sexta-feira, 3 de abril de 2020

555-Todos contra o presidente

Um deputado que lutava sozinho, por 28 anos, na Câmara, pela aprovação de seus projetos, e que não aceitava a propina tão comum no Congresso.

Talvez pelo fato de Bolsonaro ter sido honesto demais para o gosto dos demais políticos, a perseguição pela sua destruição seja a justificativa provável de seus inimigos. Foi eleito com a promessa de não aceitar ou fazer parte do balcão de negócios no Congresso, e isso continua sendo o maior impedimento para conseguir aprovação dos projetos de governo. Nada é aprovado na íntegra, conforme ele deseja. O Brasil não avança!

Observem que tudo conspira contra o presidente Bolsonaro!

Apegam-se a fatos inócuos para recorrerem à Justiça, numa tentativa de afastar o chefe da nação. São apelações rasas que chegam a beirar o ridículo. Coisas de alunos de escola primária. Vejamos alguns casos.

A situação anda tão crítica, que até o Presidente do Clube Militar emitiu uma dura nota de repúdio à decisão do ministro do STF, Marco Aurélio, por ter dado prosseguimento ao pedido de afastamento do presidente, feito por deputado petista, que entendia que o chefe da nação, em seu pronunciamento sobre a pandemia do coronavírus, colocou em risco a saúde dos brasileiros. Pasmem! “É patético criminalizar a coragem de um grande chefe de estado”, diz a nota.

E não para por aí, não! O PT estuda pedir impeachment de Bolsonaro, se ficar provado crime de responsabilidade. A luta continua! Lula e os petistas seguem firmes procurando pequeninos defeitos no governo, para se vangloriarem e tentarem voltar ao comando para Lula completar o serviço.

A revolta de Lula é porque o atual governo está destruindo tudo que eles construíram. Não é piada! Isso foi dito pelo chefe da quadrilha, que deveria estar cumprindo pena no presídio da PF, mas se encontra em liberdade pelo favor prestado por seu companheiro do STF.

Na realidade, são milhares de olhos atentos às atitudes do presidente, em busca de qualquer fato que gere polêmica e se reproduza na mídia. Vale até mentir, distorcer o que foi dito, para colocar o comandante da nação em apuros, e ser obrigado a vir a público para desmentir o acontecimento. Essa prática maldosa vem acontecendo quase que diariamente. Tentam desgastá-lo a todo custo. A rede Globolixo não para de passar vergonha a esse respeito, e já nem pedem mais desculpas. Virou rotina do Jornal Nacional.

Artistas e governadores provocam o presidente e seus eleitores. Revoltados com a perda da mamata da Lei Rouanet, artistas destilam seu ódio nas redes sociais, ofendendo o presidente e seus seguidores, chamando-os de imbecis e outros impropérios. O desespero tomou conta dos aproveitadores de recursos públicos. Trata-se de um movimento orquestrado em torno de uma investida para desestabilizar o governo. Também alguns governadores de SP, RJ, Pará e de outros estados seguem a linha de ataques diretos ao presidente, na tentativa de desqualificá-lo e abrir caminho para a eleição de um novo presidente. Chegam a ameaçar pessoas que tentam saír de casa nessa crise pandêmica, mas podem distribuir cesta básica ao povo aglomerado nas ruas, sem se importarem com a disseminação do coronavírus. É campanha eleitoral antecipada. A conspiração segue a todo vapor em diversos estados.

Contudo, Bolsonaro não se deixa abater e parte para o confronto, como é de sua índole. Ele não perde a oportunidade, por exemplo, de detonar João Dória, que acaba de se aliar ao PT, para destruir o governo. O governador de São Paulo se une a Lula para enfrentar a crise do coronavírus, porque Bolsonaro falou que o momento é de união. Dá pra acreditar nisso? Mas é verdade!

A conspiração contra o presidente tem o propósito de enfraquecer a democracia e principalmente desvalorizar a escolha legítima do povo que elegeu Bolsonaro nas eleições 2018. 

Repórteres tentam a todo custo arrancar de Bolsonaro respostas a perguntas maldosas, feitas justamente para provocar ou irritar o presidente. São perguntas de mesmo conteúdo, mas feitas de outra forma. Tipo pegadinha!  

Bolsonaro não está propondo o fim do confinamento, apenas um retorno gradual ao trabalho a fim de evitar uma tragédia maior, mas a Globolixo interpreta da maneira que ela quer e faz aquela notícia bem envenenada, jogando o presidente contra o ministro da saúde, e alerta que ele não está seguindo as orientações do Mandetta, da ONU e de autoridades científicas internacionais.  A exploração dessa notícia distorcida vem acontecendo diariamente. Da mesma forma foi quando o presidente citou em seu pronunciamento que o vírus chinês era uma gripezinha, referindo-se ao Dr. Drauzio Varella, verdadeiro autor dessa frase. Mas a oposição atribuiu a autoria a Bolsonaro. Perseguição cruel.

A notícia de que o Japão está subindo o tom contra a China, de forma que não se via há muito tempo, surpreende o mundo e deixa Bolsonaro fortalecido. Criticaram a OMS  e disseram que Taiwan se recuperou rapidamente do vírus chinês porque não atende às demandas da Organização, e recomendaram que a OMS deveria mudar seu nome para “Organização Chinesa de Saúde”. Palmas para o Japão!

No pronunciamento do dia 2, o presidente disse que precisará de "apoio da população" para tomar medidas mais drásticas para conseguir a abertura do comércio. "Um presidente pode muito, mas não pode tudo. Eu estou esperando o povo pedir mais. Eu só posso tomar certas decisões com o povo estando comigo". "Mas, na semana que vem, se não começar a volta gradativa ao emprego, eu vou ter que tomar uma decisão." Ele disse que tem a missão de salvar vidas, sem deixar para trás os empregos.

Celso Pereira Lara

sexta-feira, 20 de março de 2020

554-O vírus é chinês

Quem pariu Mateus que o embale!

Temos que repensar a forma de fazer manifestação de rua contra os inimigos do país. Já demonstramos no dia 15 o quanto apoiamos o nosso presidente, apesar do inconveniente vírus chinês. Todavia, percebemos que isso não basta para conter a crescente fúria daqueles que pretendem derrubar o governo a todo custo. É lógico que há um golpe em andamento por parte de políticos da esquerda, juntamente com a imprensa e a mídia em geral. Nota-se claramente uma orquestração para impedir que Bolsonaro consiga governar para o Brasil e para o povo. Seja pelas suas palavras, seja pelas atitudes tomadas ou pela forma de colocar a máscara protetora contra o coronavírus, tudo é motivo para comentários negativos, com a finalidade exclusiva de menosprezar ou denegrir a imagem do presidente. Utilizam-se de métodos e artifícios mesquinhos, próprios de pessoas desesperadas, agarradas a uma canalhice deslavada. Mesmo sendo desmascarados a todo instante, eles não se intimidam e partem para ataques cada vez mais vergonhosos, mentirosos em essência. Pedidos de impeachment contra o presidente são feitos a todo instante, como se isso tivesse alguma chance de prosperar. Vê-se que tudo conspira contra o governo verdadeiramente democrático e patriota.

Como se não bastasse, a crise provocada pela disseminação do coronavírus - pandemia do vírus chinês - veio para destruir o trabalho de quinze meses de governo na área econômica, o que serve como prato cheio para alimentar a fogueira dos descontentes. Os comentários são direcionados a atacar Bolsonaro, como se ele fosse o culpado pela crise, quando na realidade a verdadeira culpa é da China comunista, que escondeu do mundo, por duas semanas, a manifestação do vírus em seu território. Portanto, o vírus é chinês, sim. Chinese vírus.  

Eduardo Bolsonaro tem razão! Os chineses são os responsáveis pelo vírus, mas alguns políticos do centrão estão a favor da China e atacando o filho do presidente, porque ele teve a coragem de dizer que “A culpa é da China e liberdade seria a solução”. Sim, liberdade para o povo chinês que sofre com a ditadura da China comunista!

Mas a mídia prefere defender a ditadura da China, com o propósito de destruir um membro da família Bolsonaro. A mesma mídia que acusa o presidente de ser autoritário. A mesma mídia que não se cansa de pedir desculpas pelas reportagens mentirosas. Prevalece o mau-caratismo nas informações e os jornalistas são capazes de vender até a alma para se agarrarem ao emprego.   

No momento, o governo luta contra três perigosas pandemias: comunovírus, corruptovírus e coronavírus, todos causadores da falência humana, todos causadores de morte sem piedade. Uma luta desproporcional, mas não podemos perder as esperanças da vitória!

O povo não pode se calar diante de decisões espúrias emanadas do Congresso e é preciso ficar muito atento ao golpe em andamento. Ainda mais agora que as votações vão ocorrer de forma virtual, sem a presença física nas Casas Legislativas. Os movimentos que se dizem apartidários e defensores da democracia têm a obrigação de se juntar à população nas ruas, no Planalto e principalmente nas portas dos quartéis. Ou, então, adeus democracia!
  
Celso Pereira Lara

sexta-feira, 13 de março de 2020

553-O COVID-19

Fugir para onde?

Pensando bem, até quando vou ficar fugindo do novo tipo de infecção que surgiu na China no final de dezembro do ano passado e a velocidade de sua proliferação já ameaça a população mundial? De epidemia passou rapidamente a pandemia! Tenho que ficar lavando as mãos a todo instante, não posso cumprimentar ninguém por aperto de mãos, andar de ônibus, estar ao lado de quem espirra ou tosse, pegar em dinheiro, sair do Brasil nem pensar, nem ir a manifestações de protesto. Eu teria que viver somente dentro de minha casa, como se dentro de uma bolha?

Então, vou procurar um isolamento de verdade, cem por cento longe dos riscos de contrair o coronavírus. Vou, então, para outro planeta, decidi todo contente! Todo entusiasmado, consegui contratar pela internet uma nave espacial com destino ao planeta Marte. Olha que maravilha! No dia e hora marcados, lá estava eu a viajar para um lugar que não tenha a menor chance dessas doenças endêmicas que habitam nessa Terra.  

Chegando em Marte, eis que me deparo com alguns colegas aposentados, felizes por estarem desfrutando os prazeres da qualidade de vida na terceira idade, longe dos assaltos, do Congresso e do STF. É outro estágio da vida; é a vida que todos deveríamos ter na Terra.

Após uma rápida conversa com meus colegas, dirigi-me à praça para pegar um táxi, conforme orientação de um deles. Para minha surpresa, os táxis eram do tipo Tonk Tonk, nome dado à charrete de um só lugar para sentar, puxada por um chinês, muito usada na China. A praça, bonita e grande, estava tão repleta de pessoas que até parecia uma manifestação contra os políticos de lá. Só faltava essa! E num olhar mais atento, pude notar que uma parte era composta por chineses e a outra por italianos, todos alegres, rindo alto e contando piadas de ex-presidentes brasileiros. Pensando comigo mesmo: mas que diabos eu vim fazer aqui? Talvez tivesse ido a um planeta mais distante...

Nesse momento, um filme começou a rodar em minha cabeça. Lembro que a nave espacial, pelos escritos em sua fuselagem, era de fabricação chinesa, e que a tripulação de bordo era, lógico, composta só por chineses. Eu aqui, no meio da praça, entre um monte de italianos e chineses, que vieram me cumprimentar e dar boas-vindas. Alguns tossindo e outros espirrando em cima de mim, sem aquelas regrinhas básicas amplamente divulgadas nas redes de televisão pelos profissionais da saúde no Brasil.

Imediatamente peguei um Tonk Tonk e pedi para me conduzir até a nave espacial, que poderia me levar de volta para a Terra, e que afinal de contas é um planeta nem tão perigoso assim, apesar da pandemia. Ao chegar lá, a nave já havia saído e só voltaria de 30 em 30 dias. Não sei se o temível coronavírus teria piedade de mim durante todos esses dias de espera da nave! Só sei de uma coisa: o arrependimento tomou conta mim.

Comecei a me desesperar. Não é possível que isso seja verdade! Já eram 6h da manhã... acordei dentro da bolha... aqui na Terra.

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

552-O Carnaval da resistência

Até o Carnaval carioca foi aparelhado, passando a fazer parte da resistência ao governo!

O que deveria ser manifestação cultural, a festa do povo nas ruas, seguindo a tradição, acabou se transformando em manifestação de protestos político e religioso. O Sambódromo, por sua vez, virou um palanque político da oposição. As escolas de samba seguem o caminho da resistência ao governo, fortalecendo a militância esquerdista. Enredos em forma de protesto deram o tom dos desfiles. Só faltou a presença de Lula, para agitar a massa petista e completar o espetáculo circense!

Não bastasse uma emissora de TV, difusora de notícias duvidosas, e não bastassem os grandes jornais e revistas que atacam de forma velada o atual governo, eis que de maneira inédita na história carnavalesca assistimos às escolas de samba desfilando com todo o seu ódio na passarela do samba. Surpresa para todos os que esperavam presenciar a verdadeira manifestação cultural, como nos velhos tempos! Foi uma decepção em cadeia, pois onze das treze escolas do grupo especial tiveram que se submeter aos desígnios daqueles que estão sendo fortemente combatidos pelo ministro da Justiça e Segurança. Seja pela apreensão na entrada de drogas e armas no país, ou pelo comércio ilegal nas cidades. Seja pela transferência das maiores facções criminosas do país para presídios federais, desarticulando, assim, o narcotráfico de tal forma que o índice de violência caiu 22% em um ano, o que jamais se viu nos últimos tempos.   

Quem ousaria duvidar que os enredos dessas escolas não vieram da imposição do submundo da contravenção e do crime organizado, como contraventores do jogo de bicho e traficantes de drogas, considerando que as escolas são por eles financiadas desde a sua concepção? Rola dinheiro sujo a rodo, de acordo com o potencial do chefe do tráfico local.

Não é a primeira nem a segunda vez que os temas da política desfilaram na Passarela do Samba, no Rio de Janeiro. Há sempre uma escola bradando contra governos e personagens ligados a eles. Isso era natural, muito saudável, mas, da forma como aconteceu este ano, tudo leva a crer que foi uma conspiração política organizada contra o presidente Bolsonaro. Uma das causas foi a redução dos patrocínios para as escolas de samba do Rio.  A mamata acabou e o desespero é o que restou. Curioso é que nenhuma escola de samba fez enredo sobre os anos dourados da roubalheira do PT. O Carnaval no Brasil já não tem mais nada de movimento cultural; passou a ser uma festa da militância do crime, em que prevalece o poder do aparelhamento.

O desfile das escolas de samba no Carnaval carioca, com honrosas exceções, a partir de agora, vai ser dessa forma, seguindo as regras do poder das armas de fogo.  A turma da criminalidade está revoltada, e resolveu expressar toda a sua indignação no Carnaval do Sambódromo, desrespeitando o presidente da República e o Ministro da Justiça. Ofendem os chefes dos poderes constituídos sem o menor pudor, inclusive a Igreja Católica. A escola de samba ecoou a voz estrebuchante do crime organizado, ao apelar para enredos extremamente desrespeitosos. Ridiculariza Bolsonaro, Moro e Jesus Cristo, mas enaltece satanás.

Por outro lado, o presidente Bolsonaro foi curtir os dias de folga do Carnaval em São Paulo, para dirigir sua moto em Guarujá, passando em frente ao edifício do Tríplex que não é do Lula. Em todos os lugares que o presidente passa, a euforia toma conta do povo que o chama de mito. São centenas de cumprimentos e abraços carinhosos oferecidos a Bolsonaro e vice-versa. Isso prova que a sua popularidade continua crescendo, apesar da resistência esquerdista. 

A governabilidade continua travada, desde a posse do presidente. A resistência prometida está mais sólida do que a própria esquerda esperava. Congresso e STF mais unidos do que nunca, seguem juntos e misturados, colocando obstáculos em tudo quanto for de bom para o governo. Basta saber que líderes do Centrão e de outros grupos falaram que a reforma administrativa não será aprovada neste ano. Eles avaliam que a Casa deverá se debruçar sobre a reforma tributária e não terá fôlego para discutir duas propostas desse porte em período eleitoral. E que a reforma tributária deve começar a ser discutida em abril ou maio. Lógico que nenhuma nem outra reforma será concluída neste ano, pois ficarão por conta das campanhas eleitorais. Farinha pouca, meu pirão primeiro! É assim que as coisas funcionam na Casa Legislativa.

Como se não bastasse, o Congresso quer derrubar os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao orçamento impositivo e controlar R$ 30 bilhões no orçamento de 2020. Isso é um verdadeiro escárnio com o povo e uma afronta ao governo que tanto luta para conter os gastos. Irritado com essa situação, o General Heleno chutou o pau da barraca: “Nós não podemos aceitar esses caras chantagearem a gente o tempo todo. Foda-se”. Heleno sugere a Bolsonaro pôr o povo na rua contra a “chantagem” do Congresso. Imediatamente os defensores de Bolsonaro entenderam o recado e já está marcada para o dia 15 de março uma megamanifestação de pauta única: " Apoio ao governo Bolsonaro". 

Celso Pereira Lara

domingo, 9 de fevereiro de 2020

551-Parasitas, nem todos

 Um funcionário público pode não se considerar um parasita, mas poderá ser apontado como tal pelo seu comportamento parasitário! É necessário que essa praga seja combatida e erradicada do serviço público!

Ao defender as reformas econômicas que alteram as regras do funcionalismo público, em evento na FGV, o ministro da Economia, Paulo Guedes, comparou os servidores públicos a parasitas. Disse ainda que os parasitas continuam se aproveitando de um hospedeiro que já está morrendo, e que a reforma administrativa do momento não vai mexer nos direitos dos servidores atuais. Era só o que faltava!

Sempre foi assim. Quando os órgãos da administração pública percebem que está havendo déficit de funcionários para atender a demanda da sociedade, são abertos concursos com salários e vantagens atrativos, a fim de atrair especialistas do setor privado. Essa é uma das principais causas das altas remunerações.

Podemos dizer que funcionário parasita é aquele que chega tarde e sai cedo, que produz muito pouco ou quase nada, o que de certa forma sobrecarrega um colega do mesmo setor. Há diferentes tipos de parasita, mas todos são sugadores do erário público. Há os parasitas concursados, os eleitos pelo voto, os contratados, os indicados, os fantasmas etc, todos sugando as tetas do Estado. O parasita existe em todos os setores do funcionalismo público: uns mais, outros menos. A máquina pública está inchada, sem dúvida, por culpa da irresponsabilidade dos governos anteriores, e é necessário que haja uma reforma administrativa urgente, principalmente a política e a judiciária.

Lula, em 2016, também deixou-se extravasar, para fazer crítica genérica aos servidores públicos concursados: "Mas a profissão mais honesta é a do político. Porque todo ano, por mais ladrão que ele seja, ele tem que ir pra rua, encarar o povo, e pedir voto. O concursado não, se forma numa universidade, faz um concurso, e tá com emprego garantido pelo resto da vida. O político não, ele é chamado de ladrão, de tudo, mas ele tá lá, pedindo outra vez o seu emprego”. A comparação feita por Lula, na época, foi uma forçação de barra muito grande em defesa dos políticos e na intenção de buscar apoio dos eleitores. Uma jogada política capenga! O parasitismo também existe no Congresso, o que é mais grave. Por que os parlamentares, representantes do povo, trabalham apenas de terça a quinta-feira, e quantas vezes não se conseguiu quórum mínimo para deliberação em Plenário?

O ministro  está certo ao dizer que no serviço público tem parasitas. A afirmativa está correta, apenas é impossível apontar a quantidade! Todos sabemos dessa realidade, e ninguém melhor do que os servidores que convivem com eles para confirmar. Mas, o problema está na fala do ministro, que gerou uma reação em massa da categoria e dos políticos! Com isso, o ministro passa a enfrentar corporações perigosas e todo cuidado é pouco. Afinal, ele está mexendo em vespeiro! Talvez teria sido melhor se o ministro tivesse chamado de sanguessugas, pois não teria causado tanto furor, já que o Governo é, de fato, o hospedeiro.

Diante dessa celeuma, deputados pretendem convocar o ministro Paulo Guedes para que ele explique a declaração na qual comparou os servidores públicos a parasitas. É que eles classificaram o fato como sendo uma opinião extremamente preconceituosa, uma declaração muito ofensiva, que não contribui com o diálogo.

Enfim, a conta vai chegar, e é por causa desses parasitas que os funcionários públicos em geral vão pagar o pato. A indignação deve-se voltar contra esse pessoal que vem parasitando na administração pública por muitos anos, e que a partir dos governos petistas esse contingente se multiplicou. Foi o aparelhamento em ação. Agora, os que trabalham e honram o emprego e a função que exercem, poderão sofrer as consequências.

Celso Pereira Lara

sábado, 25 de janeiro de 2020

550-Defesa intransigente de Bolsonaro

Sim, não podemos ficar apenas observando o massacre a que vem sendo submetido o presidente da República, desde a sua posse!

O inconformismo da esquerda - por ter sido derrotada nas urnas, após longo período de malversação do dinheiro público -, não deixa o presidente governar para o Brasil nem para o povo. Fazem oposição a tudo quanto é proposta apresentada, engavetando ou retirando conteúdos importantes, porque não permitem o rápido desenvolvimento do país nas diversas áreas. Trata-se de uma barreira jamais vista na história política, que conta com o apoio do Congresso, na área econômica e social, e, principalmente, do STF na área de combate à criminalidade. Algo surreal, onde são tomadas decisões contrárias com frequência estarrecedora, sem se importarem com a Constituição, com a interferência entre os poderes ou com o respeito à democracia.

A esquerda ataca o presidente em todas as suas atitudes desde a sua posse. Declararam que formariam a maior resistência ao governo, e que não deixariam Bolsonaro governar. Isso ainda está bem claro! A oposição composta por Câmara, Senado, STF, imprensa, OAB, artistas e tantos outros, ataca diariamente um presidente - sobrevivente de uma facada desferida no estômago -, que luta com todas as suas forças para engrandecer o país e beneficiar a sua população. Um presidente acima de tudo honesto, e o seu passado político comprova que jamais se deixou envolver em esquemas de corrupção dentro ou fora do Congresso. Portanto, é inegável afirmar que Bolsonaro é um mito, e essa verdade não pode ser escondida. Contra a força não há resistência.

Quanto ao “nós contra eles”, - tão criticado pelos isentões ou falsos bolsonaristas -, entendo que deve continuar assim, para mostrar que os defensores do presidente estão atentos e não permitirão que o seu governo seja desmoralizado pela esquerda fracassada. Rebater as críticas dos esquerdistas é de grande necessidade, para que não prevaleça apenas a versão dada por eles. São muitas fake news circulando diariamente nas redes sociais da internet, e desfazê-las é um dever de todos que lutaram pela vitória de Bolsonaro. Afinal, o presidente está cumprindo tudo aquilo que foi prometido em campanha. Nada de mentiras ou corrupção!

Fiz campanha para o Capitão e estou muito satisfeito por ele ter sido eleito. Em 2022, novamente estarei em campo. Aplaudo de pé todas as suas decisões, pois concordo com todas elas. Sei que ele não é perfeito, mas o considero o melhor de todos os políticos do momento, e por isso tenho o dever de lutar pela sua permanência no poder. Durmo e acordo tranquilo, pois tenho a certeza de que o Brasil está em boas mãos. Não preciso ficar atento aos atos dele - isso eu deixo por conta da oposição -, pois tenho a convicção de que os erros praticados no passado jamais se repetirão, pelo contrário, estão sendo todos corrigidos.

Defendo convicto todas as atitudes do presidente, sem a menor ponderação ou preocupação, pois sei perfeitamente do seu caráter.  Com muita honra, me considero parte do gado que apoia o Capitão, o que me traz muita alegria em saber que estou apoiando aquele que salvou a pátria das garras do socialismo/comunismo entranhado nas instituições públicas municipais, estaduais e federais. Só isso já basta para classificar Bolsonaro como um mito!

Quanto aos esquerdopatas, só lhes resta o desespero por insistir numa ideologia que não deu certo em lugar nenhum.

Celso Pereira Lara


domingo, 29 de dezembro de 2019

549-Se eu fosse um petista...

Eu jamais teria a coragem de escrever ou falar algo contra o atual governo. Eu não teria moral para isso!
         
           Eu teria vergonha de falar mal do presidente Bolsonaro, sem ter sequer um argumento que o condenasse.
      
      Todos sabemos que o presidente tem uma vida política ilibada. Foi deputado federal por sete mandatos entre 1991 e 2018, sendo eleito através de diferentes partidos ao longo de sua carreira, sem nenhum envolvimento com a corrupção que tomou conta do Congresso, das estatais e das empreiteiras, todos dominados pelo tão querido ex-presidente Lula.

Eu teria vergonha de ofender os bolsominions, que defendem um presidente patriota, verdadeiramente humilde e defensor do povo brasileiro. E que, por ser tão honesto, pretendem matá-lo!

É preciso ser muito condescendente para defender aquele que te traiu e deixou o Brasil depenado. A narrativa de que Lula é inocente e perseguido político não se sustenta! São nove processos que pesam contra o ex-presidente com farta documentação comprobatória, que certamente o levarão para a cadeia, novamente. Somente os ministros do STF, indicados pelo PT, são capazes de tirá-lo da prisão.

Se Lula foi eleito com a promessa de acabar com a corrupção, e durante os 16 anos de governos petistas só fez malfeitos e malfeitos, permitindo que todos os seus companheiros se locupletassem com os recursos dos cofres públicos, não há por que não reconhecer em Bolsonaro o verdadeiro combatente da corrupção. Ou, então, eu me recolheria à minha insignificância e viveria no anonimato!

Lembram das promessas de transposição das águas do Rio São Francisco e muitas outras que enganaram os nordestinos?

Só em saber que o governo comemora um ano sem corrupção, e cumprindo as suas promessas de campanha, já é o suficiente para reconhecer que o atual presidente é um mito!

Calma, ainda faltam três anos de progresso para o país, e a vergonha dos opositores vai aumentar cada vez mais...  

Celso Pereira Lara


segunda-feira, 18 de novembro de 2019

548-Ministros da Suprema Corte

Alguns sequer foram juízes, mas mesmo assim foram indicados por ex-presidentes da República, sabe-se lá com quais intenções.

Lula foi solto em 8 de novembro – na marra – pelo STF, e completar o serviço é questão de poucos meses!

As manifestações do dia 17 de novembro tiveram a pauta única "impeachment de Gilmar Mendes". Ocorreram no domingo em muitas capitais e, no DF, na porta do STF. O recado foi dado à nação e ao ministro togado, que havia zombado dos manifestantes, chamando-os de robôs.

Contudo, Gilmar Mendes, que foi indicado por FHC, nem se importou com a ida de milhões de robôs às ruas, os quais pediam o seu impedimento como ministro da Suprema Corte. Nada representaram para ele, assim como para os políticos do Congresso as manifestações anteriores. Seguem com as suas maldades sem qualquer obstáculo pela frente! Gilmar não só não se importou com os protestos, como também provoca a todos os poderes ao declarar que pretende julgar Moro até o final do ano, no caso das conversas hackeadas ilegalmente. O objetivo é claro: anular o processo do tríplex no Guarujá, o qual condenou Lula e o levou à prisão.

O ministro togado, que nunca foi juiz, é insaciável, e enquanto não fizer o serviço completo, não faz sentido permanecer no Supremo! Numa outra etapa, ele pretende colocar em julgamento a lei da Ficha Limpa, que, se julgada inconstitucional, tornaria Lula elegível e candidato à presidência em 2022.

Parece que não estamos acreditando que esses fatos ocorrem com tanta clareza, mesmo diante dos nossos olhos. Vivemos hipnotizados por longos anos, sem que nos tenhamos dado conta disso. É tempo de acordar, de fazer as mudanças acontecerem. Ficarmos insistindo nas manifestações de rua, apenas pedindo a saída desse ou daquele malfeitor do governo, a tendência é deixar o país em piores condições entre os poderes.

O ministro Toffoli, que foi indicado por Lula, do alto de sua soberba, teve a capacidade de negar pedido da PGR para revogar solicitação de relatórios fiscais à Receita e ao COAF, contendo movimentações financeiras de 600 mil pessoas. Ele negou que a medida tenha sido "desproporcional e invasiva", e que o pedido foi feito no intuito de melhor instruir este recurso para julgamento no plenário”. Assim agindo, Toffoli assumiu o protagonismo da ditadura do STF. Nega o pedido de Aras e ainda faz diversos questionamentos a ele e nova solicitação à Receita. Toffoli nunca fez trabalho de investigação e muito menos foi juiz em sua vida. Como presidente do Supremo, ele teve o voto decisivo para soltura de Lula. Um verdadeiro absurdo o que vem ocorrendo nessa República!

Enquanto não houver uma manifestação exclusiva para clamar por intervenção das FFAAs no STF, ficaremos reféns das maldades criadas pela Suprema Corte.  A situação do país já chegou ao extremo, e se não estivermos preparados e decididos a ir pras ruas pedir socorro, adeus Brasil.

Só depende do povo. Veja o exemplo na Bolívia!

Celso Pereira Lara

Obs.: Após publicação deste texto, foi noticiado que Toffoli revogou a decisão que exigia apresentação de dados sigilosos de 600 mil pessoas.


domingo, 20 de outubro de 2019

547-À beira do caos

 Um país controlado por inimigos da República – eleitos pelo povo que se deixou enganar através de seu voto –, que atuam no Congresso, em conluio, impedindo o avanço dos planos do Executivo. Assim está o Brasil.

A oposição está com os seus canhões apontados e não se cansa de disparar suas maldades contra os alvos chaves do governo, com o objetivo de destruir a governabilidade de um presidente eleito democraticamente nas urnas. O inconformismo causado pela derrota não permite que os opositores fiquem acomodados até as próximas eleições. Para eles, resistir é o fundamental, e a resistência se encontra em todos os poderes da República! 

O que os parlamentares têm feito ultimamente é um verdadeiro acinte ao povo brasileiro de bem, ao utilizarem-se de artifícios asquerosos contra as pautas do governo, importantes para o país, como a reforma da Previdência e o Projeto Anticrime. Por outro lado, o PL Abuso de Autoridade – projeto cabuloso, apresentado no Senado por Renan Calheiros –, é nitidamente uma vingança contra a Operação Lava Jato! Numa tentativa de se defenderem, deputados aprovaram o texto de forma sorrateira, pois tinham a certeza de que as investigações chegariam também até eles.

E quando se pensa que as pedras de tropeço existem apenas do lado da oposição, eis que se constata que não é bem assim. Bastou o presidente Bolsonaro cobrar transparência em relação às contas do partido - que se abrisse a caixa-preta -, para que tudo se transformasse numa verdadeira Torre de Babel. As traições ao governo, dentro do próprio partido de sustentação, vieram à tona, e seus líderes ficaram nus. Quem diria, até a líder do governo no Congresso foi afastada do cargo por causa disso?

Mas, por que toda essa gritaria dentro da legenda do governo, se todos sabiam que o presidente Bolsonaro foi eleito com a bandeira do combate à corrupção, da defesa da transparência, de acabar com a velha política do “toma lá dá cá” e o Fundo Partidário? 

Não obstante todo esse confronto entre os parlamentares da própria legenda, retaliações não faltaram àqueles que se colocaram a favor da ala bolsonarista. A troca de farpas foi inevitável, e ainda vai render muito. O episódio serviu para alimentar ainda mais a balbúrdia que predomina na política dessa República. Haja resistência!

Por outro lado, a insegurança jurídica atormenta a todos os cidadãos de bem. Ministros togados julgam ao sabor de interpretações casuísticas, quando na verdade suas atribuições jamais poderiam se sobrepor ao império da lei.  Há uma quebra da ordem jurídica jamais vista neste país, praticam um totalitarismo na democracia que eles próprios afirmam defender, enfim, é muito assustador ver tudo isso acontecendo simultaneamente nos poderes legislativo e judiciário, com objetivos claros de rebaixar a governabilidade do presidente. Ainda há quem diga que temos instituições maduras, funcionando plenamente. Funcionando para quem?

Estão corroendo os pilares da democracia, e a paciência do povo já está atingindo o limite do suportável. E o pior é que as pressões das manifestações de rua e das redes sociais da internet já não surtem mais os efeitos desejados, tanto é que os opositores ao governo continuam agindo deliberadamente.

Resta saber até quando o governo ficará refém da maldade daqueles que presidem os poderes, se os golpes aplicados em nome da resistência estão cada vez mais ofensivos à democracia?  

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

546-Pedir socorro é legítimo

Um país controlado por inimigos da República – eleitos pelo povo que se deixou enganar através de seu voto –, que atuam no Congresso, em conluio, impedindo o avanço dos planos do Executivo. Assim está o Brasil.

A oposição está com os seus canhões apontados e a disparar suas maldades contra os alvos chaves do governo, com o objetivo de destruir a governabilidade de um presidente eleito democraticamente nas urnas. O inconformismo pela derrota não permite que os opositores fiquem acomodados até as próximas eleições. Para eles, resistir é o fundamental, e a resistência se encontra em todos os poderes da República! 

O que os parlamentares têm feito ultimamente é um verdadeiro acinte ao povo brasileiro de bem, ao utilizarem-se de artifícios asquerosos contra as pautas do governo importantes para o país, como a reforma da Previdência e o Projeto Anticrime. Por outro lado, o PL Abuso de Autoridade – projeto cabuloso, apresentado no Senado por Renan Calheiros –, é nitidamente uma vingança contra a Operação Lava Jato! Fazendo-se de vítimas de perseguição política, deputados aprovaram o texto de forma sorrateira, pois tinham a certeza de que as investigações chegariam também até eles.

A insegurança jurídica atormenta a todos. Ministros togados julgam ao sabor de interpretações casuísticas, quando na verdade suas atribuições jamais poderiam se sobrepor ao império da lei.  Há uma quebra constitucional irreversível, praticam um totalitarismo na democracia que eles próprios afirmam defender, enfim, um golpe de estado consolidado! É muito assustador ver tudo isso acontecendo simultaneamente nos poderes legislativo e judiciário, com objetivos claros de rebaixar a governabilidade do presidente. Parece uma conspiração! Ainda há quem diga que temos instituições maduras, plenamente funcionando. Funcionando para quem? Estão corroendo os pilares da democracia, e a paciência do povo já está atingindo o limite do suportável. Até quando o governo ficará refém da maldade daqueles que presidem os poderes, se os golpes aplicados em nome da resistência estão cada vez mais ofensivos à democracia?  

Grande parte da população brasileira absorveu os efeitos pedagógicos daqueles que costumam dizer que ficam arrepiados só em pensar no tempo dos governos militares. Quanto mais quando se ouve alguém dizer que a intervenção militar se faz necessária na atual conjuntura. Tortura nunca mais, diriam eles convictos e raivosos, denunciados pela expressão facial e pelo tom das palavras! Golpistas e fascistas seriam gritados, certamente.

O regime militar pode ter sido tenebroso, sombrio para algumas centenas de militantes na política, diretórios acadêmicos, sindicatos e outras agremiações de domínio político-partidário, assim como os próprios parlamentares suspeitos de atuação em movimentos subversivos. Talvez tivessem sido vítimas de suas intenções nada democráticas, diferentemente do restante do povo brasileiro que seguia a vida normal, trabalhando e produzindo para o país, como se o regime “ditatorial” não existisse, apenas a ordem e o progresso. Essa é a grande diferença!

Na atual conjuntura, o Senado não ousaria impedir que o Supremo continue extrapolando de seus limites de maneira autoritária, e, dessa forma, a responsabilidade recairia sobre as Forças Armadas, que, dentre outras atribuições, destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem. Lembrando que, em 1968, o presidente Costa e Silva cassou três ministros do STF por concederem habeas corpus a criminosos comunistas.

As pressões das manifestações de rua e das redes já não surtem mais os efeitos desejados, tanto é que os opositores ao governo continuam agindo deliberadamente. Alguns se fazem de cegos e surdos; outros ousam debochar. Então, chegará o dia em que a população indignada, de tanto sofrer humilhação, vai clamar por socorro às forças federais, para restabelecer o verdadeiro estado democrático de direito.    

Celso Pereira Lara