segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

531-A grande virada!


 O presidente eleito promete resgatar a normalidade no país. Uma missão espinhosa!

Ainda não houve uma comemoração tão especial quanto a que deverá ocorrer neste final de ano, principalmente porque ela carrega um estoque de esperanças de que o Brasil tanto necessita para se tornar um país mais desenvolvido e mais democrático, onde acima de tudo prevaleça o respeito à Constituição Federal e a defesa das instituições.

É tempo de deixar para trás o período tenebroso que o país vivenciou sob o comando de presidentes irresponsáveis. Também é tempo de apostar nas melhores condições de vida, na geração de empregos e oportunidades para todos os brasileiros que foram vítimas de políticas desastradas dos últimos governos. Os desafios serão muitos e o trabalho será árduo para o novo governante que foi eleito justamente com o propósito de desfazer todos os malfeitos deixados como herança. Não mais deverá acontecer a inércia governamental.

É momento de externar as esperanças que ainda carregamos em nossos corações e acreditar na realização dos nossos sonhos de ver o Brasil no caminho do progresso, livre das manifestações violentas e depredatórias contra patrimônio público ou privado, motivadas apenas por interesse político-partidário. É momento, também, de acreditar que nos libertaremos, para sempre, do jugo das raposas que habitam o palco da política brasileira e que haveremos de recuperar a confiança em nossos representantes no Congresso. É dessa forma que vigora a política nos países avançados.

Acreditar que a partir do ano vindouro o STF seja realmente o guardião da Constituição, com julgamentos céleres, imparciais e sem beneficiar corruptos. Data vênia, #indultonao! Que o Supremo passe a usar o poder para atender a interesses do Brasil e da população. Nesse cenário de impunidade no país, que os representantes da mais alta corte de Justiça consigam reconquistar a credibilidade tão necessária à manutenção do estado democrático de direito. Lembrando que a renovação dos ministros do STF é essencial ao fortalecimento da democracia.

Pensar que também é possível reverter o estrago causado pelo aparelhamento ideológico das escolas e universidades, ainda que demore algumas décadas, já nos traz um precioso alento às nossas esperanças e motivo para comemoração. O patrulhamento ideológico, institucionalizado na educação brasileira, é o pior dos males que se possa causar aos estudantes e à sociedade como um todo, porque ele induz a classe estudantil a uma visão estereotipada dos fatos e a torna refém da farsa do "politicamente correto". Não só a doutrinação como também a ideologia de gênero, que se enquadra na proteção das minorias, são motivos de controvérsias. Entretanto, a esperança da maioria da população é ver afastadas essas distorções ideológicas da educação no Brasil, impregnadas de pensamento crítico.

Confiar que haverá auditoria nas contas do BNDES - principalmente nos empréstimos sigilosos que serviram para financiar ditaduras comunistas -, na farra da Lei Rouanet, nos cabides de emprego das estatais, no Programa Bolsa Família e tantos outros, é o mínimo que se pode esperar, e que o resultado desses desperdícios de dinheiro público seja revelado ao povo. Afinal, a transparência, principalmente com as contas públicas, mostra que o governo trabalha para o povo e para o crescimento do país. Devemos nos alinhar aos países de primeiro mundo.

Depositamos, ainda, nossas esperanças no afastamento definitivo dos políticos corruptos e comunistas que destruíram o Brasil e causaram tanto sofrimento à população.

Contudo, o nosso maior desejo para 2019 é que o novo presidente da República saiba governar para o bem da nação e dos brasileiros, e que faça deste Brasil um país de destaque no cenário internacional. 

Celso Pereira Lara

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

sábado, 3 de novembro de 2018

529-Mais uma excelente aquisição!


 A equipe ministerial do novo governo impressiona pelo alto grau de formação acadêmica e profissionalismo!

Já nos primeiros dias do governo de transição, a formação dos ministérios vem causando frisson no meio político e econômico nacional e internacional. O futuro presidente escolhe seus auxiliares com critérios rígidos, baseados na competência profissional e na integridade moral, deixando de lado as indicações políticas ou de apadrinhamento, ocorridas nos governos passados, ao sabor do fortalecimento do poder e outras finalidades. Com as seleções criteriosas feitas para assumir no novo governo, surge, então, a quebra de paradigma instalado na política durante longos anos. A mudança é radical.

A oposição faz críticas apenas por fazer, sem levar em consideração a capacidade do juiz Sérgio Moro para ocupar o cargo de superministro da Justiça e Segurança Pública, inclusive a sua vontade de lutar pelo bem da Nação, como sempre fez durante toda a sua carreira. A esquerda só sabe fazer críticas ácidas, mas não é capaz de enxergar a grande mudança que está acontecendo no governo de transição! Basta ver os noticiários econômicos, em que várias empresas estrangeiras estão confiantes no futuro superministro da Economia, Paulo Guedes – reconhecido internacionalmente -, e que, por isso, elas já manifestaram o desejo de investir maciçamente no Brasil.

Está muito evidente o receio estampado nos comentários jornalísticos, quando se referem à decisão de Moro de deixar a Operação Lava Jato para assumir o cargo de superministro da Justiça. Muitos gostariam que ele permanecesse lá, mas não levam em consideração que a juíza, que deverá substituí-lo, também é muito competente e foi ela quem determinou a prisão de José Dirceu. Ao contrário do que muitos imaginam, a operação de combate a crimes de corrupção não perderá sua força por causa da saída de Moro; ela será fortalecida em seu corpo técnico e em suas decisões, pois contará com o apoio do superministro. 

Dado o alto grau de sucesso obtido, a Operação Lava Jato foi alvo de desmonte por parte de políticos e também de poderosos da própria Justiça. Havia uma grande orquestração em torno dela, para desprestigiar e enfraquecer suas decisões, acusando-a de produzir perseguições políticas. O convite ao magistrado foi um balde d’água fria lançado sobre aqueles que preferem a continuidade dos governos petistas. Moro abriu mão de seu prestigioso cargo para se empenhar em um ministério onde exercerá atividades de maior envergadura e assim contribuir na reconstrução da lei, da ordem e da segurança no Brasil. Isso não interessa aos opositores de Bolsonaro, porque certamente quebraria toda a estrutura construída ao longo desses 20 anos de poder socialista.          


O convite que Bolsonaro fez ao magistrado diz muito a respeito de uma ordenação jurídica que carece de credibilidade por parte da população, e a aceitação do convite é a confirmação de que Moro terá muito trabalho pela frente, consciente de mais um desafio em sua carreira. O juiz estava limitado em suas decisões, mas agora, além de garantir que as sentenças de condenação e prisão continuem, ele terá poderes ainda maiores de combate à corrupção e de garantir a permanência dos julgamentos finais na segunda instância. Esse é o ponto! É esse o objetivo do convite a Moro. Falácia é ficar desmerecendo a atitude de Moro ao aceitar o cargo no governo Bolsonaro, como se isso significasse um desvio de padrão. Não, não é, desvio de padrão seria ocupar os cargos de governo com políticos corruptos e condenados pela Justiça!

Celso Pereira Lara

sábado, 27 de outubro de 2018

528-Carta a Raul Jungmann


         Senhor Jungmann,

Fiquei confiante na lisura das urnas eletrônicas, as quais foram devidamente checadas por especialistas em informática que trabalham no governo, e por isso receberam a garantia do TSE, STF e Ministro da Defesa.

Fiquei confiante inclusive pelo fato de que o senhor também garantiu – diria que em tom de ameaça - que é 'inaceitável que se tente fazer crer que o sistema eletrônico é possível de fraude'. Assim se pronunciando permitiria que o povo brasileiro ficasse mais tranquilo, conquanto o pleito viesse a ocorrer sem nenhum transtorno.  

Lembro ao senhor que no primeiro turno ocorreram milhares de denúncias de fraudes nas urnas espalhadas por todo o país, as quais foram classificadas como fake news pelo governo, o que deixou o povo inconformado. E na mesma noite o senhor veio a público esclarecer, novamente – diria em tom de ameaça ainda maior - que não se admite qualquer suspeição sobre os resultados das urnas. Transcrevo as suas palavras proferidas com relação aos casos de fake news: "Quero avisar que estamos chegando aos responsáveis e eles serão denunciados pelo MP e serão enquadrados em falsidade ideológica ou crime contra honra".

Dito isso, senhor Jungmann, e diante das muitas ocorrências relacionadas às urnas eletrônicas, postadas nas redes sociais da web, neste segundo turno, fico surpreso e desconfiado com o que poderá acontecer com o resultado no segundo turno.

Por um lado, confio em suas palavras e na garantia dada pelo TSE e STF, mas, por outro, os indícios de fraudes me assustam terrivelmente. Esse estado de tensão que me acomete, e acredito que a cada um dos brasileiros de bem, gera uma sensação de traição, o que jamais admitiremos venha a acontecer. Não é o nosso desejo!

Todavia, as lideranças dos movimentos dos caminhoneiros já estão a postos para uma eventual surpresa quanto aos acontecimentos durante o pleito e ao resultado final. Os líderes declaram que, se o resultado das urnas não corresponder ao resultado das pesquisas feitas por instituição séria, vai ocorrer paralisação em todo o país de forma radical. Da mesma forma, as manifestações de rua irão acontecer simultaneamente!

Espero que nada disso venha a acontecer, porque confio no TSE, no STF e em suas palavras, entretanto - caso contrário -, com todo o respeito, informo ao senhor que não se trata de ameaças, trata-se de uma resposta de quem se sentirá traído e que por isso lutará pela manutenção do Estado Democrático de Direito e por um Brasil melhor!

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

Celso Pereira Lara

sábado, 20 de outubro de 2018

527-O inesperado vai acontecer


Quem não muda de caminho é trem. Na política, a alternância de poder é fundamental para a manutenção da democracia. Sem isso, é ditadura!

Apesar das crises no Brasil, advindas de longos anos de governos corruptos, os petistas ainda articulavam seus propósitos pelos bastidores da política, apostando na vitória de um candidato “poste” à Presidência da República. Contavam como certo voltarem ao poder para se eternizarem, considerando a fidelidade de seu povo, principalmente daqueles mais necessitados. Jamais pensariam em fracasso nas urnas!

PT aparelhou o Estado e criou diversos programas assistenciais, exatamente para os momentos de eleição. Eram votos contabilizados a seu favor, garantia de retorno ao poder, assim acreditavam os petistas de cima e da base de governo. Tudo devidamente planejado!

Acontece que não estava em seus planos o surgimento de um candidato de direita capaz de atrair tantos eleitores sem que tivesse alguma popularidade, ou sequer realizado algum programa de assistência aos mais carentes. E esse político filiou-se a um partido nanico para se lançar candidato, recusando, inclusive, o fundo partidário para a sua campanha e contando apenas com as suas incursões pelo país à sua maneira e com o apoio incipiente da população.

De maneira nunca vista, o crescimento de eleitores foi explosivo no subterrâneo da internet e nas manifestações de apoio nas ruas. Foi algo surreal na história política brasileira! Tal fato levou pânico não só aos petistas mais radicais, como também e principalmente aos cientistas políticos e jornalistas. Os jornais estrangeiros foram surpreendidos com esse fenômeno, e os de viés esquerdista noticiavam que o candidato seria um retrocesso e um perigo para o Brasil.

As pesquisas mostram o perfil dos eleitores quanto à intenção de voto entre os candidatos da direita e da esquerda, e o diferencial é tão grande que a vitória da direita já é considerada irreversível. A esquerda faz de tudo para conquistar o eleitorado: adota as cores verde e amarelo, retira a imagem de Lula e outros penduricalhos que remetiam ao fracassado PT. Além disso, passaram a desmentir suas propostas indecorosas, como dar indulto ao ex-presidente, entre outras.

Depois que um pedetista humilhou os petistas em comício do PT, dizendo que Lula está preso e eles não reconheciam os seus erros, e que por isso a direita cresceu, alguns políticos se convenceram de que seguir os conselhos do pedetista seria a melhor opção. Eles têm a certeza de que serão derrotados nas urnas e agora querem fazer um mea culpa, como se os da direita fossem lhes perdoar ou acreditar nessa farsa! Alguns até já se apresentaram para isso. Não fosse a prevista derrota acachapante, certamente estariam defendendo o PT e o presidiário, e a roubalheira continuaria de vento em popa! Melhor seria terem ficado caladinhos, assumindo todo o ônus de suas atitudes, para mostrar a fidelidade ao encarcerado. Além do mais, não adianta pedirem desculpas, se ainda permanecem no partido dos corruptos!

Ainda inconformados com o crescimento nas pesquisas, com uma vantagem assombrosa, petistas partiram para ataques, por meio de fake news, contra o adversário, incluindo acusações infundadas ou sem provas – segundo notícias -, o que gerou diversas entradas na Justiça. Por outro lado, os ataques contra o PT foram de notícias verdadeiras, e não foram poucos os malfeitos, inclusive do poste petista!

A campanha do candidato de direita foi turbinada pelas redes sociais da web, fato que ninguém contava pudesse elevar demais os índices das pesquisas e deixar a esquerda atônita, sem norte político. Mas quem vai dizer a verdade é o resultado das urnas no segundo turno das eleições!

Celso Pereira Lara

domingo, 14 de outubro de 2018

526-Uma eleição sob suspeita


Se em 2014 o resultado das urnas foi surpreendente, favorecendo a candidata petista Dilma, em 2018 o fato poderá se repetir, favorecendo o candidato petista Haddad.

Os eleitores de Bolsonaro estão confiantes da vitória no segundo turno da eleição, considerando a grande quantidade de apoiadores nas redes da internet e as pesquisas paralelas de intenção de voto. Entretanto, existe uma grande dúvida quanto à lisura das urnas eletrônicas, enquanto estas são o grande monstro que vem elegendo os amigos do rei nos últimos 20 anos e fazendo os eleitores de palhaços.

Pelo andar da carruagem, mesmo com Bolsonaro crescendo em adesões significativas, chegando a mais de 60% nas pesquisas paralelas e sérias, sou forçado a dar o meu triste prognóstico: vai dar Haddad no segundo turno, por uma diferença mínima. Claro que vai contar com a ajuda do programa de computador das urnas eletrônicas de uma empresa venezuelana, ligada ao ditador Maduro. Nada suspeito, não é mesmo? O acontecimento de 2014 não poderá se repetir. Não devemos nos calar.

Escrevo esse texto contra a minha vontade e muito ressentido, mas me vejo na obrigação de externar o que penso e o que sinto diante do quadro que o candidato petista Haddad e sua vice comunista Manuela vêm pintando nos últimos dias. Entendo que a estratégia de cores da Bandeira do Brasil e o fato de terem ido à Igreja para comungar, e na saída, ao serem entrevistados, desqualificarem Bolsonaro e o Bispo da Universal, fazem parte de algo premeditado. Além disso, nas propostas de Haddad – e durante a campanha tem declarado confiante e abertamente que fará - constam a desmilitarização da polícia, censura das mídias sociais, convocação de uma nova constituinte, acabar com a autonomia dos órgãos investigadores, soltura de criminosos presos por “pequenos delitos”,  e outras façanhas que ainda irão aprontar, que fazem parte do conjunto de artifícios para justificar o resultado das urnas e dizerem que houve um crescimento inesperado às vésperas das eleições. 

O que ocorreu no primeiro turno, pressinto que vai ocorrer no segundo, e novamente a PGR, o TSE e o Ministro da Defesa virão a público defender a lisura das urnas. E as ameaças de mandar prender quem disser que houve ou divulgar os casos de fraudes são a estratégia do Governo federal petista, que funciona como extintor para apagar o fogo. Acho imprevisível o que vai acontecer após a divulgação do resultado desastroso das eleições, entretanto, sabemos que não poderá ficar por isso mesmo. Alguma coisa terá que acontecer, custe o que custar.

Celso Pereira Lara

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

525-O Brasil que queremos!


O medo da esquerda era de uma intervenção militar, mas não esperava uma derrota nas urnas!

Fico imaginando as comemorações pelo resultado das eleições do dia 7 por todo o país e como será a rotina do dia seguinte, sabendo que a esquerda socialista comunista - que estava no comando político há 24 anos, conduzindo o país para a fase final de implantação do comunismo -  foi afastada do poder sem a necessidade de uma intervenção militar!

Com uma campanha totalmente transparente, sem dinheiro público e contando apenas com o apoio voluntário da população, o candidato de direita quase foi abatido por uma facada encomendada, recuperou-se no hospital e está agora em sua residência sob cuidados médicos. Mesmo afastado dos debates na mídia e nas TVs, as pesquisas não conseguem esconder o crescimento extraordinário das intenções de voto, o que para todos é visível que ele está muito além dos índices divulgados.

O fenômeno Bolsonaro chegou no momento certo para salvar a República do Brasil das garras comunistas e aliviar o povo que vinha sofrendo com os deboches, divisionismos de classe, raça e religião, e com o abandono dos serviços públicos.

Desesperados, os esquerdistas partiram para o ataque através de fake news e movimentos #EleNão, o que provocou uma onda de adesões a Bolsonaro, fazendo com que ele subisse mais ainda nas pesquisas.

Enquanto esteve internado, seus eleitores depositavam fé na recuperação de sua saúde e não se cansavam de ir para as ruas manifestar o apoio e a confiança em sua candidatura à Presidência.  

Será eleito democraticamente pelo voto, apesar das urnas eletrônicas, e o mito entrará para a História do Brasil com todas as honras e glórias merecidas, e o povo jamais esquecerá disso! Foi tudo muito lindo, uma verdadeira lição de democracia! Parabéns, povo! Parabéns, Bolsonaro! Brasil acima de tudo...

Celso Pereira Lara

domingo, 30 de setembro de 2018

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

523- Capitalismo X Socialismo

 O capitalismo é um sistema econômico e social, baseado na propriedade privada e na acumulação de capital, enquanto o socialismo se opõe a tudo isso.

No capitalismo, as empresas produzem mercadorias destinadas à venda, e, com o dinheiro arrecadado, pagam seus empregados e recolhem impostos para o governo. Importam e exportam produtos, negociam preços e forma de pagamento. Assim funciona na maioria dos países desenvolvidos. As relações internacionais são o maior suporte para o crescimento econômico dos países. O mercado internacional se sustenta com as portas abertas para negociações econômicas bilaterais e há plena liberdade comercial. No capitalismo, todos almejam a prosperidade: o patrão, o empregado e o país.

O socialismo é uma doutrina política e econômica baseada nos meios de produção e sua distribuição. Ele se fundamenta na luta por uma sociedade mais justa, mais igualitária, onde tudo é de todos. Deixa de existir propriedade privada, e todos os bens são do Estado, o qual passa a distribuir a renda para a população. A igualdade se justifica quando as classes sociais se extinguem e todos ficam igualmente miseráveis.

No capitalismo, o lucro é uma recompensa para alguém que produz alguma coisa. E você ainda pode escolher o preço para comprar ou vender. É livre a escolha, é um regime de livre mercado. A liberdade é o principal fator para sustentar o capitalismo.


No socialismo, os preços são determinados pelo governo. Tudo que o povo tem passa a ser do governo, a quem compete gerenciar e dividir com todos aqueles que nada produziram. Não existe concorrência porque os preços são fixados pelo governo, e os meios de produção são socializados, a população consome o que foi produzido. A escassez de comida e o desemprego gigantesco são a principal característica desse modelo de governo. A arrecadação de dinheiro vai ficando cada vez menor, agravando a situação econômica e social do país. Ninguém pode falar mal do governo porque liberdade de expressão não existe e não há como reclamar, porque tudo está em poder do governo. Ficam sem internet e perdem o contato com o exterior. Vivem, portanto, numa bolha. Não existe valorização humana, e os que não concordam com o regime são reprimidos e até mortos pela guarda policial do ditador.

         Atualmente, a Venezuela é um exemplo clássico de socialismo. As notícias não são divulgadas por causa da repressão aos jornalistas, de uma forma geral, e muitos comem do lixo que os caminhões recolhem das casas. A população desesperada tenta pedir ajuda às organizações internacionais, mas não obtêm êxito. Milhares de venezuelanos já fugiram para os países vizinhos, e mais de 50 mil já entraram no Brasil, pelo estado de Roraima, desde 2015

      Os socialistas condenam o capitalismo porque o consideram opressor, condenam o patrão porque o consideram explorador, condenam a mídia porque a consideram golpista, condenam a liberdade de expressão porque consideram fascistas os opositores do governo.

No governo socialista, as pessoas não têm a sua individualidade, elas agem conforme são permitidas pelo governo. A fome e a miséria atingem níveis tais que as pessoas chegam até a comer cachorros. O governo não faz parte da divisão igualitária, pois igualdade é somente para o povo, dividindo os seus próprios bens. Quando a quase totalidade da população estiver na miséria, é porque chegou-se ao estágio da almejada igualdade - da sociedade mais justa -, então, o governo socialista já tem no comando a figura de um ditador, momento em que o comunismo passa a ser a nova forma de governo.

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

522- O candidato e o eleitor

 Atualmente há uma nítida distinção entre os propósitos da direita e os da esquerda, e o resultado das eleições deste ano vai revelar se realmente o povo quer mudanças.

O povo reclama muito do Governo, diz que o desemprego cresceu demais, os preços de tudo aumentaram, que a violência tomou conta do país, a saúde só Deus sabe, mas no momento do voto parece que dá um branco na mente e perde a grande oportunidade de mudar tudo isso que o atormenta.

Reeleger determinados políticos é declarar que gosta de ser masoquista, e a oportunidade de participar do pleito não pode ser desperdiçada principalmente com votos nulos ou brancos. É preciso fazer valer a sua legítima pretensão de querer mudar a situação do Brasil. Nesse momento prevalece o sentimento de patriotismo e o voto deve ser dado ao candidato comprometido com a Nação!    

No Brasil há uma nítida percepção de que o brasileiro gosta mesmo de sofrer, ao eleger políticos que deixam de lado a representação legítima dos anseios do povo para cuidar de propósitos particulares. Tanto é que isso se repete a cada pleito e permite que os reeleitos se sintam à vontade, detentores de poderes ilimitados, amparados pelo voto popular, e dessa forma usam e abusam de malfeitos, tudo em nome da democracia. Essa é a realidade expressa nos últimos 30 anos, mas o povo ainda não é capaz de enxergar que tudo isso pode ser mudado e deixar de ser conivente com toda essa bagunça que vem degradando o país.     

A predominância dos partidos políticos de esquerda na política brasileira é algo que assusta qualquer eleitor minimamente politizado. Quando se pensa em mudar a política, tudo fica apenas no pensamento, pois as grandes siglas são detentoras dos votos no Congresso, e isso faz com que tudo permaneça como eles querem, não como a vontade do povo. Daí a necessidade de mudança de comportamento da parte dos eleitores, para conduzir a democracia com plenitude, pois o que se tem no momento é um blocão de partidos muito bem organizados, sinalizando que teremos um novo governo mais promíscuo ainda.

Há muito não se tem um verdadeiro partido de direita, capaz de fazer uma oposição legítima. Quando muito, o que se vê é uma falsa oposição, visando barganhar postos no Governo, e, ao conseguir, tudo volta ao normal, ou seja, a fazer parte da base aliada. Portanto, vivemos uma falsa política, dominada pelo totalitarismo da esquerda socialista e comunista, a qual não tem a menor preocupação com o desenvolvimento do país, finge lutar pelo social, mas conduz a população ao divisionismo.

Nas redes sociais da internet observa-se o crescimento dos defensores de políticos com ideologia de direita, que sejam capazes de desfazer os malfeitos e fazer o Brasil retornar à normalidade política, econômica e social. Fazer valer a frase "Ordem e Progresso" que está escrita na bandeira brasileira, o lema político do positivismo, dos ideais republicanos. A população já está cansada de conviver com os desmandos que acontecem no Governo e com o descrédito dos três poderes, e isso faz com que a crença num determinado candidato de direita seja a verdadeira salvação e que seja definitiva.

Com o aparecimento de um candidato de direita - ficha limpa e sem qualquer suspeita de maracutaias - concorrendo à presidência, os eleitores insatisfeitos com o status quo têm a oportunidade de apostar todas as suas fichas nele, em busca da verdadeira mudança para reconstruir a governabilidade no Brasil. O momento político impõe eleger candidatos que tenham vocação patriótica, e isso é tudo.

Celso Pereira Lara