terça-feira, 11 de agosto de 2015
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
420-Abusos persistem – acidentes triplicam em JF
Se
bebida fosse bom não haveria tanto desastre no trânsito.
Podemos afirmar que a
Lei Seca foi uma grande conquista da sociedade nos últimos tempos, embora os
índices de acidentes continuem alarmantes.
Aprovada em junho de
2008, a Lei Seca deixava uma brecha que favorecia os infratores: o teste do
bafômetro. Bastava o condutor do veículo recusar o teste e ele não seria
autuado por dirigir embriagado. Por causa disso, a partir de dezembro de 2012,
a lei sofreu modificações radicais: determina outros meios, além do bafômetro,
para serem utilizados para provar embriaguez do motorista. O texto também prevê
aumento da multa para R$ 1.915,30, além de recolhimento da habilitação e
suspensão do direito de dirigir por 12 meses. E o mais importante é
que, de acordo com as necessidades, a norma poderá sofrer adaptações
e tornar-se mais rígida. Esse é o grande fator.
Embora os
consumidores de bebidas alcoólicas, inconformados com essa proibição, continuem
a demonstrar que não se intimidam por nada, certamente eles só têm a perder,
caso sejam parados por uma blitz ou por um desastre. A mudança de comportamento
se faz necessária e os policiais da fiscalização no trânsito não estão para
brincadeira: aos infratores, a lei. Essa norma proibitiva apresenta dois
benefícios à sociedade: um, o de tentar corrigir a irresponsabilidade praticada
pelo motorista ao dirigir em estado de embriaguez; o outro, o de tentar conscientizar
o motorista e a população em geral, quanto aos efeitos do álcool.
Como prova da falta
de consciência e de responsabilidade, há motoristas que dirigem até com
garrafas de bebidas etílicas dentro do próprio veículo. A relutância por parte
desses motoristas é natural, da mesma forma quando foi criada a obrigatoriedade
para o uso do cinto de segurança. No início, muitos contestaram, foram
multados, mas hoje em dia quase todos seguem a norma. A comparação é quanto ao
cumprimento da lei e os efeitos de sua conscientização.
O que levou à criação
da Lei Seca foram os altos índices de acidentes provocados por motoristas embriagados.
Foram desastres horríveis, que carregaram em seu bojo muitas vidas inocentes. A
ocorrência desses casos aumenta nas datas festivas como Ano Novo,
Carnaval, e até no Natal e na Semana Santa.
Ao que parece, para
quem gosta mesmo de bebidas, tudo é motivo para comemoração. Se estiver fazendo
calor, vamos tomar uma geladinha. Se estiver fazendo frio, vamos tomar uma para
esquentar. Se o time de futebol venceu, vamos tomar uma; se perdeu, vamos tomar
duas. E assim bebe-se o ano inteiro, sem que se perceba. Há os que bebem pouco,
os que bebem muito e os que nada bebem. Quanto aos que não bebem, a qualidade
de vida deve ser bem melhor e por isso lutam para se manter com saúde. Os que
bebem pouco conhecem o seu limite. Os que bebem muito preferem assim e por isso
continuam a beber cada vez mais, sem limites, não admitindo que ninguém os faça
parar ou mudar de ideia. Talvez, neste momento, por petulância, estejam bebendo
e fazendo um brinde à Lei Seca.
Celso Pereira Lara
domingo, 2 de agosto de 2015
domingo, 19 de julho de 2015
terça-feira, 30 de junho de 2015
sábado, 20 de junho de 2015
quinta-feira, 28 de maio de 2015
domingo, 24 de maio de 2015
414-O que mais está faltando?
Palácio
do Planalto será sacudido pelo povo, e o governo entrará em pânico, porque a permanência
no poder estará colocada em risco!
Para o ajuste fiscal,
o corte de 70 bilhões atinge PAC, Saúde e Educação. Houve cortes de benefícios, programas
sociais, direitos trabalhistas e aumento de impostos, mas os seus 39
ministérios e os mais de 113 mil cargos da companheirada seguem intocáveis.
Contudo, os gastos do governo continuam aumentando. O que dizer da proposta de
construção de novo anexo (shopping) da Câmara dos deputados, ao custo de R$1
bilhão? E do balanço trimestral da Petrobras, divulgado na semana passada, que não
reflete a realidade? E do veto da presidente ao texto que quebrava sigilo em
financiamentos do BNDES? Quanta enganação!
Não bastasse isso, por
muitos anos o povo vem sendo traído por uma oposição de fachada. Na realidade,
os eleitores estão fazendo o papel de marionetes. Pouquíssimos são os políticos
que se apresentam, corajosamente, com atitudes de clara discordância com os
atos do governo petista. E o fazem no Congresso, nas entrevistas de jornais e
TV, e muito mais nas redes sociais, porque são parlamentares com posturas transparentes
e representam verdadeiramente os seus eleitores. Os outros são oportunistas.
Os políticos dos partidos
de oposição formam um elenco para um grandioso espetáculo circense, onde o
palhaço é o povo. O comprometimento com os malfeitos do governo é o que impede
a oposição de exercer o seu papel. Por isso é que o governo se arrasta no
poder, num mar de lamas ou de petróleo, sem nenhuma ameaça à vista. Todos estão
num só barco. Então, na certeza de que os seus representantes eleitos são
traidores, o povo tomou a frente para tentar libertar o Brasil das amarras do
petismo. O que se observa é uma falsa oposição, conivente com a
irresponsabilidade governamental, que prefere manter-se sugando as tetas do
governo à custa do sacrifício da população. Uma confirmação de que no Brasil
não existe oposição, e o PT poderia perpetuar-se no poder. O opositor Aécio se
defende alegando que “não há recuo, mas estratégia” nas sombras das manifestações.
Se de fato isso for verdadeiro, vamos ver o que vai acontecer durante e após a
esperada megaocupação do Planalto no dia 27.
O Movimento Brasil
Livre e a Marcha pela Liberdade saíram juntos de São Paulo, em 24 de abril, e,
finalmente, chegarão ao seu destino na data marcada. Já foram percorridos mais
de mil quilômetros para chegar ao Planalto. Num primeiro momento, o objetivo
foi atingido, apesar de a mídia (amordaçada) não fazer nenhuma menção em suas
notícias diárias. O acompanhamento se deu pelas redes sociais, como sempre, e
ainda bem - para desespero do governo que ainda não conseguiu calar a voz do
povo pela internet -, pois as articulações dos internautas insatisfeitos vêm
sendo feitas pela web desde a primeira manifestação de rua, em junho 2013.
O cumprimento da
primeira etapa, enfim, se dará pela chegada à Brasília, mesmo com as diversas
ameaças de confronto feitas, durante o percurso, pelos movimentos sociais
(exércitos do PT) que defendem o atual governo, e de outro acidente grave, na
noite de sábado (23), causado por motorista embriagado, envolvendo o
coordenador Kim Kataguiri
e uma participante (parece
que agora a notícia sairá na mídia). Faltam apenas 4 dias! Tentaram a todo
custo impedir que a caravana prosseguisse, mas foi tudo em vão. Os cães apenas
ladram! A determinação falou mais alto, sem essa de ter que receber 30 reais e um
sanduíche de mortadela. Uma caravana que vai cumprir a sua meta baseada em
movimento popular espontâneo, apartidário em essência.
Num segundo momento,
respaldado pela mega manifestação popular e após alguns discursos inflamados
que certamente irão acontecer em Brasília, o objetivo maior é protocolar o
pedido de impeachment de Dilma, acusando-a de "imperícia, omissão e
negligência", sob os gritos de Fora Dilma, Fora PT.
Celso Pereira Lara
sexta-feira, 15 de maio de 2015
413- Um computador chamado Brasil
A
placa mãe, considerada o elemento mais importante de um computador, é a
responsável pela união e funcionamento de todos os periféricos nela instalados.
Quando essa placa não
funciona a contento, os problemas começam a aparecer, comprometendo a
performance de outros componentes, até chegar ao estado de paralisia total.
Para que o computador funcione bem, é necessário que todos os hardwares e
softwares estejam bem instalados e compatíveis para que sejam reconhecidos pelo
sistema operacional.
A Presidência da
República bem que poderia ser comparada a uma placa mãe, pois cabe à presidente
administrar os hardwares, representados pelos 39 ministérios, e os softwares,
interpretados pelos programas de governo. Nela, ficam hospedados movimentos sociais
e base aliada, e, enquanto todos estiverem interagindo, tudo vai bem!
O processador, um
componente capaz de processar dados, é o motor, o cérebro da máquina, e poderia
ser representado pela Casa Civil. Pelo fato de estar ligado diretamente com a
Presidência, o Chefe da Casa Civil é o ministro mais importante do governo, e o
seu trabalho tem que ser altamente confiável. Por falta de ética ou por envolvimento
em maracutaias, alguns processadores já foram substituídos nesse computador,
inclusive, por outros piores.
A fonte do gabinete,
encarregada de levar energia elétrica à placa mãe e seus periféricos - sem
energia nada entra em funcionamento -, seria mais bem representada pelo povo,
uma poderosa ferramenta capaz de eleger um presidente ou mesmo provocar o seu travamento.
A fonte de alimentação do governo é sustentada pela energia advinda dos
impostos pagos. Quando as ações do governo apontam para as áreas de Saúde,
Educação e Segurança Pública, e os resultados aparecem satisfatoriamente, a
população permanece silenciosa, em stand by. A fonte, então, trabalha sem
sobrecarga.
O monitor é a tela
onde aparecem as informações processadas. Ele representa a transparência das
ações do governo. Por compromisso com a democracia, deveriam ser mostrados na
tela os empréstimos sigilosos do BNDES, os cartões corporativos do Planalto
etc.
O antivírus é
considerado um programa criado para manter o computador seguro, protegendo-o de
programas maliciosos que buscam as invasões, apagar gravações, destruir
informações, alimentar-se dos recursos públicos. Alguns exemplos de vírus que
infectam o computador: MST, MTST, CUT, UNE, ONGs, mensalão e petrolão. Há muito
tempo o antivírus anda ineficaz, e, até o momento, não foi criado um programa
capaz de proteger o computador da corrupção, dos descaminhos e das mentiras.
O no-break é outro
componente essencial, que mantém o computador funcionando por pouco tempo na
falta de energia elétrica. A sua procura tem sido cada vez maior, dada a
expectativa de apaguinhos e apagões, causada pela crise energética. Os aumentos
extras na conta de luz recaem nos bolsos do povo em forma de no-break.
O Brasil se assemelha
a um computador que não aceita mais upgrade. Ficou impossível trabalhar com
ele. Está totalmente inoperante! Seria necessária a aquisição de novas peças
para montar um computador robusto, com sistema operacional democrático para
rodar programas que atendam às necessidades da população. Só não pode esquecer-se
de instalar um bom programa antivírus!
Celso Pereira Lara
quinta-feira, 7 de maio de 2015
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