sexta-feira, 18 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
domingo, 6 de outubro de 2013
274-PSB cresce com Marina
A grande
preocupação estaria no artificialismo da união
O
indecoroso troca-troca de partidos mostra claramente a fragilidade do sistema
político brasileiro, e para estancar essa brincadeira por falta de fidelidade
partidária o caminho seria o da reforma política em curso no Congresso, que
está sem possibilidades de se concretizar neste governo. A reforma, nesse
sentido, não passa de uma falácia a cada mandato, porque não há avanços
significativos onde prevalecem os interesses dos parlamentares. A
cada eleição presidencial fica mais caracterizado que os novos partidos
políticos só servem mesmo para abrigar aqueles que se tornam dissidentes por
interesse, a cada final de governo. É como renovar a roupa: cansou de usar,
troca-se por outra nova. A fidelidade partidária não existe, e eles se filiam
aos novos partidos, sejam de aluguel ou filhotes programados, com o objetivo de
permanecer junto ao poder, refastelando-se do banquete alheio. Exemplos: PROS e
SOLIDARIEDADE. Ambos surgiram sem candidatura própria à Presidência, e apenas
esperam filiações de dissidentes ou oportunistas, e depois integram-se à base
do governo. Na realidade, tal fato existe porque o TSE entendeu que as regras de perda de mandato para
candidatos que mudam de legenda não se aplicam nos casos em que a migração é
feita para um partido novo. Dos novos, o único partido
que teria chances de concorrer fortemente à Presidência seria o REDE, que não
obteve aprovação do TSE por falta de comprovação do número de assinaturas de apoio previsto em lei. Esse fato foi a grande e momentânea alegria do governo
petista, que comemorou discretamente o fracasso de Marina, o que se poderia
considerar uma reeleição garantida ao PT, ainda mais pelo fato de ela ter
afirmado que não haveria um "plano B" e, assim, daria para concluir
que não apoiaria ninguém, novamente, nessas eleições. Entretanto, dois dias
após a rejeição de seu partido, Marina roubou a cena e conseguiu surpreender a
todos, deixando os petistas profundamente preocupados até as eleições. Embora
tivesse recebido o assédio de vários partidos, Marina tomou uma decisão muito
lógica, portanto, acertada: filiou-se ao PSB, em apoio à candidatura de Eduardo
Campos. O artificialismo dessa união é que preocupa
muito a todos. Como dissidente do PT em 2009, Marina
filiou-se ao PV, mas não chegou ao segundo turno em 2010. Desta vez, na ótica
da lógica, ela deveria seguir como vice na chapa de Campos, arrastando consigo
20 milhões de votos, o que faria do PSB um grande partido nesta competição.
Além disso, o PSB busca partidos que estejam dispostos a uma coligação. Por
outro lado, ainda falta definir o candidato que representaria o partido para
concorrer nas eleições. A posição de Campos, dentro do partido, passaria a
ficar ameaçada pela possível pressão para que Marina seja a candidata ideal a
concorrer pelo PSB. E poderia ocorrer uma inversão na chapa, sendo Marina a
candidata e Campos o vice, mesmo considerando um pouco absurda, essa
possibilidade não poderia ser descartada. Além do mais, o partido poderia
sofrer uma possível ameaça de racha, tendo em conta que ainda falta um bom tempo
para a definição de candidaturas. É nesse ponto que o PT vai investir com todas
as suas armas, forçando uma divisão no partido e fazendo com que os votos de Marina
fiquem novamente pulverizados, em que muitos até favoreceriam a reeleição da
presidente. Mas se de fato isso acontecer, Marina seria responsabilizada pela reeleição
do PT, logo ela que tentou criar o REDE com fortes pretensões de encerrar o ciclo
petista. Portanto, ela só tem uma chance mesmo: permanecer de bem com todos dentro
do PSB, sendo ou não indicada para vice. Nesse cenário, há muitas possibilidades
de surpresas acontecerem: José Serra poderia assumir a candidatura de Aécio, no
PSDB; o PMDB poderia milagrosamente sair do armário e romper com o governo,
aliando-se ao PSB para formar o terceiro bloco tão esperado. A única certeza é
que até lá muita água vai rolar. Marina, quando saiu do PT, agarrou-se ao PV
simplesmente para disputar as eleições como candidata à Presidência, depois lutou
para implodir o partido hospedeiro. Com a decisão de Marina em buscar abrigo no
PSB -- porque ela não se conforma com os desgovernos petistas e sua forma
ditatorial de governar, e por isso pretende quebrar esse ciclo --, a competição
eleitoral passaria a ter outra dimensão, porque a candidatura de Campos ficaria
muito mais forte. Por outro lado, o Rede poderia estar com a falência
decretada, porque Marina passaria a fazer parte de um projeto onde estarão
Campos, Roberto Freire, Aécio, Serra e outros. Seus projetos, portanto,
ficariam de lado.
Celso Pereira Lara
sábado, 5 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
271-Impostos inevitáveis
Somente no Brasil, a
classe que mais contribui para o governo é justamente a mais penalizada
Nesses meses finais de 2013,
não só a pré-campanha eleitoral já deu sinais de vida, mas também o festival de
aumento de impostos, taxas e tarifas, que já começaram a chegar ao bolso do
contribuinte. Alguns valendo a partir de 2014, outros já passam a valer agora.
As tarifas de ônibus interestaduais e internacionais, por exemplo, em percursos
superiores a 75 quilômetros da origem, tiveram aumento de 7%, a partir de
quinta-feira, dia 3. Em São Paulo, a fúria pela arrecadação fez a Prefeitura
beneficiar-se do aumento de IPTU, ou, tecnicamente, da elevação provocada pela
revisão do valor venal dos imóveis em 2014. São reajustes que variam entre 20%
e 30% para um terço dos imóveis regularmente cadastrados, além dos sessenta mil
imóveis que hoje são isentos e passarão a pagar IPTU. Haddad, petista muito
querido pela sua classe política, é o prefeito de São Paulo que, em junho,
disse que de jeito nenhum abriria mão do aumento das tarifas de ônibus,
entretanto, durante as fortes manifestações de protestos, ele se viu obrigado a
recuar de sua decisão. Segundo ele, um dos destinos do IPTU é manter o subsídio
ao transporte, para manter a tarifa no ano que vem. Falta a decisão da Câmara de
Vereadores. O que significa o aumento do IPTU para a classe pobre, aquela que é
beneficiada pelos bolsas? Ou o que significa esse aumento para a classe rica,
aquela que recebe benefícios fiscais, dentre outros, do governo? Pobre classe
média, que como sempre assume os sacrifícios impostos pelos desgovernos e ainda
mantém a economia em movimento. Se os aumentos de impostos não interferem na
vida dos beneficiários dos projetos bolsa, então os votos estariam garantidos
nas eleições. E olha que são em torno de 30% dos eleitores. Possivelmente, o
aumento do IPTU seria motivo para constar nos cartazes e faixas nas próximas
manifestações em São Paulo. No mesmo embalo, o reajuste do preço da gasolina,
que a Petrobras já não consegue mais segurar, seria a grande notícia a sair nos
próximos dias. E mais uma vez os preços dos produtos e serviços sofreriam
também, sem a menor ponderação, os devidos reajustes, que no final das contas recairiam
no bolso do contribuinte da tão odiada classe média, aquela que mais contribui para
o governo.
Celso Pereira Lara
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
270-Carta de repúdio de um universitário
A respeito da carta de
repúdio de um universitário
Interessante
notar que a carta de repúdio ao filósofo Karl Marx, escrita por um universitário
de apenas 22 anos, revela o sentimento de milhões de brasileiros, inconformados
com a forma petista de governar esse país. As universidades brasileiras estão
impregnadas de ideias e ideais marxistas até a alma. Respiram diariamente os
métodos de revolução comunista, tais quais são praticados no Brasil durante
essa década. A ousadia desse estudante merece ser seguida por todos os alunos
que não se conformam com essa dominação ideológica nas universidades. A
indignação dele representa a indignação do povo que clama por uma democracia
legítima, mas que não seja esta que o governo tanto defende e enaltece. Constantemente
aparece uma carta de repúdio a esse governo, mas a desse estudante tem um
significado maior, porque ela partiu de dentro de uma universidade, onde o
ambiente é sufocado por acadêmicos seguidores do marxismo, e isso não é do
conhecimento do povo. O que aconteceu foi um desejo de sair do eixo dominante e
revelar ao mundo o que se passa na mente dos educadores e dos alunos universitários,
assim como na mente dos políticos da esquerda radical e comunista que conduzem
este país ao caos. Basta observar que o decálogo de Lenin já está em prática no
Brasil há 11 anos.
Celso Pereira Lara
Celso Pereira Lara
Íntegra da carta
Caro professor,
Caro professor,
Como o senhor deve saber, eu
repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na
história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal
falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste
trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas
para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e
influências mundo afora. Quero começar falando sobre a pressão psicológica que
é, para uma pessoa defensora dos ideais liberais e democráticos, ter que falar
sobre o teórico em questão de uma forma imparcial, sem fazer justiça com as
próprias palavras.
Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.
Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos. O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.
Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.
Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.
Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos. O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.
Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.
Para concluir gostaria de citar o decálogo de Lenin:
1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Obrigado, caro professor, pela compreensão.
Ass.: João Victor Gasparino da Silva
1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Obrigado, caro professor, pela compreensão.
Ass.: João Victor Gasparino da Silva
terça-feira, 1 de outubro de 2013
269-Radicalizar, jamais!
Vazamento de informações
sigilosas é fato muito antigo
Que a presidente tem se mostrado de pavio curto,
ultimamente, isso todos já perceberam. Tudo começou a partir das manifestações
de junho, que produziram a queda de sua popularidade, e, mais recentemente, o
episódio do vazamento de informações sigilosas suas e da Petrobrás, que a levou
a tomar decisões radicais, quebrando agenda internacional, em retaliação ao
Chefe da nação americana. Contudo, a intenção de levar adiante uma novela que a
presidente gostaria de encenar com Obama, de olho apenas no palanque eleitoral
de 2014, parece não ter prosperado, porque nem chegou ao ponto de rascunhar a
introdução do script. É que a presidente aparentemente perdeu ao decidir
cancelar o convite do Chefe norte-americano para uma reunião em Washington, no
dia 23 de outubro, ou seja, cancelou uma visita de Estado, um tipo de encontro
entre autoridades que tem o grau de importância mais alto na diplomacia.
Lembrando que nem Lula recebeu a honraria. O último líder brasileiro a fazer
uma visita assim foi Fernando Henrique, em 1995, portanto o governo petista ainda
não participou desse encontro, na Casa Branca, com os rivais imperialistas. Na
política internacional, saber administrar o diálogo cordial com o presidente de
superpotência é fundamental para a diplomacia de qualquer nação, a fim de
evitar uma possível crise diplomática e, na sequência, comprometer as relações
bilaterais. Radicalizar, jamais! Todos sabem que a espionagem existe desde sempre
e que não seria resolvida com tecnologia ou legislação, porque é um problema
político internacional, onde o mais forte sempre sai ganhando. Aqui, na América
Latina, por exemplo, sempre houve espionagem aos países vizinhos, portanto
somos os próprios imperialistas, com práticas que tanto condenamos nos outros.
Mas, nessa queda de braço, proposta pela presidente, todo mundo sabe que é o
Brasil quem vai sair perdendo, inegavelmente. Assim como acredita que está
fazendo um bom governo, a presidente deve acreditar, também, que o Brasil
cresceu tanto a ponto de se tornar uma potência independente economicamente e
capaz de enfrentar qualquer inimigo. Isso até pode ser real para ela,
entretanto não se deve esquecer que os Estados Unidos continuam sendo a maior economia
do mundo, queiram ou não seus inimigos. A presidente, cujo discurso na ONU não
teve a menor repercussão nos EUA (“O Brasil sabe proteger-se, repudia, combate
e não dá abrigo a grupos terroristas”), voltou para casa achando que tinha
"arrasado", o que está muito distante da realidade. Sua fala pode ter
feito muito sucesso entre os petistas e aliados, mas não no mundo. Talvez, no
dia 23, nem percebam a ausência da Chefa brasileira na reunião na Casa Branca.
Celso
Pereira Lara
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