sábado, 25 de setembro de 2021

625-A CPI quase no final

Uma CPI comandada por senadores antirrepublicanos que são apoiados por seus pares na Casa Legislativa, só pode concluir por um relatório forjado. Se não conseguirem realizar o intento, inventa-se algo para justificar.

Criada pelo Senado, a CPI da Covid - cuja cúpula está envolvida em atos de corrupção - tem por objeto investigar possíveis desvios de recursos públicos praticados durante a pandemia. Somente no Brasil é que corruptos têm o poder de investigar e dar ordem de prisão aos suspeitos durante interrogatório. Senadores seguem a mesma linha praticada por alguns ministros da Suprema Corte: condenam e prendem sem o devido processo legal. São barbaridades jurídicas cometidas nos últimos anos, que passaram debochando sobre a Constituição sem pedir licença. Atualmente, Senado e STF são os deuses da suprema vergonha!

Uma Comissão cujos dirigentes visam tão somente encontrar qualquer fato suspeito que possa incriminar o presidente da República. Esse é o foco principal, sem ao menos tentarem investigar governadores e prefeitos que já foram denunciados por corrupção nessa pandemia. Esforçam-se para proteger os verdadeiros culpados pela morte de 600 mil infectados pelo coronavírus, pela desordem econômica e pelo desemprego, enquanto cultivam investigações contra o presidente, as quais não chegam a lugar nenhum. Alardeiam falsas conclusões, ameaçam de prisões, mas logo a verdade aparece, desmascarando os líderes da Comissão. Um verdadeiro faz-de-conta!

Acusam os investigados sem as devidas provas, ou então com provas falsificadas. Sem o menor conhecimento científico dos problemas, convidam doutores com currículo invejável para depor, e no final prevalece a humilhação, insultos e escárnios com eles. Um espetáculo de baixo nível, deprimente!

Preocupam-se até com a esposa do Presidente, a qual se vacinou nos EUA, durante uma viajem ao exterior. Políticos e infectologistas - selecionados com rigor pela Globo - disseram que essa atitude da primeira-dama foi um absurdo, pois consideram que as vacinas do Brasil são seguras. Consideram um desprezo ao Sistema Único de Saúde (SUS) e ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). As preocupações com todos que estão ligados ao presidente são os sinais de que tudo importa para desmoralizar o Chefe da Nação ou o governo. A liberdade e o direito de escolha do cidadão são alvos de perseguição a todo instante por parte dos políticos e dos ministros togados. Há um monitoramento diário nas redes sociais, com a finalidade de censurar ou derrubar a página ou canal de algum bolsonarista.

Quer dizer, então, que a família Bolsonaro é obrigada a procurar um posto do SUS e tomar uma vacina, de qualquer que seja o laboratório, pois são todas seguras. Não sendo assim, serão execrados pela mídia, pelos políticos e infectologistas. A que ponto chega a hipocrisia da oposição. Não basta a imposição do passaporte de vacinação feita por alguns países. Se as vacinas ainda estão em fase experimental, como podem afirmar que elas são seguras?  Já se fala em terceira e quarta doses! E como fica o direito de cada um para tomar a sua vacina aonde e quando quiser? Por que essa perseguição e interferência na vida alheia? Uma total falta de respeito à primeira-dama!

Há milhares de registros em que determinada vacina deixou sequelas em pessoas, outra levou a óbitos e todas elas não garantem a imunidade esperada. O próprio ministro da Saúde, Queiroga - que já havia tomado a segunda dose -, pegou Covid em NY, quando esteve na comitiva do presidente, na ONU. E o presidente Bolsonaro - que não tomou a vacina - será que se infectou? Devem ter estado juntos o tempo todo em Nova York. O que será que a imprensa internacional ou nacional vai dizer dessa constatação? Se Bolsonaro pegou, vão criticar pesadamente, senão, vão se omitir! A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou em suas redes sociais que testou positivo à Covid-19. Cristina foi vacinada em abril e mesmo assim ainda contraiu o vírus. Existem milhares de casos como esses.

Conforme comunicado postado no próprio site da Anvisa, os imunizantes da Pfizer e da Moderna, após a segunda dose da vacinação, têm feito com que alguns vacinados apresentem sintomas adversos, como dores no peito, falta de ar e palpitações. Nesses casos, a Anvisa recomenda procurar imediatamente um atendimento médico. Então, as vacinas não são tão seguras assim, conforme alardeia a oposição.

Afinal, qual ou quais vacinas são realmente seguras? Também estou esperando...

E o passaporte de vacinação serve para quê, se a pessoa mesmo vacinada pode contrair e transmitir o vírus e suas variações?

Celso Pereira Lara


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