Uma CPI comandada por senadores antirrepublicanos que são apoiados por seus pares na Casa Legislativa, só pode concluir por um relatório forjado. Se não conseguirem realizar o intento, inventa-se algo para justificar.
Criada
pelo Senado, a CPI da Covid - cuja cúpula está envolvida em atos de corrupção -
tem por objeto investigar possíveis desvios de recursos públicos praticados
durante a pandemia. Somente no Brasil é que corruptos têm o poder de investigar
e dar ordem de prisão aos suspeitos durante interrogatório. Senadores seguem a
mesma linha praticada por alguns ministros da Suprema Corte: condenam e prendem
sem o devido processo legal. São barbaridades jurídicas cometidas nos últimos
anos, que passaram debochando sobre a Constituição sem pedir licença.
Atualmente, Senado e STF são os deuses da suprema vergonha!
Uma
Comissão cujos dirigentes visam tão somente encontrar qualquer fato suspeito
que possa incriminar o presidente da República. Esse é o foco principal, sem ao
menos tentarem investigar governadores e prefeitos que já foram denunciados por
corrupção nessa pandemia. Esforçam-se para proteger os verdadeiros culpados
pela morte de 600 mil infectados pelo coronavírus, pela desordem econômica e
pelo desemprego, enquanto cultivam investigações contra o presidente, as quais
não chegam a lugar nenhum. Alardeiam falsas conclusões, ameaçam de prisões, mas
logo a verdade aparece, desmascarando os líderes da Comissão. Um verdadeiro
faz-de-conta!
Acusam
os investigados sem as devidas provas, ou então com provas falsificadas. Sem o
menor conhecimento científico dos problemas, convidam doutores com currículo
invejável para depor, e no final prevalece a humilhação, insultos e escárnios
com eles. Um espetáculo de baixo nível, deprimente!
Preocupam-se
até com a esposa do Presidente, a qual se vacinou nos EUA, durante uma viajem
ao exterior. Políticos e infectologistas - selecionados com rigor pela Globo -
disseram que essa atitude da primeira-dama foi um absurdo, pois consideram que
as vacinas do Brasil são seguras. Consideram um desprezo ao Sistema Único de
Saúde (SUS) e ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). As preocupações com
todos que estão ligados ao presidente são os sinais de que tudo importa para
desmoralizar o Chefe da Nação ou o governo. A liberdade e o direito de escolha
do cidadão são alvos de perseguição a todo instante por parte dos políticos e
dos ministros togados. Há um monitoramento diário nas redes sociais, com a
finalidade de censurar ou derrubar a página ou canal de algum bolsonarista.
Quer
dizer, então, que a família Bolsonaro é obrigada a procurar um posto do SUS e
tomar uma vacina, de qualquer que seja o laboratório, pois são todas seguras.
Não sendo assim, serão execrados pela mídia, pelos políticos e infectologistas.
A que ponto chega a hipocrisia da oposição. Não basta a imposição do passaporte
de vacinação feita por alguns países. Se as vacinas ainda estão em fase
experimental, como podem afirmar que elas são seguras? Já se fala em terceira e quarta doses! E como fica o direito de
cada um para tomar a sua vacina aonde e quando quiser? Por que essa perseguição
e interferência na vida alheia? Uma total falta de respeito à primeira-dama!
Há
milhares de registros em que determinada vacina deixou sequelas em pessoas,
outra levou a óbitos e todas elas não garantem a imunidade esperada. O próprio
ministro da Saúde, Queiroga - que já havia tomado a segunda dose -, pegou Covid
em NY, quando esteve na comitiva do presidente, na ONU. E o presidente
Bolsonaro - que não tomou a vacina - será que se infectou? Devem ter estado juntos
o tempo todo em Nova York. O que será que a imprensa internacional ou nacional
vai dizer dessa constatação? Se Bolsonaro pegou, vão criticar pesadamente,
senão, vão se omitir! A Ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou em
suas redes sociais que testou positivo à Covid-19. Cristina foi vacinada em
abril e mesmo assim ainda contraiu o vírus. Existem milhares de casos como
esses.
Conforme
comunicado postado no próprio site da Anvisa, os imunizantes da Pfizer e da
Moderna, após a segunda dose da vacinação, têm feito com que alguns vacinados
apresentem sintomas adversos, como dores no peito, falta de ar e palpitações.
Nesses casos, a Anvisa recomenda procurar imediatamente um atendimento médico.
Então, as vacinas não são tão seguras assim, conforme alardeia a oposição.
Afinal,
qual ou quais vacinas são realmente seguras? Também estou esperando...
E o
passaporte de vacinação serve para quê, se a pessoa mesmo vacinada pode
contrair e transmitir o vírus e suas variações?
Celso
Pereira Lara
Nenhum comentário:
Postar um comentário