Quando não se tem nada para apresentar, tenta-se destruir o adversário com fake news ou fatos não comprovados.
E a campanha eleitoral segue fortemente o seu curso, enquanto a principal preocupação dos candidatos é destruir o inimigo até o momento do pleito. Esse é o ponto!
Não vão faltar motivos para expor aqueles que estejam comprometidos de alguma forma com algo que possa lhe prejudicar. O objetivo principal seria mostrar os projetos que possam contribuir para o engrandecimento do país, seja na área econômica, da saúde ou da educação, todavia, talvez por não ter nada a apresentar, preferem focar no combate ao concorrente, por meio de ataques desmoralizantes ou desqualificantes. É a maneira mais fácil e cômoda de se apresentar nos palanques.
A campanha eleitoral, nos últimos anos, tem se mostrado - e não à toa -, cada vez mais ofensiva. Tudo por causa das frequentes notícias de corrupção instalada no governo. É um escândalo atrás do outro, sem que dê tempo para concluir a condenação dos verdadeiros criminosos. E falar de corrupção ocorrida nos últimos vinte anos, é assunto que não acaba mais.
Prometer tudo aquilo que não foi cumprido ao longo de tantos mandatos, é no mínimo uma hipocrisia. É chamar os eleitores de palhaços. A descrença já está instalada na população.
A renovação na Presidência da República é saudável, e faz bem para a democracia. Governos democráticos exigem a renovação dos governantes e isso é decidido nos votos.
A Justiça eleitoral não
pode ter viés político. Temos visto decisões jurídicas seletivas, suspendendo
campanhas eleitorais de candidatos bolsonaristas. É lamentável que isso ainda
esteja acontecendo nesse país, e tudo não passa de perseguição rasteira. O que
deveria ser para julgar algum caso baseado em leis, acaba sendo uma instituição
que toma decisões arbitrárias, prejudicando apenas um lado.
O que se espera, nas eleições 2026, é que o eleito democraticamente nas urnas consiga quebrar esse círculo vicioso, que tem levado o Brasil para o fundo do poço.
E que não haja canetadas mágicas que possam prejudicar o resultado do pleito.
Celso Pereira Lara
Nenhum comentário:
Postar um comentário