partidário. É
momento, também, de acreditar que nos libertaremos, para sempre, do jugo das
raposas que habitam o palco da política brasileira e que haveremos de recuperar
a confiança em nossos representantes no Congresso. É dessa forma que vigora a
política nos países avançados.
Acreditar
que a partir do ano vindouro o STF seja realmente o guardião da Constituição,
com julgamentos céleres, imparciais e sem beneficiar corruptos. Data vênia, #indultonao!
Que o Supremo passe a usar o poder para atender a interesses do Brasil e da
população. Nesse cenário de impunidade no país, que os representantes da mais
alta corte de Justiça consigam reconquistar a credibilidade tão necessária à
manutenção do estado democrático de direito. Lembrando que a renovação dos
ministros do STF é essencial ao fortalecimento da democracia.
Pensar
que também é possível reverter o estrago causado pelo aparelhamento ideológico
das escolas e universidades, ainda que demore algumas décadas, já nos traz um
precioso alento às nossas esperanças e motivo para comemoração. O patrulhamento
ideológico, institucionalizado na educação brasileira, é o pior dos males que
se possa causar aos estudantes e à sociedade como um todo, porque ele induz a
classe estudantil a uma visão estereotipada dos fatos e a torna refém da farsa
do "politicamente correto". Não só a doutrinação como também a
ideologia de gênero, que se enquadra na proteção das minorias, são motivos de
controvérsias. Entretanto, a esperança da maioria da população é ver afastadas
essas distorções ideológicas da educação no Brasil, impregnadas de pensamento
crítico.
Confiar
que haverá auditoria nas contas do BNDES - principalmente nos empréstimos
sigilosos que serviram para financiar ditaduras comunistas -, na farra da Lei
Rouanet, nos cabides de emprego das estatais, no Programa Bolsa Família e
tantos outros, é o mínimo que se pode esperar, e que o resultado desses
desperdícios de dinheiro público seja revelado ao povo. Afinal, a transparência,
principalmente com as contas públicas, mostra que o governo trabalha para o
povo e para o crescimento do país. Devemos nos alinhar aos países de primeiro
mundo.
Depositamos,
ainda, nossas esperanças no afastamento definitivo dos políticos corruptos e
comunistas que destruíram o Brasil e causaram tanto sofrimento à população.
Contudo,
o nosso maior desejo para 2019 é que o novo presidente da República saiba
governar para o bem da nação e dos brasileiros, e que faça deste Brasil um país
de destaque no cenário internacional.
Celso Pereira Lara
quinta-feira, 15 de novembro de 2018
sábado, 3 de novembro de 2018
529-Mais uma excelente aquisição!
A equipe ministerial do novo governo impressiona
pelo alto grau de formação acadêmica e profissionalismo!
Já nos primeiros
dias do governo de transição, a formação dos ministérios vem causando frisson
no meio político e econômico nacional e internacional. O futuro presidente
escolhe seus auxiliares com critérios rígidos, baseados na competência
profissional e na integridade moral, deixando de lado as indicações políticas
ou de apadrinhamento, ocorridas nos governos passados, ao sabor do
fortalecimento do poder e outras finalidades. Com as seleções criteriosas
feitas para assumir no novo governo, surge, então, a quebra de paradigma
instalado na política durante longos anos. A mudança é radical.
A oposição faz
críticas apenas por fazer, sem levar em consideração a capacidade do juiz
Sérgio Moro para ocupar o cargo de superministro da Justiça e Segurança
Pública, inclusive a sua vontade de lutar pelo bem da Nação, como sempre fez
durante toda a sua carreira. A esquerda só sabe fazer críticas ácidas, mas não
é capaz de enxergar a grande mudança que está acontecendo no governo de
transição! Basta ver os noticiários econômicos, em que várias empresas
estrangeiras estão confiantes no futuro superministro da Economia, Paulo Guedes
– reconhecido internacionalmente -, e que, por isso, elas já manifestaram o
desejo de investir maciçamente no Brasil.
Está muito evidente
o receio estampado nos comentários jornalísticos, quando se referem à decisão
de Moro de deixar a Operação Lava Jato para assumir o cargo de superministro da
Justiça. Muitos gostariam que ele permanecesse lá, mas não levam em consideração
que a juíza, que deverá substituí-lo, também é muito competente e foi ela quem determinou
a prisão de José Dirceu. Ao contrário do que muitos imaginam, a operação de combate a crimes de corrupção não perderá sua força por causa da saída de Moro; ela será fortalecida em seu corpo técnico e em suas decisões, pois contará com o apoio do superministro.
Dado o alto grau de
sucesso obtido, a Operação Lava Jato foi alvo de desmonte por parte de
políticos e também de poderosos da própria Justiça. Havia uma grande
orquestração em torno dela, para desprestigiar e enfraquecer suas decisões,
acusando-a de produzir perseguições políticas. O convite ao magistrado foi um
balde d’água fria lançado sobre aqueles que preferem a continuidade dos
governos petistas. Moro abriu mão de seu prestigioso cargo para se empenhar em
um ministério onde exercerá atividades de maior envergadura e assim contribuir na
reconstrução da lei, da ordem e da segurança no Brasil. Isso não interessa aos
opositores de Bolsonaro, porque certamente quebraria toda a estrutura
construída ao longo desses 20 anos de poder socialista.
O convite que Bolsonaro fez ao
magistrado diz muito a respeito de uma ordenação jurídica que carece de credibilidade
por parte da população, e a aceitação do convite é a confirmação de que Moro
terá muito trabalho pela frente, consciente de mais um desafio em sua carreira.
O juiz estava limitado em suas decisões, mas agora, além de garantir que as sentenças
de condenação e prisão continuem, ele terá poderes ainda maiores de combate à
corrupção e de garantir a permanência dos julgamentos finais na segunda
instância. Esse é o ponto! É esse o objetivo do convite a Moro. Falácia é ficar
desmerecendo a atitude de Moro ao aceitar o cargo no governo Bolsonaro, como se
isso significasse um desvio de padrão. Não, não é, desvio de padrão seria
ocupar os cargos de governo com políticos corruptos e condenados pela Justiça!
Celso Pereira Lara
sábado, 27 de outubro de 2018
528-Carta a Raul Jungmann
Senhor
Jungmann,
Fiquei
confiante na lisura das urnas eletrônicas, as quais foram devidamente checadas
por especialistas em informática que trabalham no governo, e por isso receberam
a garantia do TSE, STF e Ministro da Defesa.
Fiquei
confiante inclusive pelo fato de que o senhor também garantiu – diria que em
tom de ameaça - que é 'inaceitável que se tente fazer crer que o sistema
eletrônico é possível de fraude'. Assim se pronunciando permitiria que o povo
brasileiro ficasse mais tranquilo, conquanto o pleito viesse a ocorrer sem
nenhum transtorno.
Lembro
ao senhor que no primeiro turno ocorreram milhares de denúncias de fraudes nas
urnas espalhadas por todo o país, as quais foram classificadas como fake news
pelo governo, o que deixou o povo inconformado. E na mesma noite o senhor veio
a público esclarecer, novamente – diria em tom de ameaça ainda maior - que não
se admite qualquer suspeição sobre os resultados das urnas. Transcrevo as suas palavras
proferidas com relação aos casos de fake news: "Quero avisar que estamos
chegando aos responsáveis e eles serão denunciados pelo MP e serão enquadrados
em falsidade ideológica ou crime contra honra".
Dito
isso, senhor Jungmann, e diante das muitas ocorrências relacionadas às urnas eletrônicas,
postadas nas redes sociais da web, neste segundo turno, fico surpreso e
desconfiado com o que poderá acontecer com o resultado no segundo turno.
Por
um lado, confio em suas palavras e na garantia dada pelo TSE e STF, mas, por
outro, os indícios de fraudes me assustam terrivelmente. Esse estado de tensão
que me acomete, e acredito que a cada um dos brasileiros de bem, gera uma
sensação de traição, o que jamais admitiremos venha a acontecer. Não é o nosso
desejo!
Todavia,
as lideranças dos movimentos dos caminhoneiros já estão a postos para uma
eventual surpresa quanto aos acontecimentos durante o pleito e ao resultado
final. Os líderes declaram que, se o resultado das urnas não corresponder ao
resultado das pesquisas feitas por instituição séria, vai ocorrer paralisação
em todo o país de forma radical. Da mesma forma, as manifestações de rua irão
acontecer simultaneamente!
Espero
que nada disso venha a acontecer, porque confio no TSE, no STF e em suas
palavras, entretanto - caso contrário -, com todo o respeito, informo ao senhor
que não se trata de ameaças, trata-se de uma resposta de quem se sentirá traído
e que por isso lutará pela manutenção do Estado Democrático de Direito e por um
Brasil melhor!
Brasil
acima de tudo, Deus acima de todos!
Celso
Pereira Lara
sábado, 20 de outubro de 2018
527-O inesperado vai acontecer
Quem
não muda de caminho é trem. Na política, a alternância de poder é fundamental
para a manutenção da democracia. Sem isso, é ditadura!
Apesar das crises no Brasil, advindas de longos anos de
governos corruptos, os petistas ainda articulavam seus propósitos pelos
bastidores da política, apostando na vitória de um candidato “poste” à
Presidência da República. Contavam como certo voltarem ao poder para se
eternizarem, considerando a fidelidade de seu povo, principalmente daqueles
mais necessitados. Jamais pensariam em fracasso nas urnas!
PT aparelhou o Estado e criou diversos programas
assistenciais, exatamente para os momentos de eleição. Eram votos
contabilizados a seu favor, garantia de retorno ao poder, assim acreditavam os
petistas de cima e da base de governo. Tudo devidamente planejado!
Acontece que não estava em seus planos o surgimento de um
candidato de direita capaz de atrair tantos eleitores sem que tivesse alguma
popularidade, ou sequer realizado algum programa de assistência aos mais
carentes. E esse político filiou-se a um partido nanico para se lançar
candidato, recusando, inclusive, o fundo partidário para a sua campanha e
contando apenas com as suas incursões pelo país à sua maneira e com o apoio incipiente
da população.
De maneira nunca vista, o crescimento de eleitores foi
explosivo no subterrâneo da internet e nas manifestações de apoio nas ruas. Foi
algo surreal na história política brasileira! Tal fato levou pânico não só aos
petistas mais radicais, como também e principalmente aos cientistas políticos e
jornalistas. Os jornais estrangeiros foram surpreendidos com esse fenômeno, e
os de viés esquerdista noticiavam que o candidato seria um retrocesso e um
perigo para o Brasil.
Depois que um pedetista humilhou os petistas em comício do
PT, dizendo que Lula está preso e eles não reconheciam os seus erros, e que por
isso a direita cresceu, alguns políticos se convenceram de que seguir os
conselhos do pedetista seria a melhor opção. Eles têm a certeza de que serão
derrotados nas urnas e agora querem fazer um mea culpa, como se os da direita
fossem lhes perdoar ou acreditar nessa farsa! Alguns até já se apresentaram
para isso. Não fosse a prevista derrota acachapante, certamente estariam
defendendo o PT e o presidiário, e a roubalheira continuaria de vento em popa!
Melhor seria terem ficado caladinhos, assumindo todo o ônus de suas atitudes,
para mostrar a fidelidade ao encarcerado. Além do mais, não adianta pedirem
desculpas, se ainda permanecem no partido dos corruptos!
Ainda inconformados com o crescimento nas pesquisas, com
uma vantagem assombrosa, petistas partiram para ataques, por meio de fake
news, contra o adversário, incluindo acusações infundadas ou sem provas –
segundo notícias -, o que gerou diversas entradas na Justiça. Por outro
lado, os ataques contra o PT foram de notícias verdadeiras, e não foram poucos
os malfeitos, inclusive do poste petista!
A campanha do candidato de direita foi turbinada pelas
redes sociais da web, fato que ninguém contava pudesse elevar demais os índices
das pesquisas e deixar a esquerda atônita, sem norte político. Mas quem vai
dizer a verdade é o resultado das urnas no segundo turno das eleições!
Celso
Pereira Lara
domingo, 14 de outubro de 2018
526-Uma eleição sob suspeita
Se em 2014 o resultado das urnas foi surpreendente,
favorecendo a candidata petista Dilma, em 2018 o fato poderá se repetir,
favorecendo o candidato petista Haddad.
Os eleitores de Bolsonaro estão confiantes da vitória no
segundo turno da eleição, considerando a grande quantidade de apoiadores nas
redes da internet e as pesquisas paralelas de intenção de voto. Entretanto,
existe uma grande dúvida quanto à lisura das urnas eletrônicas, enquanto estas
são o grande monstro que vem elegendo os amigos do rei nos últimos 20 anos e
fazendo os eleitores de palhaços.
Pelo andar da carruagem, mesmo com Bolsonaro crescendo em
adesões significativas, chegando a mais de 60% nas pesquisas paralelas e
sérias, sou forçado a dar o meu triste prognóstico: vai dar Haddad no segundo
turno, por uma diferença mínima. Claro que vai contar com a ajuda do programa
de computador das urnas eletrônicas de uma empresa venezuelana, ligada ao
ditador Maduro. Nada suspeito, não é mesmo? O acontecimento de 2014 não poderá
se repetir. Não devemos nos calar.
Escrevo esse texto contra a minha vontade e muito
ressentido, mas me vejo na obrigação de externar o que penso e o que sinto
diante do quadro que o candidato petista Haddad e sua vice comunista Manuela vêm
pintando nos últimos dias. Entendo que a estratégia de cores da Bandeira do
Brasil e o fato de terem ido à Igreja para comungar, e na saída, ao serem
entrevistados, desqualificarem Bolsonaro e o Bispo da Universal, fazem parte de
algo premeditado. Além disso, nas propostas de Haddad – e durante a campanha tem
declarado confiante e abertamente que fará - constam a desmilitarização da
polícia, censura das mídias sociais, convocação de uma nova
constituinte, acabar com a autonomia dos órgãos investigadores, soltura de criminosos presos por “pequenos delitos”, e outras façanhas que ainda irão aprontar,
que fazem parte do conjunto de artifícios para justificar o resultado das urnas
e dizerem que houve um crescimento inesperado às vésperas das eleições.
O que ocorreu no primeiro turno, pressinto que vai ocorrer
no segundo, e novamente a PGR, o TSE e o Ministro da Defesa virão a público
defender a lisura das urnas. E as ameaças de mandar prender quem disser que
houve ou divulgar os casos de fraudes são a estratégia do Governo federal
petista, que funciona como extintor para apagar o fogo. Acho imprevisível o que
vai acontecer após a divulgação do resultado desastroso das eleições,
entretanto, sabemos que não poderá ficar por isso mesmo. Alguma coisa terá que
acontecer, custe o que custar.
Celso
Pereira Lara
sexta-feira, 5 de outubro de 2018
525-O Brasil que queremos!
O medo da esquerda era de uma intervenção
militar, mas não esperava uma derrota nas urnas!
Fico imaginando as
comemorações pelo resultado das eleições do dia 7 por todo o país e como será a
rotina do dia seguinte, sabendo que a esquerda socialista comunista - que
estava no comando político há 24 anos, conduzindo o país para a fase final de
implantação do comunismo - foi afastada
do poder sem a necessidade de uma intervenção militar!
Com uma campanha
totalmente transparente, sem dinheiro público e contando apenas com o apoio
voluntário da população, o candidato de direita quase foi abatido por uma facada
encomendada, recuperou-se no hospital e está agora em sua residência sob
cuidados médicos. Mesmo afastado dos debates na mídia e nas TVs, as pesquisas
não conseguem esconder o crescimento extraordinário das intenções de voto, o
que para todos é visível que ele está muito além dos índices divulgados.
O fenômeno Bolsonaro
chegou no momento certo para salvar a República do Brasil das garras comunistas
e aliviar o povo que vinha sofrendo com os deboches, divisionismos de classe,
raça e religião, e com o abandono dos serviços públicos.
Desesperados, os
esquerdistas partiram para o ataque através de fake news e movimentos #EleNão,
o que provocou uma onda de adesões a Bolsonaro, fazendo com que ele subisse
mais ainda nas pesquisas.
Enquanto esteve
internado, seus eleitores depositavam fé na recuperação de sua saúde e não se
cansavam de ir para as ruas manifestar o apoio e a confiança em sua candidatura
à Presidência.
Será eleito
democraticamente pelo voto, apesar das urnas eletrônicas, e o mito entrará para
a História do Brasil com todas as honras e glórias merecidas, e o povo jamais
esquecerá disso! Foi tudo muito lindo, uma verdadeira lição de democracia!
Parabéns, povo! Parabéns, Bolsonaro! Brasil acima de tudo...
Celso Pereira Lara
domingo, 30 de setembro de 2018
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