quarta-feira, 10 de abril de 2019

quarta-feira, 27 de março de 2019

536- Governo não está em crise

O país continua nas mãos dos malfeitores, e eles se aproveitam do momento para atacar o governo.

A mídia de extrema-esquerda luta incansavelmente pela queda de Bolsonaro, porque ela sabe que vai perder os patrocínios milionários. Bolsonaro em sua campanha afirmava que a mamata iria acabar, e a partir de então os ataques a ele não pararam. Apelam até para fake news nos jornais impressos e televisivos. Perderam a vergonha!

      A oposição sabe que o aparelhamento do Estado está sendo afastado criteriosamente. É essencial o afastamento daqueles que foram indicados para ocupar cargos nas estatais e secretarias, para que os projetos do governo possam seguir o seu curso sem obstáculos propositais.

O presidente da Câmara se declara autoritário, ataca Moro e desqualifica o pacote anticrime que foi apresentado na CCJ, tudo para mostrar que a aprovação da reforma previdenciária não vai sair de graça. Rodrigo Maia não quer saber de dar seguimento à proposta, nem do pacote anticrime de Moro, sem antes fazer um acordo com o presidente Bolsonaro. Maia ainda acredita que ganhará essa batalha.

Bolsonaro em sua campanha afirmava que o balcão de negócios ou o toma-lá-dá-cá iria acabar em seu governo. Ele deixou essa promessa bem clara aos seus eleitores, e foi eleito também por isso. Portanto, Bolsonaro jamais se curvará a Maia cedendo cargos. Nem pensar.

Diante do impasse maldosamente criado por Maia, certamente a reforma ficará travada na Câmara, e isso não faz bem a ninguém. Se de todo a reforma não passar ou sofrer alterações que não agradem ao ministro da Economia, os mais prejudicados serão o Brasil e o povo.

Afinal, que democracia é essa? Bolsonaro está sendo vítima do maior complô da história. São inimigos da Nação!

Corruptos contam com a proteção de alguns desembargadores. No STF, alguns ministros seguem a linha ditatorial. No Senado, Alcolumbre arquiva pela 2ª vez tentativa de criação de CPI da Lava Toga.

Não há dúvida de que o presidente Bolsonaro está sendo vítima de um complô altamente organizado. Uma perseguição política de fazer inveja a Lula. Sindicatos e outras associações se organizam para um protesto contra a reforma da Previdência. Tudo faz parte da trama.

O governo não está em crise, pois o presidente e os ministros estão trabalhando e apresentando resultados em apenas 90 dias de mandato. O que ocorre é que estão fabricando uma crise, e ela não está nascendo dentro do governo ou do Planalto. Ela está sendo gestada dentro do Congresso.

Todos sabíamos que as dificuldades seriam grandes, e que a oposição não se dobraria facilmente. Os eleitores do presidente estão insatisfeitos com os acontecimentos que impedem a aprovação dos projetos do governo, e, por isso, já foi marcada uma mega manifestação de rua para o dia 7 de abril, cujo objetivo é pedir o afastamento de políticos e ministros do STF.

As manifestações de rua do dia 7 de abril têm que dar uma resposta à altura. Um basta!

Temos a obrigação moral de sair do computador e ocupar as ruas no dia 7. 

Celso Pereira Lara

sábado, 23 de março de 2019

535-Não há mais vergonha


Perderam a vergonha ou nunca a tiveram?

Ninguém acreditava que haveria mudanças radicais no rumo da nossa história!  O tempo é capaz de tudo, até de revelar o verdadeiro caráter daqueles que propugnam pela consideração dos valores morais, éticos ou princípios constitucionais. Desmascara as aparências, revelando a face cruel dos pensamentos doentios, deixando expostas as maldades praticadas conscientemente.

Faz tempo que a naturalização das coisas ilícitas nos governos vem se arrastando, e quebrar essa corrente exige cautela e persistência. Nada fácil terminar com um esquema criminoso que só serve para prejudicar a sociedade, porém, quando assistimos à condução de algum poderoso, político ou empresário, para a cadeia, a sensação é de vitória da população.  

O trabalho para combater toda essa onda de corrupção - espalhada na administração dos governos federal, estadual e municipal - exige um esforço conjunto, que depende de persistência, vigilância e afastamento imediato dos atores comprovados na participação de delitos. Vivemos um momento da nova política, portanto, não se admite a convivência com os conchavos naturais do passado e tão condenados no presente.

O processo de caça às bruxas tem sido a tônica das investigações da Operação Lava Jato, e isso é imprescindível conquanto fatos recentes se revelam assustadores. Afrouxar esse propósito significa contribuir para o crescimento dessa praga de malfeitores. Urge acelerar os processos da Lava Jato e prender os criminosos! O compromisso é com a Nação!

Dito isso, o que estaria acontecendo com as nossas autoridades públicas? 

No passado, as manifestações de solidariedade a uma determinada autoridade eram feitas por meio de abaixo-assinado, um tipo de documento coletivo, de caráter público, geralmente encaminhado por uma associação representativa da classe aos veículos jornalísticos. Atualmente, as manifestações de apoio contam com a presença física de seus participantes. Exemplo recente aconteceu no Rio de Janeiro, quando cerca de duzentos juízes e desembargadores, representados pela Associação de Magistrados, expressaram seu apoio ao ministro Moro. Durante o ato, foi lido um texto que denunciava a preocupação deles com a independência da Justiça.

Há também as manifestações de apoio, por parte de juízes, ao encarcerado ex-presidente Lula.  A participação de magistrados no ato “Boa noite, presidente Lula”, na sede da Polícia Federal, em Curitiba, é algo atípico na história da magistratura. Diria surreal.

O Executivo já encaminhou a proposta de reforma previdenciária, e quanto à sua aprovação - que é considerada essencial para o equilíbrio das contas públicas -, vale dizer que depende da redução dos ânimos exaltados do presidente da Câmara. De humor em baixa, é normal que a cada dia ele apresente uma nova "dificuldade" para atrasar o andamento da proposta, apesar de ele ter dito que é a prioridade na Casa.

O pacote anticrime encaminhado por Moro, que também exige muita urgência em sua aprovação, tem tudo para ser analisado, mas somente depois da votação da reforma da Previdência ou sei lá quando. Sem pressa, pois não interessa aprovar uma proposta que traria alterações nas leis, em detrimento dos parlamentares que se envolvem em maracutaias.

     O jogo político que prevalece no Congresso não corresponde aos anseios do povo. A temperatura está em alta, e nos últimos dias Rodrigo Maia tem andado agressivo e muito assustado com alguma coisa!

      No final dessas dissidências, a responsabilidade pela demora na aprovação dessas reformas deverá ser debitada na conta do presidente da República, o qual fez a sua parte celeremente, atendendo a sua promessa de campanha, todavia, foi prejudicado por interesses políticos mesquinhos na Câmara. O momento exige serenidade nas discussões - ponderação nas palavras e controle de ego -, deixando de lado a vaidade e a sede de poder, que só servem para prejudicar a governabilidade. Nada de protagonismo exacerbado!  

Celso Pereira Lara  

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

534- A Venezuela é mais uma vítima



Com as crises econômica e política na Venezuela, o governo entrou em colapso. A última eleição foi declarada fraudulenta pelo Parlamento venezuelano, portanto, Nicolás Maduro não tem legitimidade para governar.

É muito triste pensar que a Venezuela chegou a esse estágio de miséria de seu povo, enquanto ela é detentora das maiores reservas de petróleo do planeta. Lembrar que ela já teve o maior PIB per capita da América do Sul e que já esteve entre as quatro nações mais ricas do mundo nos leva a atribuir tais fatos às consequências advindas do regime de governo adotado. Mas o que aconteceu, de fato?

Claro que a ditadura de Maduro colocou a Venezuela no epicentro do problema, pois ela faz parte da agenda comunista do Foro de São Paulo, cujo objetivo seria formar um bloco socialista na América Latina.

Os métodos de governar aquele país foram os mesmos utilizados pelo PT no Brasil. A agenda é a mesma: partidos políticos apoderaram-se de grande parte dos recursos gerados nos acordos com companhias petrolíferas, além de outros golpes nos cofres públicos.  O PT é coerente ao reconhecer a ditadura venezuelana como governo legítimo!

A escalada do autoritarismo levou o ditador a cometer atrocidades contra os venezuelanos que não apoiam o governo. A Guarda Nacional Bolivariana, fiel escudeiro do ditador, atropela literalmente o povo nas manifestações de rua. A opressão é a maneira mais aplicada pelo governo daquele país para controlar a população.

A crise econômica - fruto da desvalorização da moeda e do descontrole inflacionário -, levou à falência muitas empresas, e o desabastecimento de alimentos e medicamentos foram inevitáveis. O recente fechamento de fronteiras com o Brasil e a Colômbia, Portos e Aeroportos, para impedir a chegada de ajuda humanitária, revela o quanto de crueldade existe na mente do tirano venezuelano. Dessa forma, os seus grandes aliados militares - Rússia e China – e a esquerda radical brasileira ficaram expostos à ácidas críticas.

Maduro conduz o governo com mão de ferro, seguindo rigidamente as técnicas políticas revolucionárias do tipo ”se controlarmos a comida do povo, controlamos o povo e ainda vão ficar agradecidos pelo pouco que damos". Requinte de crueldade a toda prova! A audácia de Maduro é de tal ordem que ele foi capaz de colocar na fronteira alguns canhões apontados estrategicamente para o lado brasileiro, deixando a entender que se fosse preciso lançaria mão desse armamento. Intimidações à parte, foi uma estratégia ridícula, diria insana, porquanto Maduro se mostra fora de controle da situação.

Em 2013, Lula fez campanha política para eleger Maduro, e em sua mensagem deixou uma frase de efeito: “Maduro presidente é a Venezuela que Chávez sonhou”. Pois bem, agora, não adianta dizer que é perseguição política, pois Lula tem parte da culpa na tragédia imposta à população daquele país.

O que dizer de uma pessoa que, submissa a um idealismo diabólico, manda queimar caminhões de comida dos famintos e remédios dos enfermos? O mundo assiste atônito à verdadeira face do regime socialista na Venezuela, mas os apoiadores do ditador não admitem uma intervenção naquele país. Idolatram a tirania de Maduro e desprezam o sofrimento do povo venezuelano. O socialismo é, além de cruel, o caminho para a morte.

Na realidade, a esquerda radical brasileira é cúmplice da crise na Venezuela e de todos os crimes praticados por Maduro. Tanto isso é verdade que diversos líderes políticos logo se apresentaram para manifestar apoio ao ditador.

O pior de tudo é que o governo venezuelano ainda comemora a vitória do bloqueio de ajuda humanitária. Maduro sente prazer em ver o seu povo na miséria, passando fome, e sente repulsa pelos países que tentam levar alimentos e remédios. Contudo, o ditador sanguinário parece ainda ter muitos admiradores pelo mundo.

Celso Pereira Lara

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

sábado, 2 de fevereiro de 2019

532- O lado perverso da política!


É sabido que o enfrentamento de determinadas situações requer muitas vezes experiência de casos, conhecimento acadêmico, inteligência aguçada, ousadia e principalmente espírito de equipe, quando se pretende que o resultado a ser alcançado fique bem próximo do satisfatório. Ousadia somente não é o bastante! E, nesse caso, decisões políticas isoladas, geralmente, levam o país ao fracasso!

No ambiente político, por exemplo, o enfrentamento de qualquer questão deveria se dar no campo das ideias, de forma honesta, com argumentos convincentes, sem mentiras ou vitimização, sem ameaças ou xingamentos, considerando que os políticos ocupam altos cargos do poder público e são tratados como “Vossa Excelência”. Entretanto, o que temos observado, com certa frequência, durante os debates no Congresso, é uma troca de insultos na tentativa de desqualificar o adversário. Trata-se de querer impor seus argumentos a qualquer custo.

Os políticos já não se importam mais com as chacotas que postam contra eles nas redes sociais, por causa de suas próprias declarações ou atitudes condenáveis. É o império da sem-vergonhice dominando a política! Produção de textos difamatórios infestam as redes da web. Mas o pior na política é quando você constata que alguns se aproveitam até das tragédias para fazer palanque de oposição e capitalizar em cima delas. Um oportunismo deslavado, um casuísmo condenável, um desrespeito a todos, vitimados ou não, o que torna a tragédia ainda maior. Houve quem dissesse que foi uma tragédia merecida!

Na mesma linha – e não bastassem os seus dois mandatos desastrosos , Dilma ressurge com os seus comentários insuperáveis: "Uma barragem se rompeu e dela escorreu a lama do obscurantismo, da intolerância e do fascismo: o resultado é o desastre que o país vive hoje". A ex-presidente esquece que foi no governo do PT de Minas Gerais que aconteceu o rebaixamento do nível de risco da barragem de Brumadinho para facilitar o licenciamento ambiental da Vale por mais dez anos. Dilma também esquece ou não sabe que não foi lama o que escorreu da barragem; foi lixo tóxico altamente prejudicial à saúde das pessoas que foram vítimas dessa irresponsabilidade! É muito natural que os petistas acusem os outros dos malfeitos que eles mesmos fizeram. Tentam capitalizar com as suas próprias tragédias! Essa é a triste constatação de que chegaram ao mais baixo nível político, com uma atitude própria daqueles que não se conformam com a derrota. É a prevalência do ódio partidário quando todos torcem contra.

No Senado, a votação polêmica termina com surpresas! Mas, afinal, por que Renan Calheiros tem tanto poder assim?

Um início de mês vergonhoso para o nosso País. Na sessão para eleger o presidente, o Senado mais parecia uma Torre de Babel do que uma Casa Legislativa! Kátia Abreu (PDT) paralisa a sessão: levou a pasta da Mesa do Senado e a escondeu! Apesar dos discursos raivosos e ofensivos, conseguiram chegar por votação a um bom acordo (50 a 2): eleição com voto aberto! Uma alegria que durou poucas horas, pois na madrugada de sábado, ainda de pijamas, o ministro do STF, Dias Toffoli, atendendo a pedido do Solidariedade e MDB, aliados de Renan, decidiu anular decisão do plenário do Senado pelo voto aberto e determinou que a votação fosse secreta. Tudo conspira a favor do cangaceiro alagoano!

Durante a primeira votação houve até fraude eleitoral, e o pior é que decidiram triturar as provas do crime, pasmem! Renan, já percebendo que iria ser derrotado, resolveu retirar a sua candidatura. Com isso, a vitória foi da democracia, da Lava Jato, dos projetos do governo federal e do Brasil. A derrota de Renan é também a derrota do PT e de Toffoli. O senador David Alcolumbre (DEM-AP) foi eleito presidente do Senado!

Celso Pereira Lara

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

531-A grande virada!


 O presidente eleito promete resgatar a normalidade no país. Uma missão espinhosa!

Ainda não houve uma comemoração tão especial quanto a que deverá ocorrer neste final de ano, principalmente porque ela carrega um estoque de esperanças de que o Brasil tanto necessita para se tornar um país mais desenvolvido e mais democrático, onde acima de tudo prevaleça o respeito à Constituição Federal e a defesa das instituições.

É tempo de deixar para trás o período tenebroso que o país vivenciou sob o comando de presidentes irresponsáveis. Também é tempo de apostar nas melhores condições de vida, na geração de empregos e oportunidades para todos os brasileiros que foram vítimas de políticas desastradas dos últimos governos. Os desafios serão muitos e o trabalho será árduo para o novo governante que foi eleito justamente com o propósito de desfazer todos os malfeitos deixados como herança. Não mais deverá acontecer a inércia governamental.

É momento de externar as esperanças que ainda carregamos em nossos corações e acreditar na realização dos nossos sonhos de ver o Brasil no caminho do progresso, livre das manifestações violentas e depredatórias contra patrimônio público ou privado, motivadas apenas por interesse político-partidário. É momento, também, de acreditar que nos libertaremos, para sempre, do jugo das raposas que habitam o palco da política brasileira e que haveremos de recuperar a confiança em nossos representantes no Congresso. É dessa forma que vigora a política nos países avançados.

Acreditar que a partir do ano vindouro o STF seja realmente o guardião da Constituição, com julgamentos céleres, imparciais e sem beneficiar corruptos. Data vênia, #indultonao! Que o Supremo passe a usar o poder para atender a interesses do Brasil e da população. Nesse cenário de impunidade no país, que os representantes da mais alta corte de Justiça consigam reconquistar a credibilidade tão necessária à manutenção do estado democrático de direito. Lembrando que a renovação dos ministros do STF é essencial ao fortalecimento da democracia.

Pensar que também é possível reverter o estrago causado pelo aparelhamento ideológico das escolas e universidades, ainda que demore algumas décadas, já nos traz um precioso alento às nossas esperanças e motivo para comemoração. O patrulhamento ideológico, institucionalizado na educação brasileira, é o pior dos males que se possa causar aos estudantes e à sociedade como um todo, porque ele induz a classe estudantil a uma visão estereotipada dos fatos e a torna refém da farsa do "politicamente correto". Não só a doutrinação como também a ideologia de gênero, que se enquadra na proteção das minorias, são motivos de controvérsias. Entretanto, a esperança da maioria da população é ver afastadas essas distorções ideológicas da educação no Brasil, impregnadas de pensamento crítico.

Confiar que haverá auditoria nas contas do BNDES - principalmente nos empréstimos sigilosos que serviram para financiar ditaduras comunistas -, na farra da Lei Rouanet, nos cabides de emprego das estatais, no Programa Bolsa Família e tantos outros, é o mínimo que se pode esperar, e que o resultado desses desperdícios de dinheiro público seja revelado ao povo. Afinal, a transparência, principalmente com as contas públicas, mostra que o governo trabalha para o povo e para o crescimento do país. Devemos nos alinhar aos países de primeiro mundo.

Depositamos, ainda, nossas esperanças no afastamento definitivo dos políticos corruptos e comunistas que destruíram o Brasil e causaram tanto sofrimento à população.

Contudo, o nosso maior desejo para 2019 é que o novo presidente da República saiba governar para o bem da nação e dos brasileiros, e que faça deste Brasil um país de destaque no cenário internacional. 

Celso Pereira Lara

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

sábado, 3 de novembro de 2018

529-Mais uma excelente aquisição!


 A equipe ministerial do novo governo impressiona pelo alto grau de formação acadêmica e profissionalismo!

Já nos primeiros dias do governo de transição, a formação dos ministérios vem causando frisson no meio político e econômico nacional e internacional. O futuro presidente escolhe seus auxiliares com critérios rígidos, baseados na competência profissional e na integridade moral, deixando de lado as indicações políticas ou de apadrinhamento, ocorridas nos governos passados, ao sabor do fortalecimento do poder e outras finalidades. Com as seleções criteriosas feitas para assumir no novo governo, surge, então, a quebra de paradigma instalado na política durante longos anos. A mudança é radical.

A oposição faz críticas apenas por fazer, sem levar em consideração a capacidade do juiz Sérgio Moro para ocupar o cargo de superministro da Justiça e Segurança Pública, inclusive a sua vontade de lutar pelo bem da Nação, como sempre fez durante toda a sua carreira. A esquerda só sabe fazer críticas ácidas, mas não é capaz de enxergar a grande mudança que está acontecendo no governo de transição! Basta ver os noticiários econômicos, em que várias empresas estrangeiras estão confiantes no futuro superministro da Economia, Paulo Guedes – reconhecido internacionalmente -, e que, por isso, elas já manifestaram o desejo de investir maciçamente no Brasil.

Está muito evidente o receio estampado nos comentários jornalísticos, quando se referem à decisão de Moro de deixar a Operação Lava Jato para assumir o cargo de superministro da Justiça. Muitos gostariam que ele permanecesse lá, mas não levam em consideração que a juíza, que deverá substituí-lo, também é muito competente e foi ela quem determinou a prisão de José Dirceu. Ao contrário do que muitos imaginam, a operação de combate a crimes de corrupção não perderá sua força por causa da saída de Moro; ela será fortalecida em seu corpo técnico e em suas decisões, pois contará com o apoio do superministro. 

Dado o alto grau de sucesso obtido, a Operação Lava Jato foi alvo de desmonte por parte de políticos e também de poderosos da própria Justiça. Havia uma grande orquestração em torno dela, para desprestigiar e enfraquecer suas decisões, acusando-a de produzir perseguições políticas. O convite ao magistrado foi um balde d’água fria lançado sobre aqueles que preferem a continuidade dos governos petistas. Moro abriu mão de seu prestigioso cargo para se empenhar em um ministério onde exercerá atividades de maior envergadura e assim contribuir na reconstrução da lei, da ordem e da segurança no Brasil. Isso não interessa aos opositores de Bolsonaro, porque certamente quebraria toda a estrutura construída ao longo desses 20 anos de poder socialista.          


O convite que Bolsonaro fez ao magistrado diz muito a respeito de uma ordenação jurídica que carece de credibilidade por parte da população, e a aceitação do convite é a confirmação de que Moro terá muito trabalho pela frente, consciente de mais um desafio em sua carreira. O juiz estava limitado em suas decisões, mas agora, além de garantir que as sentenças de condenação e prisão continuem, ele terá poderes ainda maiores de combate à corrupção e de garantir a permanência dos julgamentos finais na segunda instância. Esse é o ponto! É esse o objetivo do convite a Moro. Falácia é ficar desmerecendo a atitude de Moro ao aceitar o cargo no governo Bolsonaro, como se isso significasse um desvio de padrão. Não, não é, desvio de padrão seria ocupar os cargos de governo com políticos corruptos e condenados pela Justiça!

Celso Pereira Lara

sábado, 27 de outubro de 2018

528-Carta a Raul Jungmann


         Senhor Jungmann,

Fiquei confiante na lisura das urnas eletrônicas, as quais foram devidamente checadas por especialistas em informática que trabalham no governo, e por isso receberam a garantia do TSE, STF e Ministro da Defesa.

Fiquei confiante inclusive pelo fato de que o senhor também garantiu – diria que em tom de ameaça - que é 'inaceitável que se tente fazer crer que o sistema eletrônico é possível de fraude'. Assim se pronunciando permitiria que o povo brasileiro ficasse mais tranquilo, conquanto o pleito viesse a ocorrer sem nenhum transtorno.  

Lembro ao senhor que no primeiro turno ocorreram milhares de denúncias de fraudes nas urnas espalhadas por todo o país, as quais foram classificadas como fake news pelo governo, o que deixou o povo inconformado. E na mesma noite o senhor veio a público esclarecer, novamente – diria em tom de ameaça ainda maior - que não se admite qualquer suspeição sobre os resultados das urnas. Transcrevo as suas palavras proferidas com relação aos casos de fake news: "Quero avisar que estamos chegando aos responsáveis e eles serão denunciados pelo MP e serão enquadrados em falsidade ideológica ou crime contra honra".

Dito isso, senhor Jungmann, e diante das muitas ocorrências relacionadas às urnas eletrônicas, postadas nas redes sociais da web, neste segundo turno, fico surpreso e desconfiado com o que poderá acontecer com o resultado no segundo turno.

Por um lado, confio em suas palavras e na garantia dada pelo TSE e STF, mas, por outro, os indícios de fraudes me assustam terrivelmente. Esse estado de tensão que me acomete, e acredito que a cada um dos brasileiros de bem, gera uma sensação de traição, o que jamais admitiremos venha a acontecer. Não é o nosso desejo!

Todavia, as lideranças dos movimentos dos caminhoneiros já estão a postos para uma eventual surpresa quanto aos acontecimentos durante o pleito e ao resultado final. Os líderes declaram que, se o resultado das urnas não corresponder ao resultado das pesquisas feitas por instituição séria, vai ocorrer paralisação em todo o país de forma radical. Da mesma forma, as manifestações de rua irão acontecer simultaneamente!

Espero que nada disso venha a acontecer, porque confio no TSE, no STF e em suas palavras, entretanto - caso contrário -, com todo o respeito, informo ao senhor que não se trata de ameaças, trata-se de uma resposta de quem se sentirá traído e que por isso lutará pela manutenção do Estado Democrático de Direito e por um Brasil melhor!

Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!

Celso Pereira Lara